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dc.contributor.advisorBelela-Anacleto, Aline Santa Cruz [UNIFESP]
dc.contributor.authorBarbosa, Mariane Freire [UNIFESP]
dc.coverage.spatialSão Paulo
dc.date.accessioned2022-09-28T19:27:13Z
dc.date.available2022-09-28T19:27:13Z
dc.date.issued2022-09-30
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/11600/65637
dc.description.abstractIntrodução. No Brasil, as atividades escolares foram suspensas em março de 2020 a partir da declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde, resultando em longo período de restrição das crianças ao ambiente doméstico. Em todo o mundo, tem-se avaliado o impacto desta medida e os riscos para a educação, proteção e saúde das crianças. Objetivo. Comparar as características de acidentes ocorridos com crianças durante a pandemia COVID 19 com as características de acidentes ocorridos no período equivalente do ano anterior. Materiais e método. Estudo descritivo, retrospectivo e transversal, realizado nas unidades de atendimento de emergência (pronto-socorro pediátrico e das especialidades oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia) de um hospital universitário do município de São Paulo. A amostra intencional não probabilística obtida a partir de dados registrados em prontuário eletrônico foi constituída por crianças de zero a 18 anos incompletos atendidas por ocorrência de acidente em dois períodos de estudo: de março a setembro de 2020, e entre os meses de março a setembro de 2019. Foram avaliadas variáveis de caracterização das crianças, das lesões e dos atendimentos. Os dados foram registrados em formulário eletrônico e são apresentados segundo estatística descritiva. A correlação entre variáveis categóricas foi analisada pelo teste de qui-quadrado. Aspectos éticos. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição. Resultados. Os acidentes corresponderam a 7,96% (n=1540) dos 19.332 atendimentos pediátricos realizados no serviço de emergência em 2019, e a 17,68% (n=1200) dos 6.784 atendimentos de 2020. Os eventos foram mais frequentes entre crianças do sexo masculino (56,4% em 2019; 56,8% em 2020) e nas faixas etárias pré-escolar (38,7% em 2019; 56,3% em 2020) e escolar (44,5% em 2019; 37,4% em 2020). Em ambos os anos, a alta hospitalar constituiu o principal desfecho (95,5% em 2019; 94,8% em 2020) e não houve óbitos relacionados aos eventos. Quanto ao tipo, prevaleceram os acidentes com corpos estranhos (43% em 2019; 49,6% em 2020) e as quedas (29,9% em 2019; 21,5% em 2020). Quanto à gravidade, a maior parte das lesões foi classificada como moderada, que impossibilitou que a criança realizasse atividades diárias. Conclusão: A necessidade de permanência das crianças no ambiente domiciliar em função do fechamento de creches e escolas durante a pandemia da COVID 19 resultou em aumento representativo da frequência de atendimentos decorrentes de acidentes no serviço de emergência pediátrica e de especialidades, reforçando a necessidade de ações para a promoção de ambientes seguros para as crianças.pt_BR
dc.format.extent31 f.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso restritopt_BR
dc.subjectAcidentespt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectPandemiaspt_BR
dc.subjectInfecções por Coronavíruspt_BR
dc.subjectHospitalizaçãopt_BR
dc.titleAtendimentos por acidentes na infância em um serviço de emergência antes e durante a pandemia COVID-19pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduaçãopt_BR
unifesp.campusEscola Paulista de Enfermagem (EPE)pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1199466638653887pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8189405676536389pt_BR
dc.contributor.advisor-coKusahara, Denise Miyuki [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/2666393667209812pt_BR
unifesp.graduacaoEnfermagempt_BR


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