A TRILOGIA HUMANITÁRIA DE MASAKI KOBAYASHI E A REPRESENTAÇÃO DO PACIFISMO JAPONÊS NO PÓS-GUERRA (1959-1961)

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Data
2022-08-03
Autores
Nakagawa, Erik Seiji [UNIFESP]
Orientadores
Osman, Samira Adel [UNIFESP]
Tipo
Trabalho de conclusão de curso de graduação
Título da Revista
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Resumo
Esta pesquisa se propõe a analisar criticamente o filme Não há amor maior (1959), o primeiro de uma trilogia chamada Guerra e Humanidade (Ningen no Joken, 1959-1961), dirigidos pelo diretor japonês Masaki Kobayashi, de forma a compreender como o filme retrata o antimilitarismo e o pacifismo no período do pós-guerra japonês. O filme foi produzido no final da década de 1950, período posterior à ocupação estadunidense no Japão e de auge da produção cinematográfica no país. A trilogia de Kobayashi, assim como outros filmes de guerra da época, transmite uma mensagem pacifista e antimilitarista ao retratar as condições desumanas na qual os trabalhadores chineses eram submetidos em uma mina na Manchúria durante a ocupação japonesa, e a estrutura fortemente militarizada do exército japonês a partir da perspectiva de um civil. Nesse sentido, a pesquisa se propõe a entender o teor da crítica proposta pelos seus realizadores bem como as suas intenções, de forma que a análise do filme sirva de ferramenta para a compreensão do contexto de sua realização.
Esta pesquisa se propõe a analisar criticamente o filme Não há amor maior (1959), o primeiro de uma trilogia chamada Guerra e Humanidade (Ningen no Joken, 1959-1961), dirigidos pelo diretor japonês Masaki Kobayashi, de forma a compreender como o filme retrata o antimilitarismo e o pacifismo no período do pós-guerra japonês. O filme foi produzido no final da década de 1950, período posterior à ocupação estadunidense no Japão e de auge da produção cinematográfica no país. A trilogia de Kobayashi, assim como outros filmes de guerra da época, transmite uma mensagem pacifista e antimilitarista ao retratar as condições desumanas na qual os trabalhadores chineses eram submetidos em uma mina na Manchúria durante a ocupação japonesa, e a estrutura fortemente militarizada do exército japonês a partir da perspectiva de um civil. Nesse sentido, a pesquisa se propõe a entender o teor da crítica proposta pelos seus realizadores bem como as suas intenções, de forma que a análise do filme sirva de ferramenta para a compreensão do contexto de sua realização.
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