Dopplervelocimetria dos vasos peri-uretrais de mulheres sem e com incontinencia urinaria de esforco no menacme e na pos-menopausa

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Data
1998
Autores
Jarmy-Di Bella, Zsuzsanna Ilona Katalin [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Dissertação de mestrado
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Resumo
Para que haja continencia urinaria, a pressao uretral deve ser maior que a vesical, no repouso e ao esforco. O decrescimo da pressao uretral e um dos principais fatores envolvidos na patogenese da incontinencia urinaria de esforco. Varios fatores contribuem para a pressao uretral, realcando entre eles as musculaturas lisa e estriada peri-uretral, os tecidos conjuntivo e elastico e o tecido vascular. O leito vascular e responsavel por um terco da pressao intra-uretral. A presenca de vasos em grande quantidade, desproporcionais a necessidade do suprimento sanguineo para estrutura tao pequena como a uretra feminina, confirma a funcao de coxim vascular, influenciando a pressao intra-uretral, e consequentemente a continencia urinaria. Os vasos peri-uretrais sofrem as influencias hormonais do ciclo menstrual, da gravidez e da meno-pausa. Estudamos os vasos peri-uretrais, por meio da dopplervelocimetria digitalizada, de 97 mulheres, sendo 57 incontinentes e 40 continentes. A idade media das pacientes no menacme(continentes e incontinents) foi de 39 anos, enquanto na pos-menopausa (continentes e incontinents) foi de 57anos. O indice de massa corporea variou de 20,3 a 33,9kg/m2. Avaliamos o numero de vasos peri-uretrais, o pico sistolico, a diastole minima, os indices de pulsatilidade e de resistencia e a relacao sistole/diastole. Conluimos que houve diferencas significantes quanto ao numero de vasos peri-uretrais, pico sistolico, diastole minima, indices de pulsatilidade e de resistencia entre as mulheres com incontinencia urinaria de esforco na pos-menopausa e no menacme. Tambem houve diferencas significantes quanto ao numero de vasos peri-uretrais, diastole minima, indices de pulsatilidade e de resistencia entre as mulheres continentes na pos-menopausa e no menacme. Observamos haver diferencas significantes quanto ao pico sistolico, entre as mulheres na pos-menopausa continentes e com incontinencia urinaria de esforco, sendo maior nas continentes. Notamos haver diferencas significantes, quanto ao pico sistolico, indice de resistencia e relacao sistole/diastole entre as mulheres no menacme, continentes e com incontinencia urinaria de esforco. A proporcao de pacientes na pos-menopausa com diastole final nula foi significante em relacao as mulheres no menacme. Essas diferencas se devem aos diferentes estados hormonais que podem interferir na continencia urinaria
Descrição
Citação
São Paulo: [s.n.], 1998. 66 p.
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