Terapia Ocupacional

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    Acesso aberto (Open Access)
    Um olhar da Terapia Ocupacional sobre o lazer da pessoa com deficiência: revisão narrativa de literatura
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-07-01) Ribeiro, Nicole de Souza [UNIFESP]; Nicolau, Stella Maris [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/3496625318980062; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    Este trabalho busca compreender como a terapia ocupacional tem abordado o lazer de pessoas com deficiência, o qual consiste em uma ocupação de grande importância para essa profissão. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura com buscas nos três periódicos nacionais de terapia ocupacional. Foram analisados 10 artigos, que foram submetidos à análise temática de conteúdo. Dessa análise emergiram quatro categorias de análise: lazer: conceitos e perspectivas; direito ao lazer: leis e o papel do Estado, sociedade e família; Acessibilidade: barreiras e facilitadores; Contribuições da Terapia Ocupacional para o lazer das Pessoas com Deficiência. Conclui-se que compreender todas as variáveis que envolvem a temática da terapia ocupacional na promoção do lazer para as pessoas com deficiência está longe de ser uma tarefa fácil. Mesmo sendo um direito garantido, a falta de implementação e fiscalização geram barreiras para a participação ativa do lazer da pessoa com deficiência.
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    Acesso aberto (Open Access)
    Órteses de membro superior e a prática clínica em Terapia Ocupacional: revisão integrativa da literatura
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-06-29) Silva, Flavia Felix da [UNIFESP]; Santos, Maria da Conceição dos [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/8050554599941981; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    Introdução: Órtese é um dispositivo aplicado externamente ao corpo com o objetivo de melhorar a função do membro afetado e a funcionalidade do indivíduo, estabilizar ou imobilizar, prevenir ou corrigir deformidades e auxiliar na recuperação clínica da afecção neuromusculoesquelética do segmento corporal afetado. Na prática clínica em Terapia Ocupacional, o terapeuta é responsável por prescrever e confeccionar órteses sob medida e/ou pré-fabricadas, levando em consideração o objetivo terapêutico e anatomia e função da região acometida, selecionando o material e design adequado, além de considerar o estilo de vida do indivíduo. Objetivo: Identificar na literatura especializada como são utilizadas as órteses de membro superior na prática clínica em Terapia Ocupacional na área da reabilitação de pacientes com afecções neuromusculoesqueléticas. Metodologia: Revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados BVS, PubMed e Scopus. Os critérios de inclusão foram: estudos que estivessem disponíveis eletronicamente na íntegra, publicados no período de 2013 a 2023, nos idiomas português, inglês e espanhol, que abordam o tema órteses na prática clínica em Terapia Ocupacional. Resultados: Selecionados sete estudos, sendo seis internacionais e um nacional. As amostras dos estudos selecionados totalizaram 227 participantes ortetizados, abrangendo tanto crianças e adolescentes, com diagnósticos de lesão cerebral e/ou paralisia cerebral, quanto indivíduos adultos e idosos, com diagnósticos de osteoartrite, doenças osteomusculares ou acidente vascular cerebral. Os estudos citaram uma variedade de órteses, destacando o uso do material termoplástico moldável de baixa temperatura em órteses estáticas confeccionadas sob medida, com a finalidade de estabilizar/posicionar as articulações. A não-adesão e abandono da órtese surgiram como limitação nos estudos selecionados. Conclusão: O uso de órteses de membro superior na prática clínica em Terapia Ocupacional é parte de uma intervenção individualizada e deve ser visto como um recurso meio, não fim. Identificou-se uma baixa publicação de pesquisas sobre a temática, sobretudo de pesquisas nacionais, sugerindo a necessidade de mais estudos baseados em evidências para orientar a prática clínica. É essencial desenvolver pesquisas que documentem a prática e a experiência clínica dos terapeutas ocupacionais, realizando estudos de mapeamento para identificar, a partir da experiência empírica e clínica, a eficiência e a eficácia das órteses.
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    Acesso aberto (Open Access)
    Instrumentos utilizados na adequação postural em cadeira de rodas que passaram por adaptação transcultural para a língua portuguesa (Brasil)
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-11) Barreto, Jéssika Pereira [UNIFESP]; Ferretti, Eliana Chaves [UNIFESP]; Andrade, Luana Foroni; http://lattes.cnpq.br/3038056348918921; http://lattes.cnpq.br/6560097254021874; https://lattes.cnpq.br/7985950453876718; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    This article is a narrative literature review on instruments cross-culturally adapted to Portuguese in the area of postural adjustment in wheelchairs. To obtain the studies, searches were carried out in the indexing databases that resulted in the extraction of 28 articles, after excluding duplicates, articles outside the theme and adding manual search, we obtained the results of articles that included 5 instruments used in postural adjustment. The assessment items were analyzed in relation to the Ministry of Health guidelines for steps for dispensing wheelchairs.
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    Embargo
    CRIANÇAS E DROGAS NO BRASIL: o que nos mostram os dados dos últimos anos?
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-11) Fukushima, Tatiane Miyuki [UNIFESP]; Surjus, Luciana Togni de Lima e Silva [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/8786999221233177; http://lattes.cnpq.br/5454970665387186; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    Introdução: Há uma escassez nas produções científicas que abordem o uso de drogas por crianças no Brasil. O Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas entre Crianças e Adolescentes em Situação de Rua nas 27 Capitais Brasileiras, realizado em 2003, abordou crianças e adolescentes de 10 à 18 anos, enquanto o III Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira de 2017 tratou de indivíduos a partir de 12 anos em diantes, não contemplando as crianças. Além desses dois estudos, o VI Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio das Redes Pública e Privada de Ensino nas 27 Capitais Brasileiras, de 2010, se desenvolveu incluindo crianças e adolescentes de 10 a 19 anos de idade. A pergunta sob a qual se debruçou este estudo é se temos recebido nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial crianças que usam drogas. Objetivos: Construir uma série histórica dos atendimentos a crianças de 0 a 12 anos em decorrência de exposição a drogas, nos diferentes componentes da Rede de Atenção Psicossocial; traçar um panorama dos atendimentos por problemas com drogas de crianças no Sistema Único de Saúde (SUS), por ano, por diagnóstico e por idade; conhecer as diferentes demandas de atendimento de crianças relacionados ao uso de drogas, nos serviços ambulatoriais e hospitalares. Metodologia: Um estudo exploratório transversal foi realizado a partir de dados solicitados ao Sistema de Acesso à Informação do Ministério da Saúde (MS) entre 2013 a 2023, por meio de análises estatísticas descritivas, acerca da (1) evolução de atendimentos de uso de drogas por crianças, (2) principais diagnósticos atendidos por ano, por tipo de serviço e (3) o número de atendimentos por uso de drogas, por faixa etária e tipo de estabelecimento, todos englobando crianças brasileiras. Resultados: Aumento gradativo de atendimentos de crianças por intoxicações ou transtornos relacionados com o consumo de diferentes drogas; principal aumento no consumo de drogas na faixa etária de 0 a 4 anos, tanto em serviços ambulatoriais quanto em serviços hospitalares; retração dos atendimentos na pandemia e eclosão após controle pandêmico; identificação das principais drogas nos atendimentos hospitalares por intoxicação, e as principais drogas identificadas nos atendimentos ambulatoriais por consumo de drogas Considerações Finais: A partir dos dados analisados e da disposição de estudos sobre crianças e drogas, identificamos um déficit de pesquisas relacionadas com a temática problematizada, apesar da crescente de atendimentos à essa população, principalmente em Centros de Atenção Psicossocial. Faz-se necessário um olhar mais aprofundado da temática para que políticas públicas possam melhor atender essa população, que tem crescido a cada ano.
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    Acesso aberto (Open Access)
    O trabalho em equipe no cotidiano de Terapeutas Ocupacionais em diferentes equipes de saúde
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-07-10) Palacios, Marcella Giovanna Souza [UNIFESP]; Uchôa-Figueiredo, Lúcia da Rocha [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/3179063226554474; http://lattes.cnpq.br/2217521642011374; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    O Sistema Único de Saúde foi estruturado baseado nos princípios da universalidade de acesso, da integralidade do cuidado, da equidade da atenção e da participação da comunidade. O período histórico de reestruturação do cenário político-social, reforçou a implementação nas articulações e ampliação de diálogo no âmbito institucional e profissional, propondo a transgressão do antigo conceito de cuidado em saúde. Este processo reverberou no desenvolvimento de estratégias mais eficientes para reverter o modelo de atenção à saúde hegemônico até então estabelecido no processo acadêmico formativo em saúde. As Práticas Interprofissionais Colaborativas vem contribuindo para o cenário brasileiro com um novo modo de colaboração e interação em equipe, sendo ampliado os cuidados em saúde por meio do respeito à integralidade do indivíduo, a resolutividade e o trabalho em equipe. Objetivo: Conhecer como se dá o trabalho em equipe no cotidiano de terapeutas ocupacionais em diferentes equipes de saúde. Método: Pesquisa de caráter quali-quantitativa, em que participou 30 Terapeutas Ocupacionais.Os participantes responderam a Escala de Avaliação da Colaboração Interprofissional em Equipe (AITCS II-Br) que contém 23 assertivas, e são divididas em três dimensões: participação, cooperação e coordenação, e uma entrevista semiestruturada, que foi interpretada por meio de categorias temáticas que emergiram a partir das respostas, sendo os dois eixos “Importância, desafios e possibilidades da educação e trabalho interprofissional” e “Formação em saúde para a prática interprofissional”, fundamentada na análise de conteúdo de Bardin. Resultados: Nas três dimensões contempladas pelo instrumento AITCS II-Br apenas 10 das 23 assertivas apresentaram Zonas de Conforto, e as medidas obtidas das três dimensões apresentou Zona de Alerta de acordo com a AITCS II-Br, identificando que há dificuldades iminentes no contexto das equipes. Na entrevista semiestruturada, as categorias encontradas na análise foram: Formação (Teórico-Prático); Trabalho em Equipe; Prática Colaborativa; Atenção Centrada na Pessoa; Trabalho Multiprofissional, e Abordagens na Terapia Ocupacional, para apresentar o viés dos participantes adotou-se o uso da citação direta. Considerações Finais: Os profissionais quando têm a oportunidade de aprender em seu processo formativo através da Educação Interprofissional em Saúde conseguem desenvolver com mais desenvoltura o trabalho em equipe pela prática interprofissional colaborativa, desta forma proporcionando um cuidado integral centrado na pessoa e família e oferecendo um serviço de melhor qualidade.