Auditory processing in dysphonic children

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Data
2011-06-01
Autores
Arnaut, Mirian Aratangy
Agostinho, Caroline Vieira
Pereira, Liliane Desgualdo [UNIFESP]
Weckx, Luc Louis Maurice [UNIFESP]
Ávila, Clara Regina Brandão de [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
Contemporary cross-sectional cohort study. There is evidence of the auditory perception influence on the development of oral and written language, as well as on the self-perception of vocal conditions. The auditory system maturation can impact on this process. OBJECTIVE: To characterize the auditory skills of temporal ordering and localization in dysphonic children. MATERIALS AND METHODS: We assessed 42 children (4 to 8 years). Study group: 31 dysphonic children; Comparison group: 11 children without vocal change complaints. They all had normal auditory thresholds and also normal cochleo-eyelid reflexes. They were submitted to a Simplified assessment of the auditory process (Pereira, 1993). In order to compare the groups, we used the Mann-Whitney and Kruskal-Wallis statistical tests. Level of significance: 0.05 (5%). RESULTS: Upon simplified assessment, 100% of the Control Group and 61.29% of the Study Group had normal results. The groups were similar in the localization and verbal sequential memory tests. The nonverbal sequential memory showed worse results on dysphonic children. In this group, the performance was worse among the four to six years. CONCLUSION: The dysphonic children showed changes on the localization or temporal ordering skills, the skill of non-verbal temporal ordering differentiated the dysphonic group. In this group, the Sound Location improved with age.
Estudo de coorte contemporânea com corte transversal. Há evidências da influência da percepção auditiva sobre o desenvolvimento da linguagem oral e escrita e da autopercepção das condições vocais. A maturação do sistema auditivo pode interferir nesse processo. OBJETIVO: Caracterizar habilidades auditivas de Localização e de Ordenação Temporal em crianças disfônicas. MATERIAL E MÉTODO: Avaliaram-se 42 crianças (4 a 8 anos). Grupo Pesquisa: 31 crianças disfônicas, Grupo de Comparação: 11 crianças sem queixas de alterações vocais. Todas apresentaram limiares auditivos normais e reflexo cócleo-palpebral. Foram submetidas à Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo (Pereira, 1993). Para comparar os grupos utilizaram-se os testes estatísticos de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis. Nível de significância: 0,05 (5%). RESULTADOS: À Avaliação Simplificada, 100% do Grupo Controle e 61,29% do Grupo Pesquisa apresentaram resultados normais. Nas provas de Localização e Memória Sequencial Verbal, os grupos mostraram-se semelhantes. A Memória Sequencial Não Verbal mostrou piores resultados nas crianças disfônicas. Nesse grupo, o desempenho foi pior dos quatro aos seis anos. CONCLUSÃO: As crianças disfônicas apresentaram alterações das habilidades de localização ou ordenação temporal, a habilidade de ordenação temporal de sons não verbais diferenciou o grupo disfônico. Nesse grupo, a Localização Sonora melhorou com a idade.
Descrição
Citação
Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial, v. 77, n. 3, p. 362-368, 2011.
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