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dc.contributor.authorRocha, Katya Cristina
dc.contributor.authorBrinque, Luiz Alberto Da Fonseca
dc.contributor.authorOliveira, Claudia G. B.
dc.contributor.authorSant'anna, Aleksandra Vanessa Lambiasi
dc.contributor.authorFonseca, Alexandre Luiz Affonso
dc.contributor.authorAzzalis, Ligia Ajaime [UNIFESP]
dc.contributor.authorPereira, Edimar Cristiano [UNIFESP]
dc.contributor.authorJunqueira, Virginia Berlanga Campos [UNIFESP]
dc.contributor.authorBeltrame, Registila Libania
dc.contributor.authorFonseca, Fernando Luiz Affonso [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:45:17Z
dc.date.available2015-06-14T13:45:17Z
dc.date.issued2013-02-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S1676-24442013000100002
dc.identifier.citationJornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial. Sociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia, v. 49, n. 1, p. 12-16, 2013.
dc.identifier.issn1676-2444
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7619
dc.description.abstractINTRODUCTION: The rheumatoid factor (RF) is the most common antibody found in patients with rheumatoid arthritis. It is an inflammatory chronic disease characterized by articular involvement, inflammation of synovial fluid, tissue infiltration by leucocytes and joint destruction, which ultimately determine articular deformities. The rheumatoid factor is found in 70%-80% of the adult population and in 10% of the young population. OBJECTIVE: The aim of this research was to compare immunoturbidimetric and latex agglutination methods for the detection of RF in serum. RESULTS: The immunoturbidimetric method displayed sensitivity (95.2%), specificity (89.4%) and high positive correlation (R² = 0,8077) with the latex agglutination method in positive serum samples. CONCLUSION: The study allowed to demonstrate that both immunoturbidimetric and latex agglutination methods equally discriminate between negative and positive serum samples for RF.en
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: O fator reumatoide (FR) é o autoanticorpo mais comum encontrado em pacientes com artrite reumatoide, uma doença crônica inflamatória caracterizada pelo envolvimento articular com inflamação do líquido sinovial, infiltração de tecido por leucócitos e destruição das articulações, que acaba por determinar deformidades articulares. O FR é encontrado em 70%-80% da população adulta e em 10% da população juvenil. OBJETIVO: Comparar os métodos de imunoturbidimetria e aglutinação (prova do látex) para a determinação de FR em soro. RESULTADO: Foi possível observar que o método imunoturbidimétrico apresenta sensibilidade (95,2%), especificidade (89,4%) e correlação positiva elevada (R² = 0,8077) com o método de aglutinação pelo látex em amostras de soro positivas. CONCLUSÃO: O estudo permitiu demonstrar que o método imunoturbidimétrico e o método de aglutinação pelo látex são igualmente capazes de discriminar amostras negativas e positivas para FR.pt
dc.format.extent12-16
dc.language.isoeng
dc.publisherSociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia
dc.relation.ispartofJornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectrheumatoid factoren
dc.subjectlatex agglutination testen
dc.subjectimmunoturbidimetric methoden
dc.subjectfator reumatoidept
dc.subjectmétodo de aglutinação do látexpt
dc.subjectmétodo imunoturbidimetriapt
dc.titleComparative study between immunoturbidimetric and latex agglutination methods for the detection of rheumatoid factoren
dc.title.alternativeEstudo comparativo entre as técnicas de aglutinação em látex e de imunoturbidimetria para a detecção de fator reumatoidept
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionFaculdade de Medicina do ABC
dc.contributor.institutionInstituto Paulista de Ensino e Saúde de São Paulo
dc.contributor.institutionFaculdade de Medicina do ABC clinical laboratory analyst
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionHospital Emílio Ribas
dc.contributor.institutionUniversidade Paulista
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina do ABC
dc.description.affiliationInstituto Paulista de Ensino e Saúde de São Paulo
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina do ABC clinical laboratory analyst
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo Faculdade de Medicina clinical laboratory biologis
dc.description.affiliationHospital Emílio Ribas
dc.description.affiliationUniversidade Paulista
dc.description.affiliationUSP Instituto de Química
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Department of Biological Sciences
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Department of Biological Sciences
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Department of Biological Sciences
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Department of Biological Sciences
dc.identifier.fileS1676-24442013000100002.pdf
dc.identifier.scieloS1676-24442013000100002
dc.identifier.doi10.1590/S1676-24442013000100002
dc.description.sourceSciELO


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