O uso de drogas psicotrópicas e a prevenção no Brasil

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Data
1999-01-01
Autores
Noto, Ana Regina [UNIFESP]
Galduróz, José Carlos Fernandes [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
Even though the context related to the use of psychotropic drugs in Brazil is still somewhat unknown, available studies point to alcohol, tobacco and some psychotropic medications as the most used drugs and as responsible for the highest indexes of problems in our population. However, the increasing consumption of cocaine over the years is unquestionable, as well as the increase of a series of associated problems, including violence. As far as possible interventions in this scenario are concerned, the need for complementary preventive measures has been stressed. Although the repressive approach has been highlighted in the last decades, studies have pointed out to the limitations of this kind of intervention. The different levels of psychotropic drugs use prevention are presented in this study, along with comments on the main approaches used and how they have been implemented in Brazil.
Embora o contexto relacionado ao consumo de drogas psicotrópicas no Brasil ainda seja pouco conhecido, os estudos disponíveis apontam que o álcool, o tabaco e alguns medicamentos psicotrópicos são as drogas mais consumidas e responsáveis pelos maiores índices de problemas para a nossa população. No entanto, é inegável o crescente consumo de cocaína ao longo dos últimos anos, bem como o aumento de uma série de problemas daí decorrentes, incluindo a violência. No que diz respeito às possíveis intervenções nesse cenário, embora o enfoque repressivo tenha recebido destaque nas últimas décadas, estudos têm apontado as limitações desse tipo de intervenção, enfatizando a necessidade de medidas preventivas complementares. No presente artigo são apresentados os diferentes níveis de prevenção ao uso de drogas psicotrópicas, sendo comentados os principais enfoques utilizados e como os mesmos vêm sendo implementados no Brasil.
Descrição
Citação
Ciência & Saúde Coletiva. ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva, v. 4, n. 1, p. 145-151, 1999.
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