AS CULTURAS INFANTIS NA CRIAÇÃO DE NOVAS AMARELINHAS: A INSPIRAÇÃO DA PESQUISA DE LYDIA HORTÉLIO, A ARTE NAIF E O CORDEL

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Data
2022-11-25
Autores
Sacramento, Sabrina Lopes [UNIFESP]
Orientadores
Araújo, Betânia Libânio Dantas de [UNIFESP]
Tipo
Trabalho de conclusão de curso de graduação
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Resumo
O presente trabalho nasce da inquietação sobre a ausência da arte, da invisibilidade sobre o universo infantil, de seus impactos na criação livre e espontânea das crianças. E para adentrar ao mundo das crianças dialogamos com a autora Adriana Friedmann, a qual enfatiza em seus livros e estudos a importância da escuta e olhar sensível a este universo. Criamos uma metodologia diferente, levando em consideração a abordagem triangular, aprofundando a história da amarelinha, seu contexto, a ação, análise e performance da criação artística. Investigamos diferentes fontes, como a literatura de cordel, xilogravuras, pinturas brasileiras, sobretudo, a arte naif, buscando novos simbolismos e contribuições visuais. Realizamos uma entrevista semiestruturada com meu avô, minha tia e meu tio, com objetivo de resgatar as memórias de infância, afirmando a importância do brincar livre e a passagem do repertório lúdico cultural de geração para geração. Ao ar livre, realizei uma ação com objetivo de fomentar junto às crianças a versatilidade do jogo amarelinha e de seu novo design dando continuidade às pesquisas de Lydia Hortélio, pesquisadora da cultura das infâncias. Todo o processo da pesquisa afirma a importância das memórias infantis para construção de uma cultura, da arte, do fazer com as mãos no movimento para criatividade das crianças.
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