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dc.contributor.authorPares, David Baptista da Silva [UNIFESP]
dc.contributor.authorLima, Angélia Iara Felipe [UNIFESP]
dc.contributor.authorAraujo Júnior, Edward [UNIFESP]
dc.contributor.authorNardozza, Luciano Marcondes Machado [UNIFESP]
dc.contributor.authorMartins, Wellington P.
dc.contributor.authorMoron, Antonio Fernandes [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:45:44Z
dc.date.available2015-06-14T13:45:44Z
dc.date.issued2013-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.5935/1678-9741.20130078
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular. Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, v. 28, n. 4, p. 477-481, 2013.
dc.identifier.issn0102-7638
dc.identifier.issn1678-9741
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8087
dc.description.abstractOBJECTIVE: To evaluate the influence of the crown-rump length and body mass index on sonographic evaluation of the fetal heart using abdominal and vaginal routes in the first trimester of pregnancy. METHODS: We conducted a cross-sectional study with 57 pregnant women between 12-14 weeks (CRL< 84 mm). We evaluated the following fetal cardiac plans using the abdominal and vaginal routes: four-chamber view, right ventricle outflow tract, left ventricle outflow tract and aortic arch. We used the B-mode, color Doppler and four-dimensional ultrasonography (spatio-temporal image correlation). To evaluate the influence of crown-rump length and body mass index in the assessment of fetal cardiac planes, we used the t test unpaired. RESULTS: There were no statistically significant differences in the rates of success and failure between abdominal and vaginal routes in relation to body mass index, however, there was a higher failure rate in vaginal assessment using B mode associated with color Doppler (P<0.01). CONCLUSION: The crown-rump length and body mass index had no interference in fetal cardiac assessment in the first trimester of pregnancy.en
dc.description.abstractOBJETIVO: Avaliar a influência do comprimento cabeça-nádega e do índice de massa corporal na avaliação ultrassonográfica do coração fetal, pelas vias abdominal e vaginal, no primeiro trimestre de gestação. MÉTODOS: Realizou-se um estudo de corte transversal com 57 gestantes normais entre 12 a 14 semanas (CCN < 84 mm). Foram avaliados os seguintes planos cardíacos, pelas vias abdominal e vaginal: quatro câmaras, via de saída do ventrículo direito, via de saída do ventrículo esquerdo e arco aórtico. Utilizou-se o modo B, Doppler colorido e ultrassonografia de quarta dimensão (spatio-temporal image correlation). Para avaliar a influência do comprimento cabeça-nádega e índice de massa corporal na avaliação dos planos cardíacos fetal, utilizou-se o teste t não-pareado. RESULTADOS: Não se observou diferenças estaticamente significativas nas taxas de sucesso e insucesso entre as vias abdominal e vaginal em relação ao índice de massa corporal, contudo, observou-se maior taxa de insucesso na avaliação vaginal utilizando o modo B associado ao Doppler colorido (P<0,01). CONCLUSÃO: O índice de massa corporal e o comprimento cabeça-nádega não tiveram interferência na avaliação cardíaca fetal no primeiro trimestre de gestação.pt
dc.format.extent477-481
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectFetal hearten
dc.subjectColor Doppleren
dc.subjectUltrasonography, Doppler, Coloren
dc.subjectCrown-rump lengthen
dc.subjectBody mass indexen
dc.subjectCoração fetalpt
dc.subjectDoppler coloridopt
dc.subjectUltrassonografia Doppler em corespt
dc.subjectEstatura cabeça-cóccixpt
dc.subjectÍndice de massa corporalpt
dc.titleAvaliação do coração fetal no primeiro trimestre de gestação: influência do comprimento cabeça-nádega e índice de massa corporal maternapt
dc.title.alternativeFetal heart assessment in the first trimester of pregnancy: influence of crown-rump length and maternal body mass indexen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, EPM
dc.identifier.fileS0102-76382013000400011.pdf
dc.identifier.scieloS0102-76382013000400011
dc.identifier.doi10.5935/1678-9741.20130078
dc.description.sourceSciELO
dc.identifier.wosWOS:000330196300011


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