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Title: Refluxo esôfago-esofágico em adultos: queixas e classificação da disfagia
Authors: Gonçalves, Maria Inês Rebelo [UNIFESP]
Silva, Gizella Malvina da [UNIFESP]
http://lattes.cnpq.br/9327083927146744
Oliveira Neto, Isabella Christina
http://lattes.cnpq.br/3179651142271447
Keywords: Disfagia
Videodeglutoesofagograma
Alteração esofágica
Refluxo esôfago-esofágico
Issue Date: 3-Dec-2021
Publisher: Universidade Federal de São Paulo
Citation: SILVA, Gizella Malvina da. Refluxo esôfago-esofágico em adultos: queixas e classificação da disfagia. São Paulo, 2021. 24 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2021.
Abstract: Introdução: As fases da deglutição são: oral, faríngea e esofágica. Um distúrbio no processo da deglutição é chamado de disfagia, podendo acarretar uma vulnerabilidade do indivíduo, como comprometimento pulmonar e hidronutritivo. O videodeglutoesofagograma permite visualizar e avaliar a segurança da alimentação por via oral. Objetivo: Verificar se pacientes adultos com refluxo esofago-esofágico analisados por videodeglutoesofagograma da deglutição apresentam queixas de disfagia, e classificar a disfagia quando presente. Método: O estudo analisou por meio de laudos de videodeglutoesofagograma pacientes com refluxo esôfago-esofágico com e sem disfagia. Resultados: As queixas mais apresentadas, em indivíduos disfágicos e não disfágicos foram, respectivamente: pigarro (17% e 54,7%), dificuldade de engolir (17% e 13,2%), azia (17% e 52,8%), engasgos (12,8% e 18,9%) e sensação de alimento parado/incômodo (6,4% e 9,4%. Os pacientes apresentaram disfagias orofaríngeas (95%) e faringoesofágica (4,2%), sendo que o grau da disfagia foi 37% leve, 20,8% leve para moderada, 33,3% moderado e 8,9% grave. Conclusões: As queixas mais apresentadas em indivíduos disfágicos foram, em ordem decrescente: pigarro, dificuldade de engolir, azia/queimação, engasgo e sensação de alimento parado/incômodo. Nos pacientes não disfágicos a ordem decrescente de queixas foi, respectivamente: pigarro, azia, engasgo, dificuldade de engolir e sensação de alimento parado/incômodo. Quanto ao local da disfagia 95% dos pacientes disfágicos apresentou disfagia orofaríngea e 4,2% disfagia faringoesofágica. Os graus de disfagia foram: leve com 37.5%, leve para moderado 20,8%, moderado 33,3% e grave 8,9%.
URI: https://repositorio.unifesp.br/xmlui/handle/11600/62377
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