Padrões de violência domiciliar associada ao uso de álcool no Brasil

dc.citation.issue5pt_BR
dc.citation.volume43pt_BR
dc.contributor.authorFonseca, Arilton Martins [UNIFESP]
dc.contributor.authorGalduróz, José Carlos Fernandes [UNIFESP]
dc.contributor.authorTondowski, Cláudia Silveira [UNIFESP]
dc.contributor.authorNoto, Ana Regina [UNIFESP]
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6721302687122326pt_BR
dc.coverage.spatialSão Paulopt_BR
dc.date.accessioned2020-06-24T13:29:57Z
dc.date.available2020-06-24T13:29:57Z
dc.date.issued2009-01-28
dc.description.resumoOBJETIVO: Analisar as situações de violência domiciliar ocorridas com o agressor sob efeito do álcool. MÉTODOS: Foi realizado um levantamento domiciliar que incluiu as 108 cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes em 2005. A amostragem foi por conglomerados, estratificada, probabilística e autoponderada, obtida em três estágios de seleção: setores censitários, domicílios e respondentes (população entre 12-65 anos de idade). O instrumento utilizado para obtenção dos dados foi o Substance Abuse and Mental Health Services Administration, com perguntas sobre dados sociodemográficos e uso de drogas psicotrópicas. RESULTADOS: Foram pesquisados 7.939 domicílios. Em 33,5% foi relatado histórico de violência domiciliar, sendo 17,1% com agressores alcoolizados. Os tipos de violência em associação com uso de álcool mais freqüentes foram: discussões direcionadas a pessoas do domicílio (81,8%), escândalos não direcionados a alguém específico (70,9%), ameaça de agressão física (39,5%) e de quebra de objetos (38,7%), agressões físicas (27,8%), com armas (5,5%) e abuso sexual (3,2%). Mais da metade dos agressores era morador do domicílio, 88,8% deles do sexo masculino. A maioria das vítimas era do sexo feminino (63,9%); 33,9% eram esposas e 18,2% filhos. Quanto às reincidências, 14,1% dos casos perduraram por período entre um a cinco anos e em 14,3% ultrapassaram uma década. A maior parte das vítimas (86%) e dos agressores (77,9%) não procurou por ajuda em serviço de saúde e/ou delegacia. CONCLUSÕES: Além da alta proporção de domicílios brasileiros com histórico de violência com agressores alcoolizados, as agressões apresentaram várias especificidades. A baixa procura por ajuda em serviços de saúde/segurança indica a importância da detecção ativa de casos de violência domiciliar.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.format.extent743-749pt_BR
dc.identifierhttps://www.scielo.br/pdf/rsp/v43n5/24.pdfpt_BR
dc.identifier.citationFONSECA, Arilton Martins et al. Padrões de violência domiciliar associada ao uso de álcool no Brasil. Revista de Saúde Pública, v. 43, n. 5, p. 743-749, 2009.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S0034-89102009005000049pt_BR
dc.identifier.issn1518-8787pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/53406
dc.languageporpt_BR
dc.publisherRev. Saúde Pública [online]pt_BR
dc.relation.ispartofRevista de Saúde Públicapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectViolência domésticapt_BR
dc.subjectConsumo de bebidas alcoólicaspt_BR
dc.subjectRelações familiarespt_BR
dc.subjectPopulação urbanapt_BR
dc.subjectLevantamentos epidemiológicospt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titlePadrões de violência domiciliar associada ao uso de álcool no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeAlcohol-related domestic violence: a household survey in Brazilpt_BR
unifesp.assessoresproreitoriasNão se aplicapt_BR
unifesp.campusEscola Paulista de Medicina (EPM)pt_BR
unifesp.departamentoPsicobiologiapt_BR
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