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dc.contributor.advisorBatista, Ruth Ester Assayag [UNIFESP]
dc.contributor.authorSantos, Sara Ivo dos [UNIFESP]
dc.coverage.spatialSão Paulopt_BR
dc.date.accessioned2022-09-28T19:03:42Z
dc.date.available2022-09-28T19:03:42Z
dc.date.issued2022-09-20
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/11600/65634
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: As adversidades trazidas pela pandemia da Covid-19 desafiaram a capacidade de resiliência da população, sobretudo dos profissionais de saúde e dos residentes multiprofissionais, sendo estes últimos, uma parcela de profissionais que estão em processo de formação e compuseram a linha de frente durante a pandemia. Além da elevada carga de estresse advindo desse processo, durante o cenário pandêmico esses profissionais foram expostos a inúmeros estressores que podem desencadear um maior sofrimento psíquico. Há estratégias de enfrentamento que são bem elucidadas, porém pouco se sabe sobre a correlação entre a capacidade de resiliência e a prática religiosa. Atentando-se para a baixa quantidade de evidências e a sua relevância, busca-se aprimorar o entendimento sobre esse assunto pouco explorado nas ciências da saúde. OBJETIVO: Associar a religiosidade com o nível de resiliência entre os residentes multiprofissionais durante a pandemia da Covid-19. MÉTODO: Estudo transversal de abordagem quantitativa. A população foi não randômica, composta por residentes de nove programas de residência multiprofissional oferecidos pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação de três instrumentos, o questionário demográfico, a Escala de Resiliência e o Índice de Religiosidade de Duke - DUREL. Os dados foram submetidos à análise estatística descritiva e inferencial, por meio dos Testes Exato de Fisher e Qui-quadrado de Pearson. RESULTADOS: Participaram do estudo 93 residentes, apresentando idade média de 25,79 anos eram majoritariamente do sexo feminino (86%), brancos (58%), cursavam o primeiro ano da residência (50,5%) e fisioterapeutas (35,9%). Os residentes apresentaram moderada resiliência, com média de 124,5 (DP=+17,9). As médias dos escores dos domínio da religiosidade foram de 2,54 (DP=±1,43) para Religiosidade Organizacional, 2,67 (DP=±1,83) para Religiosidade Não-organizacional e 9,41 (DP=±4,16) para Religiosidade Intrínseca. CONCLUSÃO: Não houve associação entre religiosidade e o nível de resiliência em residentes multiprofissionais, ainda sendo escasso na literatura os fatores que contribuem para a capacidade de ser resiliente em profissionais de saúde.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)pt_BR
dc.format.extent17 f.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso restritopt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectResiliência psicológicapt_BR
dc.subjectInternato não médicopt_BR
dc.subjectPandemiaspt_BR
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.titleCOVID-19: associação entre religiosidade e nível de resiliência em residentes multiprofissionaispt_BR
dc.title.alternativeCOVID-19: association between religiosity and resilience level in multiprofessional residentsen
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduaçãopt_BR
unifesp.campusEscola Paulista de Enfermagem (EPE)pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9107693639714902pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7232913011589777pt_BR
dc.contributor.advisor-coLopes, Maria Carolina Barbosa Teixeira [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/5786332482130448pt_BR
unifesp.graduacaoEnfermagempt_BR


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