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Elaboração de questionário para avaliação cognitiva em pacientes com anemia falciforme
(Universidade Federal de São Paulo, 2024-06-05) Reis, Maria José de Farias Ramos; Figueiredo, Maria Stella; Pires, Silvio Ricardo; http://lattes.cnpq.br/3930068921962275; http://lattes.cnpq.br/0736747630522639; https://lattes.cnpq.br/6304806104431574
A Doença Falciforme (DF) é a denominação do conjunto de anemias hereditárias mais prevalente em todo o mundo. É uma doença autossômica recessiva e os portadores da mutação, dependendo do genótipo, têm diversas complicações desde o nascimento até o final da vida, além da anemia hemolítica. As complicações podem ser agudas ou crônicas, fazendo com que estes pacientes possam apresentar diversas comorbidades. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o Infarto Cerebral Silencioso (ICS) são comorbidades frequentes e importantes de serem avaliadas por poderem resultar em declínio cognitivo. Diversos países desenvolveram questionários de rastreio cognitivo validados, porém não existe um teste de rastreio de declínio cognitivo em portadores de anemia falciforme (AF) em língua portuguesa. Objetivo: desenvolver questionário para avaliação de funções cognitivas em portadores de AF. Metodologia: Pesquisa fundamentada pelo método descritivo com natureza observacional, abordagem dupla, tanto qualitativa quanto quantitativa. Foram recrutados 41 pacientes com AF, divididos em dois grupos: grupo controle/G1 – com AVC; grupo caso/G2 – sem AVC. Análise estatística: Foram utilizadas as seguintes ferramentas para análise dos dados: tabela de contingência, teste de Mann Withney, ANOVA de duas vias sem repetição para a avaliação socioeconômica e Teste Alfa de Cronbach para o questionário cognitivo, onde resultados próximos a 1,00 correspondem a alta confiabilidade do questionário. Resultado: Observou-se que os dois grupos obtiveram resultados semelhantes quanto a idade, sexo, etnia e base alimentar. No questionário sobre funções cognitivas, a aplicação da ferramenta Alpha mostrou que o G1 obteve valor de 0,90 e o G2 de 0,14, com diferença significante. Conclusão: Conclui-se que o objetivo do trabalho em produzir um questionário piloto foi alcançado. O resultado observado em G1 mostra que o questionário foi confiável na identificação de indivíduos com declínio cognitivo. O G2 teve resultado próximo a zero, ou seja, os pacientes deste grupo não apresentaram declínio cognitivo. Considerando que a frequência de ICS é considerável nestes pacientes, era esperado um resultado mais próximo a um nível intermediário, não tão baixo. Tal fato pode ser devido ao número amostral bastante reduzido e/ou ao baixo número de pacientes com ICS avaliados em G2. Novos estudos relativos à construção de novo questionário, com produção de novos construtos, análise mais assertiva das pontuações em relação à psicometria e avaliação de fatores interferentes nas respostas ao questionário deverão ser feitos para a elaboração de um questionário definitivo.
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Dispneia e seus descritores qualitativos em pacientes com pneumonia por covid-19
(Universidade Federal de São Paulo, 2024-06-10) Silva, Tatiana Garcia [UNIFESP]; Ramos, Roberta Pulcheri [UNIFESP]; Arakaki, Jaquelina Sonoe Ota [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/4282849546206947; http://lattes.cnpq.br/3674430003360595; http://lattes.cnpq.br/9278207938341829
Introdução: Pacientes hospitalizados com pneumonia por covid-19 frequentemente desenvolvem a forma grave da doença com comprometimento significativo do parênquima pulmonar e hipoxemia, mas muitos não apresentam dispneia ao serem admitidos. Esta disparidade sugere uma complexidade na percepção da dispneia, envolvendo interações entre diversos sistemas. Embora alguns pacientes possam realmente apresentar uma redução na sensação de dispneia, acreditamos que o sintoma pode estar subestimado na literatura devido a diferentes expressões dos pacientes, destacando a utilidade da análise qualitativa da dispneia, inclusive na avaliação de resposta a intervenções. Objetivos: Avaliar a frequência de dispneia em pacientes com pneumonia por covid-19 internados em ambiente de enfermaria e unidade de terapia intensiva, assim como a frequência relativa de descritores qualitativos que indiquem avidez por ar ou aumento do esforço respiratório; avaliar a associação entre dispneia e alterações de trocas gasosas; avaliar as modificações de descritores qualitativos de dispneia após posição prona em pacientes não entubados com covid-19. Métodos: Trata-se de estudo de coorte prospectivo, com intervenção, realizado no Hospital São Paulo, no período de Novembro de 2020 a Fevereiro de 2021. Foram coletados dados sociodemográficos, análises da gasometria arterial e questionário de dispneia. Resultados: 79 pacientes foram incluídos no estudo (58% sexo masculino; 55 ± 14 anos), sendo que 77 (97%) necessitaram de suplementação de oxigênio ao chegarem ao pronto-socorro. Adicionalmente, 14 (17,7%) pacientes não apresentaram relato de "falta de ar" no momento da admissão hospitalar, porém 1/3 destes referiram outros descritores relacionados à dispneia. Os descritores qualitativos mais frequentes na amostra total foram aqueles relacionados à avidez por ar, enquanto o aumento do trabalho ventilatório foi mais frequentemente relatado pelos pacientes com “falta de ar” na admissão. Observou-se redução significativa na frequência do relato de dispneia na posição prona em comparação com a posição supina (34% versus 87%, p < 0,001). Regressão logística identificou que persistência de dispneia do tipo trabalho ventilatório após posição prona foi um fator independente na predição da necessidade de UTI. Conclusão: Dispneia é um sintoma comum em pacientes internados por covid-19 e a adoção da posição prona pode melhorar os parâmetros clínicos e funcionais relacionados a este sintoma. A persistência de descritores ligados ao aumento do esforço respiratório pode indicar fadiga respiratória com implicações prognósticas importantes.
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Análise do perfil proteômico tecidual de tumores uroteliais de bexiga não músculo-invasivo
(Universidade Federal de São Paulo, 2024-05-24) Silva, Tiago Aparecido [UNIFESP]; Azevedo, Hatylas Felype Zaneti de [UNIFESP]; Antoniassi, Mariana Pereira [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/0783506316934214; http://lattes.cnpq.br/7580295280253981; http://lattes.cnpq.br/3056297059797535
Objetivo: Caracterizar o perfil proteômico tecidual do carcinoma urotelial de bexiga não músculo-invasivo. Métodos: Estudo transversal comparando o perfil proteômico tecidual de tumores de bexiga com tecido vesical adjacente macroscopicamente normal submetidos à ressecção transuretral de bexiga. As amostras teciduais tiveram confirmação histopatológica e foram submetidas a protocolos de extração proteica, purificação e análise proteômica tipo shotgun, com a utilização de cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massa e recursos de bioinformática. As proteínas encontradas tiveram sua expressão comparadas e aquelas que apresentaram fold-change ≥2 ou ≤0,5 foram consideradas diferencialmente expressas. Resultados: Quarenta e cinco pacientes preencheram os critérios de inclusão e tiveram tecido tumoral e adjacente submetidos à análise proteômica. Os dados clínicos e epidemiológicos revelaram que: 34 (75,6%) pacientes eram do sexo masculino; a idade média foi de 66 anos; 75,6% das lesões eram de novo; e o tamanho médio da lesão foi de 2,8 cm. O resultado anatomopatológico revelou 26 (57,8%) lesões pTa baixo grau, 6 (13,3%) lesões de pTa alto grau, 1 (2,2%) lesão PUNLMP e 12 (26,7%) lesões pT1 alto grau. Cento e oitenta e oito proteínas apresentaram-se diferentemente expressas entre tecido tumoral e adjacente. Além disso, 11 proteínas foram encontradas exclusivamente no tecido tumoral (SPINT1, TXNDC12, GTF2F1, COPZ1, RS25, PTK2, LSR, SNRNP40, NCOA5, SEC63, CD2AP). Após construção de rede de interação proteína-proteína, as proteínas AGR2, FLNA, CALD1, TPM1, VCL e TPM3 destacaram-se por apresentar maior número de interações. Além disso, notam-se principalmente dois conjuntos de proteínas enriquecidas formando módulos (clusters): proteínas ribossomais (RPL7, RPL 24, RPL 19, RPL 29, RPL 15, RPL 35) e queratinas (KRT5, KRT7 KRT8, KRT13, KRT 15, KRT17, KRT19, KRT20). O enriquecimento funcional das proteínas evidenciou importância nas funções de aderência focal, proteoglicanos ligados ao câncer, e proteínas ligadas à interação da matriz extracelular, além dos processos biológicos de organização de fibras supramoleculares e organização de actina. As proteínas foram analisadas conforme variáveis clínicas, e CNDP relacionou-se à recorrência tumoral, e a EPS8L ao estadiamento clínico. Conclusão: A comparação proteômica entre o carcinoma urotelial não músculo-invasivo e o tecido adjacente evidenciou 188 proteínas diferentemente expressas e 11 proteínas exclusivas (SPINT1, TXNDC12, GTF2F1, COPZ1, RS25, PTK2, LSR, SNRNP40, NCOA5, SEC63, CD2AP). As proteínas AGR2, FLNA, TPM1, CALD1, foram diferencialmente expressas no tecido tumoral e possuem papel de destaque pelo número elevado de interações proteína-proteína. A expressão da proteína CNDP relacionou-se à recorrência tumoral, e a EPS8L ao estadiamento tumoral. Todas essas proteínas representam potenciais biomarcadores tumorais no câncer de bexiga não músculo-invasivo e merecem estudos de validação futuros.
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Aleitamento materno e metabolismo da glicose em mulheres no puerpério: avaliação da mediação via biomarcadores associados à resistência à insulina, inflamação ou disfunção endotelial
(Universidade Federal de São Paulo, 2024-04-26) Oliveira, Julia Martins de [UNIFESP]; Pititto, Bianca de Almeida [UNIFESP]; Dualib, Patricia Medici [UNIFESP]; https://lattes.cnpq.br/8433932854107690; https://lattes.cnpq.br/0218255159601463
Introdução: A incidência de diabetes mellitus gestacional (DMG) vem aumentando exponencialmente nos últimos anos. É bem conhecido que o DMG é um importante fator de risco e preditor para o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) mais tardiamente na vida da mulher. Estudos populacionais têm verificado que o aleitamento materno (AM) é capaz de diminuir o risco futuro de DM2. Observa-se que tal benefício é proporcional ao tempo de AM e, por motivos ainda não bem compreendidos, persiste por vários anos depois de cessado o AM. A fisiopatologia deste fenômeno ainda é pouco compreendida. Alguns biomarcadores tem sido relacionados na literatura aos mecanismos de resistência à insulina (RI), inflamação subclínica e disfunção endotelial - prolactina, adiponectina, copeptina, E-selectina, lipopolissacarídeos (LPS), zonulina e aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA). Deste modo, questionamos se estes biomarcadores poderiam ser mediadores da associação entre AM e tolerância à glicose no período puerperal. Objetivo: Avaliar a associação do AM com os marcadores do metabolismo glicídico e de RI (glicemia jejum, glicemia de 2 horas, insulina de jejum, HOMA-IR, HOMA-Beta, índice TyG, razão Tg/HDL) e testar o papel mediador dos biomarcadores. Material e Métodos: 95 mulheres (45 com diagnóstico de diabetes mellitus gestacional) maiores que 18 anos e com IMC ≥ 25/kg/m2 que faziam seguimento nos ambulatórios de pré-natal da UNIFESP-EPM foram acompanhadas do primeiro/segundo ou terceiro trimestre de gestação até dois a seis meses após o parto, durante os anos de 2018 a 2020. As participantes responderam a questionários padronizados e foram submetidas a avaliação clínica ao longo da gestação e no período puerperal. No dia da avaliação puerperal (realizada entre dois e seis meses após o parto), foi realizada coleta de exames laboratoriais. Ao final do estudo as pacientes foram divididas em dois grupos de acordo com o status de AM no momento da visita pós-parto (grupo AM com n=44 e grupo não-AM com n=51). Os dados clínicos e laboratoriais foram comparados entre os grupos AM e não-AM usando o teste t de Student e Mann Whitney (variáveis contínuas de distribuição normal ou não, respectivamente) ou teste do qui-quadrado (variáveis categóricas) com o auxílio do programa Statistical Package for the Social Sciences®, versão 16.0 (SPSS Incorporation, 2000). Para identificação do conjunto mínimo de fatores de confusão para uso nos ajustes das análises multivariadas, usamos a metodologia do DAG (Direct Acyclic Graphics) pela plataforma DAGGITY®. Foram realizadas análises de regressão linear com ajuste multivariado e análise de mediação com auxílio do programa Statistics and Data Science®, versão 17.0 (STATA). O P foi considerado estatisticamente significativo se <0,05. Resultados: No Artigo 1 verificamos que os grupos AM (n=44) e não-AM (n=51) eram homogêneos em relação à prevalência de DMG, IMC pré-gestacional, ingesta calórica diária, atividade física e perda ponderal no pós-parto. O grupo AM tinha níveis significativamente maiores de prolactina em relação ao grupo não-AM [47.8(29.6-88.2) vs. 20.0(12.0-33.8) ng/dL, p<0.001]. Também encontramos níveis menores de média (DP) ou mediana (IIQ) de glicemia de jejum [89.0(8.0) vs. 93.9(12.6) mg/dL, p=0.04], triglicerídeos (TG) [92.2(37.9) vs. 122.4(64.4) mg/dL, p=0.01], relação TG/HDL [1.8(0.8) vs. 2.4(1.6), p=0.02], índice TyG [8.24(0.4) vs. 8.52/90.53), p=0.005], insulina de jejum [8.9(6.3-11.6) vs. 11.4(7.7-17.0)μU/mL, p=0.048] e HOMA-IR [2.0(1.3-2.7) vs. 2.6(1.6-3.9), p=0.025] no grupo AM. A análise de Regressão linear com ajustes para potenciais fatores confundidores identificados pelo DAG (paridade, escolaridade, IMC pré-gestacional, DMG, via de parto, ganho ponderal durante a gestação e peso ao nascer) evidenciou uma associação estatisticamente significativa entre o AM e a glicemia de jejum [-6,37 (-10.91 a -1.83), p=0.006), o HOMA-IR [-0.27 (-0.51 a -0.04), p=0.024), o índice TyG [-004 (-0.06 a -0.02), p=0.001) e a relação TG/HDL [-0.25 (-0.48 a -0.01), p=0.038). A análise de mediação evidenciou que a prolactina não mediou as associações independentes entre AM e marcadores de metabolismo glicídico e RI, evidenciadas nos resultados da regressão linear. No Artigo 2 analisamos os grupos AM (n=44) e não-AM (n=51), considerando os biomarcadores de inflamação subclínica e disfunção endotelial (adiponectina, copeptina, E-selectina, LPS, zonulina e BCAA) como potenciais mediadores na relação entre amamentação e metabolismo glicídico e RI. Neste trabalho, verificamos que apenas os níveis de LPS foram estatisticamente diferentes entre os grupos, sendo que níveis mais baixos foram vistos no grupo AM: [6.8 (4.2-10.6) vs. 9.2 (6.9-11.5) ng/mL, p=0.048]. Nas análises de regressão linear com ajustes para fatores de confundimento (paridade, escolaridade, IMC pré-gestacional, ganho ponderal na gestação, DMG e via de parto), novamente evidenciamos associação inversa com significância estatística entre AM e glicemia de jejum [-6,30 (-10.71 a -1.89), p=0.005), HOMA-IR [-0.28 (-0.50 a -0.05), p=0.017], índice TyG [-004(-0.06 a -0.01), p=0.001] e razão TG/HDL [-0.23 (-0.46 a -0.01), p=0.001]. Criamos uma variável latente com uso do programa estatístico STATA® e a denominamos “inflamação subclínica” (IS). Nessa metodologia, a variável não é diretamente aferida, mas é inferida a partir dos 6 biomarcadores (adiponectina, copeptina, E-selectina, LPS, zonulina e BCAA). O uso desta variável torna mais robusta a análise estatística no sentido de compreender se inflamação subclínica pode mediar a melhora nos marcadores de metabolismo glicídico e RI observada no grupo AM. A IS não mediou, pela análise estatística de mediação, a melhora observada nos marcadores de RI e metabolismo glicídico mostrada no grupo de AM. Conclusão: O AM foi associado a melhora nos marcadores de metabolismo glicídico e RI após ajustes para fatores de confundimento, mesmo com um curto prazo de dois a seis meses após o parto em mulheres com e sem DMG. A prolactina e os biomarcadores relacionados à inflamação subclínica e disfunção endotelial não foram mediadores da associação vista entre AM e melhora nos marcadores de metabolismo glicídico e RI.
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Aplicativo para o uso da escala de Braden QD na avaliação de risco de lesão por pressão em crianças
(Universidade Federal de São Paulo, 2023-07-23) Insfran, Valéria Santos [UNIFESP]; Blanes, Leila [UNIFESP]; Nicodemo, Denise [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/5221369826598914; http://lattes.cnpq.br/1898450330418640; http://lattes.cnpq.br/5958536339664864
Introdução: Um dos tipos de lesão de pele prevalentes em crianças é a lesão por pressão. No intuito de contribuir com a prevenção de lesões por pressão na pediatria, torna-se necessário a elaboração de um aplicativo que facilite o uso da escala de Braden QD. Objetivo: Desenvolver aplicativo para o uso da escala de Braden QD na avaliação de risco de lesão por pressão em crianças. Método: Estudo descritivo para o desenvolvimento do aplicativo. Para a sua elaboração foi utilizado o método Design Thinking. Na fase descobrir, por meio da pesquisa Desk, foi realizado a busca de anterioridade e levantamento bibliográfico, não sendo encontrados aplicativos similares. Na fase definir, foi executado a elaboração, seleção e organização do conteúdo. Na fase desenvolver, estruturado o aplicativo, elaborado conteúdo, selecionado imagens e validado pelo método Delphi, com o uso de questionário para análise do Índice de Validade de Conteúdo. Na fase entregar, a disponibilização gratuita do aplicativo para download e divulgação. Resultados: O aplicativo foi validado na primeira rodada, com obtenção de IVC geral de 0,96. Foi denominado “DERMAPED” e fornece a escala de Braden QD ao profissional de saúde visando otimizar a avaliação de risco de desenvolvimento de lesão por pressão na população pediátrica. Conclusão: Foi desenvolvido o aplicativo “DERMAPED” para o uso da escala de Braden QD na avaliação de risco de lesão por pressão em crianças.