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Title: Configuração das pregas vestibulares à fonação em adultos com e sem disfonia
Other Titles: Vestibular fold configuration during phonation in adults with and without dysphonia
Authors: Nemetz, Marcos Antônio [UNIFESP]
Pontes, Paulo Augusto de Lima [UNIFESP]
Vieira, Vanessa Pedrosa [UNIFESP]
Yazaki, Reinaldo Kazuo [UNIFESP]
Universidade Regional de Blumenau
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: voice
larynx
vestibular fold
laryngoscopy
voz
laringe
prega vestibular
laringoscopia
Issue Date: 1-Feb-2005
Publisher: ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Citation: Revista Brasileira de Otorrinolaringologia. ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, v. 71, n. 1, p. 6-12, 2005.
Abstract: The real participation of the vestibular folds during phonation mechanism is unknown. How vestibular folds change their configuration during phonation is still unclear. Learning about these changes in the functional mechanism of vestibular fold would be helpful for the evaluation of pathological conditions. AIM: The objective of the present study was to analyze the configuration of laryngeal vestibular folds during phonation (sustained emission of vowel /µ/) by comparing exams of individuals without vocal complaints (the normal voice group) with those with vocal complaints. STUDY DESIGN: Transversal simple study. MATERIAL AND METHOD: 120 images of larynges were analyzed, 60 of normal voice individuals and 60 of dysphonic subjects, with equal gender distribution. The position of the free margin of the vestibular fold was identified in relation to a straight line that brought together the anterior and posterior insertions. Regarding this position, three types of configurations were described: concave, when it was in a lateral position, convex when it was in a medial position, and linear when it overlapped. RESULTS: Out of the 240 vestibular folds, 158 were concave, 41 convex and 31 linear. The concave form was predominant in both groups in relation to the other two forms, although the number of convex and linear forms increased in the dysphonic group. Analyzing the behavior of these forms in each gender we noticed that among women, the linear form was significantly increased in the dysphonic group, whereas among men there was significant increase in convex form. CONCLUSION: We concluded that there were differences in behavior of vestibular folds in the dysphonic group in relation to the normal voice group, and that the differences occurred differently in both gender groups.
As pregas vestibulares participam da emissão vocal com mudanças evidentes de posição e forma durante este processo, porém pouco ou quase nada se conhece sobre o significado desta participação e como se iniciam estes movimentos ativos que mudam sua forma e contorno. Entendemos que o conhecimento da participação das pregas vestibulares na fisiologia laríngea possa ter importante aplicação prática, pois permitirá avaliar melhor o comprometimento funcional em condições patológicas, o que auxiliará na definição de estratégias para o adequado tratamento. OBJETIVO: Estudar a configuração da prega vestibular durante a fonação (emissão sustentada do /µ/) comparando exames de indivíduos sem queixa vocal (grupo eufonia) com portadores de queixa de voz (grupo disfonia). FORMA DE ESTUDO: Coorte transversal simples. MATERIAL E MÉTODO: Foram analisados 120 registros de imagens de laringes, sendo 60 de indivíduos eufônicos e 60 de disfônicos, constituído cada grupo de igual número de indivíduos em relação ao gênero. Foi identificada a posição da borda livre de prega vestibular em relação a uma reta que une as inserções anterior e posterior da mesma. Na dependência desta posição, foram descritos três tipos de configurações: côncava, quando estava em posição lateral, convexa quando em posição medial e linear quando paralela ou se sobrepunha. RESULTADOS: Das 240 pregas vestibulares, 158 eram côncavas, 41 convexas e 31 lineares. A forma côncava predominou nos dois grupos em relação às outras, porém as formas convexa e linear aumentaram no grupo disfonia. No feminino, a forma linear teve aumento significante no grupo disfonia, enquanto no masculino o aumento significante ocorreu na forma convexa. CONCLUSÃO: Existe diferença no comportamento da prega vestibular no grupo disfonia em relação à eufonia, sendo que esta diferença ocorre de forma diversa em relação aos gêneros.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2411
ISSN: 0034-7299
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-72992005000100002
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