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dc.contributor.advisorCappellette Júnior, Mario [UNIFESP]
dc.contributor.authorShido, Flavio Toshiki [UNIFESP]
dc.coverage.spatialSão Paulo
dc.date.accessioned2022-09-26T17:36:49Z
dc.date.available2022-09-26T17:36:49Z
dc.date.issued2021
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/11600/65617
dc.description.abstractIntrodução: Mudanças na função normal da respiração durante a fase de crescimento podem influenciar o desenvolvimento craniofacial e a deficiência maxilar transversa tem a respiração oral como uma das suas principais causas. Um desequilíbrio do fluxo aéreo nasal que pode passar a ser predominantemente oral acarreta uma série de mudanças posturais e estruturais como a alteração na posição da língua e mandíbula para facilitar a passagem de ar pela boca. Além disso, essas alterações poderiam predispor à apneia obstrutiva do sono pelo efeito de constrição nas dimensões das vias aéreas. Considerando a importância dos espaços aéreos no estabelecimento da correta função estomatognática, este estudo propõe avaliar o espaço aéreo na região retropalatal e retroglossal por meio de imagens tomográficas pré e pós-expansão rápida da maxila de crianças respiradoras orais correlacionando, em curto prazo, as possíveis alterações dimensionais quando avaliamos crianças com e sem distúrbios do sono. Métodos: 36 pacientes (média de idade de 9,3 anos) respiradores bucais, sendo 12 (média de idade de 9,8 anos) com apneia obstrutiva do sono residual após serem submetidos à cirurgia de adenoamigdalectomia compondo o grupo G1 e 24 (média de idade de 8,8 anos) sem queixas respiratórias do sono compondo o grupo G2. Todas as crianças foram submetidas à expansão rápida da maxila e avaliadas por meio de tomografia computadorizada pré e pós 6 meses da expansão rápida da maxila. As melhoras subjetivas da qualidade de vida foram avaliadas por meio de questionário validado. Resultados: o volume e área retropalatal e retroglossal aumentaram significativamente pós-expansão rápida da maxila em ambos os grupos (p < 0.05). A única exceção foi a área retroglossal, cujo aumento registrado em crianças apresentando distúrbios respiratórios do sono não foi estatisticamente significativa (p = 0.196). A qualidade de vida melhorou significativamente em ambos os grupos. Conclusão: A expansão rápida da maxila levou ao aumento de volume do espaço aéreo da nasofaringe e orofaringe, no curto prazo, e não diferiu nos dois grupos de crianças com e sem queixas respiratórias do sono. Houve melhora da qualidade de vida que foi semelhante nos grupos avaliados.pt_BR
dc.format.extent111 f.
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectExpansão maxilarpt_BR
dc.subjectRespiração bucalpt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectTomografia computadorizada espiralpt_BR
dc.subjectDistúrbios do sonopt_BR
dc.titleAvaliação das alterações das vias aéreas faríngeas pré e pós-expansão rápida da maxila em crianças com distúrbios respiratórios obstrutivos do sonopt_BR
dc.typeDissertação de mestradopt_BR
unifesp.campusEscola Paulista de Medicina (EPM)pt_BR
unifesp.graduateProgramMedicina (Otorrinolaringologia)pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7301464932777822pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3772804052798387pt_BR
dc.contributor.advisor-coFujita, Reginaldo Raimundo [UNIFESP]
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/1780341325141181pt_BR


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