PPG - Farmacologia

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    Acesso aberto (Open Access)
    Interação do antiarrítmico amiodarona e dronedarona com o canal de sódio Nav1.5 de humano depende do ph extracelular: novas perspectivas para o tratamento de doenças arrítmicas
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-04-08) Conceição, Michael Ramon de Lima [UNIFESP]; Compos, Danilo Roman [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/8233000987750211; http://lattes.cnpq.br/6818208342065227
    Introdução: A amiodarona (AMD, pKa 6.56) e dronedarona (DRN, pKa 9.40) são drogas antiarrítmicas que atuam em diversos canais iônicos, incluindo o canal para sódio Nav1.5, expresso majoritariamente no coração. Ambas as drogas apresentam grupos ionizáveis, porém em faixas de pHs distintos. Dessa forma, alterações no pH podem alterar a forma de interação dessas drogas com os canais iônicos. Objetivo: Investigar o papel do pH extracelular (pHe) sobre as propriedades farmacológicas da AMD e DRN sobre o Nav1.5. Métodos: Foram utilizadas células embrionárias de rim humano (HEK293) para expressar de forma heteróloga o Nav1.5 de humano. Coração e átrio de rato isolado foram utilizados para registro eletrocardiográfico e aferição da força e cronotropismo em função do pHe. Foi utilizada a neurotoxina do tipo 2, ATX, para aumentar o componente tardio da corrente de sódio (INaLate), o qual é capaz de gerar arritmias. Para o estudo da eletrofisiologia celular foi empregada a técnica de patch-clamp, por meio da configuração de célula inteira na modalidade “voltage-clamp” e “current-clamp”, utilizando diversos protolos. Resultados: A potência da AMD sobre o pico da INa foi ~25x maior em pHe 7.0 quando comparada a pHe 7.4. A DNR apresentou a mesma potência sobre o pico da INa para ambos os pHes. A dependência da voltagem para ativação não diferiu entre todos os grupos, tanto para AMD como para DNR. A AMD mudou a curva de inativação em estado estacionário para potenciais mais hiperpolarizados, com magnitudes semelhantes para ambos os pHes. Já a DNR não alterou esse parâmetro. A recuperação da inativação da INa foi atrasada na presença de AMD com perfil semelhante em ambos os pHes. A DNR também atrasou o recobro da inativação, porém em menor magnitude e independente do pHe. As propriedades do uso dependente de frequência da AMD foram distintas em pHe 7.0 e 7.4. Além disso, a AMD foi capaz de alterar o perfil do ECG ex vivo, porém em pHe 7.0+AMD causou maior aumento na duração de RR e QRS e no intervalo QT quando comparado ao pHe 7.4+AMD. A alteração do pHe não modificou as propriedades farmacológicas da AMD sobre o átrio esquerdo (AE) e direito (AD) isolados. O pHe 7.0 atenuou a velocidade máxima de despolarização e amplitude do potencial de ação (PA) de cardiomiócito atrial isolado que foi potencializada na presença de AMD. A AMD não teve efeito na repolarização do PA, independente do pHe. Utilizando transfecção transitória da subunidade alfa humana de Nav1.5, descobriu-se que a 10 M de AMD foi capaz de bloquear a INalate induzida por ATX apenas em pHe 7.0. Adicionalmente, 5 nM de ATX foi capaz de gerar arritmias em AD e AE isolados, além de prolongar a duração da PA e aumentar a dispersão da repolarização em cardiomiócitos atriais isolados em pHe 7.4 e pHe 7.0. A pré-incubação de AD e AE e cardiomiócitos atriais isolados com AMD foi capaz de prevenir arritmias induzidas por ATX apenas em pHe 7.0. Conclusões: A AMD em pHe ácido altera algumas propriedades biofísicas do canal para sódio de maneira diferente da DRN, além de reverter a INalate e arritmias em cardiomiócitos atriais e átrio isolado gerado por ATX apenas em pHe 7.0.
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    Efeito citoprotetor do canabidiol contra o insulto citotóxico induzido pela cisplatina em modelo in vitro de mioblastos e miotubos C2C12 e in vivo utilizando o Caenorhabditis elegans
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-05-16) Santos, Michele Rosana Maia [UNIFESP]; Trindade, Claudia Bincoletto [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/6169006634951828; http://lattes.cnpq.br/4027624160960261
    A caquexia, e consequente sarcopenia secundária, são efeitos adversos graves da quimioterapia e impacta na qualidade de vida e sobrevida do paciente. Compostos platinados, especialmente a cisplatina (CDDP), são muito utilizados no tratamento de tumores sólidos e estão diretamente relacionados à sarcopenia, uma vez que levam à atrofia muscular esquelética, principalmente pela via ubiquitina-proteossoma, impedindo a regeneração muscular por interferir na miogênese das células satélites. Diversos estudos com o canabidiol (CBD), canabinóide derivado da Cannabis sativa, tem demonstrado a capacidade citoprotetora da molécula em modelos celulares in vitro e in vivo, enquanto também apresenta atividade antitumoral. Objetivo: Verificar os efeitos do CBD em mioblastos e miotubos C2C12 e Caenorhabditis elegans diante da toxicidade da CDDP. Métodos: Foram realizados ensaio de redução MTT à formazan e citometria de fluxo com marcação por 7-AAD e anexina V-FITC para avaliação da viabilidade celular e detecção de morte celular em mioblastos C2C12 e adenocarcinoma mamário humano MCF-7 tratados com CBD (1-50 μM), CDDP (12,5-200 μM) e em cotratamento por 24 horas (h); Imunofluorescência (IF) para identificação dos receptores CB1, CB2 e TRPV1 em miotubos C2C12 e quantificação de myosin heavy chain (MHC)/núcleo nos miotubos tratados com CBD (10 μM), CDDP (50 μM) e cotratamento, e agonista inverso ou antagonistas dos receptores CB1 ou TRPV1 (AM-251 ou capsazepina 10 μM, respectivamente) por 48h; Ensaio de locomoção (movimentos/20 segundos) na cepa selvagem N2 (Bristol-WT) e na knockout para o receptor do sistema endocanabinóide RB1668 (npr- 19(ok2068)) de C. elegans tratados com CBD (15 μM) por 48h e CDDP (25 μM) por 24h e cotratamento. Resultados: Nenhuma das concentrações de CBD foi citotóxicas aos mioblastos C2C12 enquanto que, a partir de 10 μM, foi tóxica à MCF- 7, reduzindo a viabilidade celular e aumentando morte celular por apoptose e apoptose tardia; o CBD 10 e 15 μM protegeu os mioblastos frente à toxicidade da CDDP, mas não alterou as respostas da linhagem tumoral MCF-7 no cotratamento; imagens de IF identificaram a presença dos receptores CB1 e TRPV1, mas não de CB2; o CBD a 10 μM protegeu parcialmente os miotubos C2C12 aumentando a relação MHC/núcleo; os receptores CB1 e TRPV1 parecem estar envolvidos nos efeitos de citoproteção do CBD; O CBD 15 μM protegeu a capacidade locomotora em C. elegans expostos à CDDP via npr-19 Conclusões: O CBD induziu citoproteção à linhagem C2C12 agredida com o quimioterápico CDDP via receptores CB1 e TRPV1 enquanto que não afetou a ação antitumoral desse fármaco, abrindo perspectiva para a utilização futura do CBD como tratamento citoprotetor antitumoral.
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    Acesso aberto (Open Access)
    Efeitos neuroprotetores do canabidiol no parkinsonismo induzido pelo tratamento repetido com baixa dose de reserpina em camundongos
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-05-09) Lima, Alvaro da Costa [UNIFESP]; Silva, Regina Helena da [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/0101190051087933; http://lattes.cnpq.br/6055571222036518
    A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa ligada ao envelhecimento mais comum na população. É caracterizada pela sua sintomatologia motora e não motora, como por exemplo, tremores, dificuldade em iniciar movimentos, alteração na locomoção, depressão, ansiedade, déficits cognitivos, entre outros. Como características fisiopatológicas da DP vemos a diminuição gradativa dos neurônios dopaminérgicos da substância negra, além de diminuição nos níveis dopaminérgicos estriatais, bem como o aumento em parâmetros inflamatórios e indicadores de estresse oxidativo nessas regiões. Dessa forma, diversas novas terapias estão sendo desenvolvidas, principalmente com foco em ações antioxidantes e anti-inflamatórias. Uma dessas terapias é o uso da Cannabis, em especial o canabidiol (CBD), um de seus princípios ativos. O CBD não apresenta efeitos psicotrópicos, além de apresentar uma ação abrangente no organismo, agindo por meio de receptores ou por outros mecanismos. Tendo em vista o desenvolvimento lento, progressivo da DP, foi desenvolvido o modelo de administração repetida de uma dose baixa de reserpina (0,1mg/kg), que além de promover aumento progressivo nos déficits motores e não motores também causa aumento em parâmetros inflamatórios e oxidantes. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi verificar o possível efeito protetor do CBD em camundongos submetidos ao protocolo de administração aguda e repetida de reserpina, utilizando duas abordagens: (1) administração concomitante ao desenvolvimento do parkinsonismo e (2) administração prévia visando investigar ação preventiva. O efeito do CBD (em diferentes doses 0,5; 1,0 e 10 mg/kg) foi verificado através dos testes comportamentais de catalepsia, campo aberto e mastigação ao vácuo, e da imuno marcação neuronal de tirosina hidroxilase (TH), enzima limitante da síntese de dopamina. De maneira geral, foi visto que o CBD é capaz de atenuar os efeitos da reserpina nos animais, tanto nos comportamentos de catalepsia quanto na mastigação ao vácuo. O tratamento concomitante com CBD na dose de 0,5 mg/kg promoveu um retardo no surgimento dos comportamentos de catalepsia e atenuação na mastigação ao vácuo. Com o uso preventivo do CBD na dose de 0,5 mg/kg é observado um retardo maior no surgimento do comportamento cataléptico, com atenuação mais eficiente dos movimentos orais. Além disso, o CBD (0,5 mg/kg) apresenta uma prevenção da diminuição da marcação de TH na substância negra pars compacta, tanto no uso concomitante, quanto no uso preventivo. De acordo com os dados aqui apresentados, verificamos um efeito protetor do CBD, principalmente atenuando o surgimento de alterações motoras, como também as atenuando, sendo que esses efeitos foram mais expressivos no tratamento preventivo com CBD. O resultado da análise neuroquímica sugere uma proteção do CBD contra a reserpina, tanto de forma concomitante quanto preventiva.
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    Acesso aberto (Open Access)
    Avaliação da possível ação anti-hipertensiva e cardioprotetora dos extratos de Coriandrum sativum e Ocimum basilicum em ratos espontaneamente hipertensos (SHR)
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-10-30) Biquiza, Alexandre Simão [UNIFESP]; Bergamaschi, Cássia Marta de Toledo [UNIFESP]; Campos Júnior, Ruy Ribeiro [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/2520398649906832; http://lattes.cnpq.br/1166526138293050; http://lattes.cnpq.br/0797313763495518
    Introdução: a hipertensão arterial (HA) se caracteriza pela manutenção da pressão arterial acima de 140/90 mmHg, respetivamente para pressões arteriais sistólica (PAS) e diastólica (PAD). A HA afeta mais de 30% da população adulta em todo mundo e de-safios importantes no seu controle a tornam o principal fator de risco cardiovascular. Coriandrum sativum (CS) e Ocimum basilicum (OBL) são plantas ricas em compostos antioxidantes comumente utilizadas como condimento alimentar e na medicina tradici-onal de vários países. A capacidade antioxidante destas plantas representa um poten-cial anti-hipertensivo e cardioprotetor por poder melhorar a sensibilidade barorreflexa que está prejudicada em indivíduos hipertensos. Objetivo: investigar possíveis ações anti-hipertensiva e cardioprotetora dos extratos de CS e OBL em ratos espontanea-mente hipertensos (SHR). Material e métodos: partes aéreas secas de CS e OBL fo-ram trituradas e maceradas no metanol 80% por 7 dias. Todo teor alcoólico foi removido no evaporador rotativo e o resíduo aquoso foi liofilizado para posterior diluição em água destilada. Os extratos foram sujeitos a dosagem de compostos fenólicos e análise da capacidade antioxidante pelos métodos ABTS e DPPH. De acordo com o protocolo aprovado (CEUA/Unifesp n° 3797030122), animais SHR de 11 a 16 semanas (290 – 350g) foram distribuídos em grupos e tratados com 3 doses de cada extrato por gava-gem durante 15 dias: SHR CS 100 (n=12), SHR CS 300 (n=6) e SHR CS 400 (n=6); SHR OBL 100 (n=12), SHR OBL 300 (n=6) e SHR OBL 400 (n=6). Cada um dos grupos foi comparado com seu controle (SHR) tratado com água destilada. Após o tratamento os animais foram cateterizados sub anestesia, e 24 h depois, a PAM, PAD, PAS e FC foram registradas e avaliou-se a sensibilidade barorreflexa por infusão de drogas va-soativas. Os animais foram expostos ao teste de reatividade cardiovascular ao estresse (cage switch stress, CSS) e bloqueio ganglionar com hexametônio. O Sangue arterial, rim e coração foram coletados após eutanásia e junto com a urina (antes e após trata-mento), procedeu-se avalições bioquímicas, histológicas e moleculares. Teste t-student e two-way ANOVA foram usados para verificar diferença entre os grupos, estabelecida quando p<0.05. Os resultados são apresentados em média ± desvio e padrão (DP) ou erro padrão da média (EP). Resultados: a capacidade antioxidante em µM TE/g do CS foi de 17,32 ± 1,13 (ABTS) e 6,42 ± 1,07 (DPPH), resultante de compostos antioxidan-tes totais de 3,25 ± 0,29 g/g. O extrato de OBL apresentou 168,62 ± 43,84 (ABTS), 30,55 ± 2,79 (DPPH) e 32,67 ± 1,42 g/g de fenólicos totais. Partindo de valores basais simila-res, no final do tratamento, SHR CS 300 e SHR CS 400 apresentaram valores signifi-cativamente reduzidos de parâmetros cardiovasculares face aos SHR: PAM 125 ± 8 mmHg vs. 139 ± 6 mmHg e FC 340 ± 15 bpm vs 357 ± 8 bpm. Quanto a sensibilidade ba-rorreflexa, foi observada melhor resposta bradicárdica no SHR CS 300 ( 1.53 ± 0.91 bpm/mmHg vs -0.88 ± 0.54 bpm/mmHg), SHR OBL 300 ( 1.83 ± 0.71 bpm/mmHg vs -0.98 ± 0.64 bpm/mmHg) e SHR OBL 400 ( 2.13 ± 0.91 bpm/mmHg vs -1.48 ± 0.84 bpm/mmHg). O SHR CS 300 apresentou menor reatividade cardiovascular ao estresse nos minutos 20, 27 e 28 do teste CSS. Valores de proteinúria foram significativamente reduzidos no SHR CS 300 (22 ± 8 mg/24h vs 38 ± 7 mg/24h) e SHR CS 400 (24 ± 6 mg/24h vs 42 ± 5 mg/24h). Conclusão: o CS foi capaz de reduzir a PA e FC, melhorar sensibilidade barorreflexa e reduzir a proteinúria no SHR. O OBL melhora a sensibili-dade barorreflexa independente da redução da PA e FC. Ambos extratos conferem redução do risco cardiovascular. Estudos adicionais são necessários para aprofundar os mecanismos de ação.
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    Avaliação da comunicação cérebro-rim-baço na fisiopatologia da hipertensão arterial renovascular: investigação da influência da inervação renal e esplênica sobre a sensibilidade barorreflexa e neuroinflamação
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-12) Martins, Gustavo dos Reis [UNIFESP]; Bergamaschi, Cassia Marta de Toledo [UNIFESP]; Campos Junior, Ruy Ribeiro de [UNIFESP]; lattes.cnpq.br/2520398649906832; lattes.cnpq.br/1166526138293050; lattes.cnpq.br/3420592081782131
    Objetivo: Embora compreenda-se a hipertensão arterial sistêmica (HAS) como uma afecção multifatorial, adotando-se múltiplas estratégias terapêuticas no seu tratamento, a relativa alta prevalência de hipertensão resistente sugere a existência de mecanismos ainda não explorados responsáveis pela manutenção da HAS. Estudos apontam para um papel crescente da inervação esplênica e da ativação neuroimune na gênese de diversos modelos de HAS. A corrente tese propõe investigar a influência da denervação renal e esplênica sobre parâmetros cardiovasculares e autonômicos, sobre a neuroinflamação, e sobre o desenvolvimento da hipertensão arterial renovascular. Métodos: Ratos Wistar foram submetidos à denervação renal ou esplênica, seguido por cirurgia para suboclusão da artéria renal esquerda. Após seis semanas, registraram-se parâmetros cardiovasculares e autonômicos basais, e a sensibilidade barorreflexa. Realizou-se, também, uma segunda série independente de experimentos, na qual os ratos foram eutanasiados após as 6 semanas de observação para coleta de sangue e órgãos (baço, rim e encéfalo). Foram realizadas análises histológicas do parênquima esplênico e de núcleos autonômicos centrais (RVLM e PVN), bem como se avaliou o perfil de citocinas em amostras de plasma, baço, rim e encéfalo. Resultados: Animais hipertensos (2R1C) apresentaram elevação dos níveis pressóricos e do drive simpático basal, associado a um déficit na sensibilidade barorreflexa. Animais hipertensos submetidos à denervação renal (2R1C+DNr) ou esplênica (2R1C+DNe) apresentaram melhora nos parâmetros cardiovasculares e a normalização da disfunção autonômica. Ademais, verificou-se, no grupo 2R1C, indicadores de inflamação periférica – hipertrofia de polpa branca esplênica e mobilização plasmática de linfócitos e monócitos – e de neuroinflamação – aumento na população de micróglia na RVLM. Esses parâmetros apresentaram-se reduzidos nos grupos 2R1C+DNr e 2R1C+DNe. Conclusão: A HAS renovascular é uma afecção caracterizada tanto por inflamação sistêmica quanto por neuroinflamação, repercutindo em alterações nos parâmetros cardiovasculares e autonômicos. Os dados aqui descritos apontam para um relevante papel da inervação simpática esplênica na gênese da HAS renovascular.