Câncer de colo uterino: complicações renais e sobrevida apósnefrostomia percutânea

dc.contributor.advisorKirsztajn, Gianna Mastroianni Kirsztajn [UNIFESP]pt
dc.contributor.authorSouza, Alzira Carvalho Paula de [UNIFESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)pt
dc.date.accessioned2018-07-30T11:52:27Z
dc.date.available2018-07-30T11:52:27Z
dc.date.issued2014-11-30
dc.description.abstractO CCU representa uma das neoplasias mais frequentes no sexo feminino, especialmente nos países em desenvolvimento, com significativa taxa de mortalidade, constituindo-se em verdadeiro problema de saúde pública (BORSATO, 2011). É doença passível de cura completa quando tratada em fases iniciais (NAKAGAWA, 2011). No ano de 2010, o CCU foi o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres brasileiras, perdendo apenas para o câncer de mama, com uma estimativa de 18.430 casos, em 2011 (BORSATO, 2011; INCA, 2011). Nas regiões menos desenvolvidas, sobretudo a região norte do País e no norte do Mato Grosso, o CCU foi considerada a doença neoplásica mais comum no sexo feminino em 2011(BRASIL, 2011 apud NAKAGAWA 2011). O prognóstico do CCU depende basicamente do estadio clínico no momento do diagnóstico. Apesar dos avanços terapêuticos observados nas últimas décadas no tratamento do CCU, o prognóstico das pacientes não melhorou de forma significativa. Na abordagem terapêutica dos casos avançados, não existe padronização, a escolha da terapêutica está associada às condições clínicas da paciente; dessa forma, o tratamento geralmente é de cunho paliativo (FEBRASGO, 2011). A condução terapêutica nas complicações obstrutivas urinárias nos casos avançados de CCU é sempre problemática, devendo-se priorizar nesses casos a qualidade de vida da paciente, com alívio da dor, garantia de higiene e assistência psicológica. As cirurgias eventualmente realizadas têm intenção paliativa, sendo a NFT uma das mais frequentemente executadas com este fim (ALVES et al., 2001). Após o desenvolvimento do CCU avançado, a mulher doente passa em geral a ocupar leitos hospitalares por longos períodos, necessitando de tratamento de alta complexidade, além de comprometer sua capacidade produtiva e seu convívio familiar, o que acarreta prejuízos sociais e psicológicos. No serviço de Nefrologia do HOL, temos observado um número significativo de pacientes com complicações obstrutivas urinárias, na maioria das vezes com IRA, que acarreta a necessidade de terapia renal substitutiva (TRS) de urgência.pt
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1512598pt
dc.identifier.citationSOUZA, Alzira Carvalho Paula de. Câncer de colo uterino: complicações renais e sobrevida apósnefrostomia percutânea. 2014. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2014.
dc.identifier.file2014-0578.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48211
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectcâncer de colo uterinopt
dc.subjectfunção renalpt
dc.titleCâncer de colo uterino: complicações renais e sobrevida apósnefrostomia percutâneapt
dc.typeDissertação de mestrado
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramMedicina (Nefrologia)pt
unifesp.knowledgeAreaCiências da saúdept
unifesp.researchAreaMedicinapt
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