Janelas Riscadas - Um estudo da forma como a CPTM lida com pixações em suas composições

dc.contributor.advisorPaula, Liana de [UNIFESP]
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0888539502981802pt_BR
dc.contributor.authorViana, João Pedro [UNIFESP]
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7827655214447158pt_BR
dc.coverage.spatialUNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO - EFLCHpt_BR
dc.date.accessioned2023-01-27T20:10:23Z
dc.date.available2023-01-27T20:10:23Z
dc.date.issued2023-01-25
dc.description.abstractTrata-se resultado de pesquisa de iniciação científica em Sociologia, a qual, por intermédio da Sociologia do Controle e do Desvio Social, visou a compreensão dos motivos pelos quais a CPTM insiste em ocultar práticas de pixação em sua frota ativa de trens. Existem outros sistemas de transporte ferroviário que perseguem a prática, porém foi ponto comum em todos esses a existência de um aparato coercitivo cuja única lógica perceptível é o ideário de desordem leva ao caos; muito semelhante às políticas de broken windows, motivo pelo qual inclusive a pesquisa carrega o nome Janelas Riscadas. O agente da desordem – aqui, o pixador – não visou a inutilização da matéria, mas meramente a sua personalização, que, vez ou outra, pode ser perceptível ao passageiro da composição ferroviária alvo, ao ter sua vista pela janela obstada por tinta. A pesquisa restou na evidência de que a CPTM alinha suas tentativas de evitar práticas às teorias derivadas do controle social, em especial, nas criminologias do cotidiano.pt_BR
dc.description.abstractThis paper is the result of a scientific initiation research in Sociology, which, through the Sociology of Control and Social Deviation, aimed at understanding why the CPTM insists on hiding pixação practices in its active train fleet. Other rail transport companies persecute graffiti practices in their trains, and they all have in common the existence of a coercive apparatus in which we can perceive the idea that disorder leads to chaos, very similar to the policies of broken windows. This is why my research carries the name “scratched windows”, since the agent of disorder - here, the pixador (painters) - did not aim at the destruction of the good, but merely its customization, which sometimes can be noticeable to the passenger of the target railway composition, when having your view through the window blocked by paint. The research presents evidence that CPTM aligns its attempts to avoid and hide graffiti practices to theories derived from social control, especially in the new criminologies of everyday life, defined by David Garland.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.emailadvisor.customliana.paula@unifesp.brpt_BR
dc.format.extent46 f.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/66668
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectPixaçãopt_BR
dc.subjectGraffitipt_BR
dc.subjectControle Socialpt_BR
dc.subjectDesvio Socialpt_BR
dc.subjectJanelas Quebradaspt_BR
dc.subjectSocial Controlpt_BR
dc.subjectSocial Deviationpt_BR
dc.subjectBroken Windowspt_BR
dc.titleJanelas Riscadas - Um estudo da forma como a CPTM lida com pixações em suas composiçõespt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduaçãopt_BR
unifesp.campusEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)pt_BR
unifesp.graduacaoCiências Sociaispt_BR
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