Avaliação do volume de fluxo portal em pacientes esquistossomóticos: estudo comparativo entre ressonância magnética e ultrassom Doppler

dc.contributor.authorLeão, Alberto Ribeiro de Souza [UNIFESP]
dc.contributor.authorSales, Danilo Moulin [UNIFESP]
dc.contributor.authorSantos, José Eduardo Mourão [UNIFESP]
dc.contributor.authorNakano, Edson Minoru [UNIFESP]
dc.contributor.authorShigueoka, David Carlos [UNIFESP]
dc.contributor.authorD'Ippolito, Giuseppe [UNIFESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.date.accessioned2015-06-14T13:42:00Z
dc.date.available2015-06-14T13:42:00Z
dc.date.issued2010-12-01
dc.description.abstractOBJECTIVE: To evaluate the agreement between Doppler ultrasonography and magnetic resonance imaging as well as the interobserver reproducibility of both methods in the measurement of portal blood flow in schistosomal patients. MATERIALS AND METHODS: A cross-sectional, observational, self-paired study evaluated 21 patients with schistosomiasis mansoni submitted to measurement of portal blood flow with phase-contrast magnetic resonance imaging and Doppler ultrasonography. RESULTS: A poor intermethod agreement was observed (intraclass correlation coefficient: 34.5% [CI 95%]). On the other hand, the interobserver reproducibility was excellent in the evaluation by magnetic resonance imaging (intraclass correlation coefficient: 99.2% [CI 95%] / Pearson's correlation coefficient: 99.2% / portal blood flow = 0.806) and by Doppler ultrasonography (intraclass correlation coefficient: 80.6 to 93.0% [CI 95%] / Pearson's correlation coefficient: 81.6% to 92.7% / portal blood flow = 0.954, 0.758 and 0.749). CONCLUSION: There is a poor intermethod agreement in the measurement of portal blood flow. Nevertheless, contrast-phase magnetic resonance imaging and Doppler ultrasonography demonstrated to be reproducible methods presenting excellent interobserver agreement in the quantification of portal blood flow in patients with hepatosplenic schistosomiasis-related portal hypertensionen
dc.description.abstractOBJETIVO: Avaliar a concordância entre o ultrassom Doppler e a ressonância magnética e a reprodutibilidade interobservador desses métodos na quantificação do volume de fluxo portal em indivíduos esquistossomóticos. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizado estudo transversal, observacional e autopareado, avaliando 21 pacientes portadores de esquistossomose hepatoesplênica submetidos a mensuração do fluxo portal por meio de ressonância magnética (utilizando-se a técnica phase-contrast) e ultrassom Doppler. RESULTADOS: Observou-se baixa concordância entre os métodos (coeficiente de correlação intraclasse: 34,5% [IC 95%]). A reprodutibilidade interobservador na avaliação pela ressonância magnética (coeficiente de correlação intraclasse: 99,2% [IC 95%] / coeficiente de correlação de Pearson: 99,2% / média do fluxo portal = 0,806) e pelo ultrassom Doppler (coeficiente de correlação intraclasse: 80,6% a 93,0% [IC 95%] / coeficiente de correlação de Pearson: 81,6% a 92,7% / média do fluxo portal = 0,954, 0,758 e 0,749) foi excelente. CONCLUSÃO: Há uma baixa concordância entre o ultrassom Doppler e a ressonância magnética na mensuração do volume de fluxo na veia porta. A ressonância magnética e o ultrassom Doppler são métodos reprodutíveis na quantificação do fluxo portal em pacientes portadores de hipertensão porta de origem esquistossomótica, apresentando boa concordância interobservadorpt
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Diagnóstico por Imagem
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Depto. de Diagnóstico por Imagem
dc.description.sourceSciELO
dc.format.extent355-361
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842010000600005
dc.identifier.citationRadiologia Brasileira. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, v. 43, n. 6, p. 355-361, 2010.
dc.identifier.doi10.1590/S0100-39842010000600005
dc.identifier.fileS0100-39842010000600005.pdf
dc.identifier.issn0100-3984
dc.identifier.scieloS0100-39842010000600005
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6064
dc.language.isopor
dc.publisherColégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
dc.relation.ispartofRadiologia Brasileira
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectPortal blood flowen
dc.subjectMagnetic resonance imagingen
dc.subjectDoppler ultrasonographyen
dc.subjectReproducibilityen
dc.subjectPortal hypertensionen
dc.subjectFluxo portalpt
dc.subjectImagem por ressonância magnéticapt
dc.subjectUltrassonografia Dopplerpt
dc.subjectReprodutibilidadept
dc.subjectHipertensão portalpt
dc.titleAvaliação do volume de fluxo portal em pacientes esquistossomóticos: estudo comparativo entre ressonância magnética e ultrassom Dopplerpt
dc.title.alternativeEvaluation of portal blood flow in schistosomal patients: a comparative study between magnetic resonance imaging and Doppler ultrasonographyen
dc.typeArtigo
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