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Title: Keratoconus and corneal stability after radial keratectomy in the fellow eye: case report
Other Titles: Ceratocone e estabilidade corneana após ceratectomia radial no outro olho: relato de caso
Authors: Sousa, Jacqueline Martins de [UNIFESP]
Hirai, Flávio Eduardo [UNIFESP]
Sato, Elcio Hideo [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Cornea
Corneal diseases
Corneal topography
Keratomileusis, laser in situ
Humans
Male
Case report
Córnea
Doenças da córnea
Topografia da córnea
Ceratomileuse assistida por excimer laser in situ
Humanos
Feminino
Relato de caso
Issue Date: 1-Jun-2013
Publisher: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Citation: Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 76, n. 3, p. 195-196, 2013.
Abstract: Keratoconus has usually been described as bilateral but asymmetric disease. Corneal ectasia is one of the long-term complications of modern refractive surgery, especially those submitted to laser in situ keratomileusis (LASIK). We describe a patient with keratoconus in the right eye that was submitted to radial keratectomy (RK) in the left eye 19 years ago with no progression of the ectatic cornea and no complications related to the refractive surgery. Because unilateral keratoconus is rare, we believe that RK was performed on an already ectatic cornea (not clinically detected) or with fruste keratoconus. However, neither corneal ectasia progressed, nor ectasia was induced by RK in the fellow eye.
O ceratocone é descrito como uma doença bilateral porém assimétrica e vários dados na literatura comprovam que a ectasia corneana é uma das complicações de longo prazo da cirurgia refrativa moderna, especialmente do laser in situ keratomileusis (LASIK). Nós descrevemos um caso de uma paciente com ceratocone no olho direito e que foi submetida à ceratotomia radial no olho esquerdo há 19 anos, desde então sem sinais de progressão da ectasia corneana nem de complicações relativas à cirurgia refrativa. Como o ceratocone unilateral é raro, acreditamos que a cirurgia refrativa tenha sido realizada num olho com ectasia corneana não detectada clinicamente ou com ceratocone frustro. Entretanto, a ectasia do olho direito não progrediu e também não houve sinais de ectasia no olho submetido à cirurgia refrativa nesse período de 19 anos de acompanhamento.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7830
ISSN: 0004-2749
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492013000300014
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