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dc.contributor.advisorMoreira, Maria Ines Badaro [UNIFESP]
dc.contributor.authorMoura, Leticia Da Silva [UNIFESP]
dc.date.accessioned2022-07-21T16:47:59Z
dc.date.available2022-07-21T16:47:59Z
dc.date.issued2020-07-31
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=10008279
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/xmlui/handle/11600/64531
dc.description.abstractThis research aims to analyze the dimensions of psychological distress of users of a Mental Health Service from the social marker race/color and investigate the possible injuries caused by structural racism and its variations. It is a qualitative research in which semi-structured interviews and thematic content analysis were carried out. The participants are five users of a Psychosocial Care Center (CAPS), located in the municipality of Cubatão (SP), who declared themselves black and brown. A case study was carried out on the trajectory of one of the interviewees, Maria, since her story allowed a broad and articulated view of the aspects perceived in the other interviews. The results of the analyzes point to correlations between psychological distress and racism, which are excluded from the users' medical records. In all of the interviewees' reports, there are complaints about feelings of sadness, isolation, humiliation, non-existence, denial of raciality, prejudice and the association of mental disorders with the demonization of religions of African origin. The transversality of structural and institutional racism appears as a factor that contributes to psychological suffering and illness, in addition to episodes of individual racism. The results emphasize that the crossings of racism in the lives of the subjects can act on the psyche and get sick, distort self-image and also bring harm to the relationship with themselves and with the other, revealing that racism not only contributes to psychic illness but can also aggravate the condition of those who are already sick. This study contributes to the visibility of the theme, highlighting the need to fill in the question race/color, which can assist in the production of epidemiological data and public policies that act to minimize, prevent and mitigate the health problems resulting from racism. The study highlights the impossibility of analyzing the clinical cases that come to us considering that they all leave the same place.en
dc.description.abstractEssa pesquisa se propõe a analisar as dimensões do sofrimento psíquico dos usuários de um Serviço de Saúde Mental a partir do marcador social raça/cor, buscando investigar os possíveis agravos ocasionados pelo racismo estrutural e suas variações. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, realizada a partir de entrevistas semiestruturadas e de análise de conteúdo temática. Os participantes são cinco usuários de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), localizado no município de Cubatão (SP), que se auto declararam pretos e pardos. Com base em uma das entrevistas, realizou-se um estudo de caso sobre a trajetória de uma das entrevistadas, Maria, visto que sua história permitia uma visão ampla e articulada dos aspectos percebidos nas outras entrevistas. Os resultados das análises apontam para correlações entre o sofrimento psíquico e o racismo, excluídas dos prontuários dos usuários. Em todos os relatos há queixas que denotam sentimentos de tristeza, isolamento, humilhação, inexistência, negação da racialidade, preconceitos e associação dos transtornos mentais à demonização de religiões de matriz africana. A transversalidade do racismo estrutural e institucional aparece como fator que contribui para o sofrimento e adoecimento psíquico, para além dos episódios de racismo individual. Os resultados ressaltam que os atravessamentos do racismo na vida dos sujeitos podem atuar na psique e adoecer, distorcer a autoimagem e também trazer prejuízos na relação consigo e com o outro, revelando que racismo não só contribui para o adoecimento psíquico como também pode agravar o quadro de quem já está adoecido. Este estudo contribui para a visibilidade do tema, destacando a necessidade do preenchimento do quesito raça/cor, que pode auxiliar na produção de dados epidemiológicos e políticas públicas que atuem no sentido de minimizar, prevenir e mitigar os agravos de saúde resultantes do racismo. O estudo ressalta a impossibilidade de analisar os casos clínicos que nos chegam considerando que todos partem do mesmo lugar.pt
dc.format.extent161 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectMental Healthen
dc.subjectPsychic Distressen
dc.subjectBlack Populationen
dc.subjectRacismen
dc.subjectSaúde Mentalpt
dc.subjectPopulação Negrapt
dc.subjectRacismopt
dc.subjectSofrimento Psíquicopt
dc.titleSaúde mental, racismo e adoecimento psíquico da população negra: um estudo de caso no CAPS de Cubatãopt
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulopt
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)
unifesp.campusBaixada Santista, Instituto de Saúde e Sociedadept
unifesp.graduateProgramInterdisciplinar em Ciências da Saúdept
unifesp.knowledgeAreaPromoção, Prevenção E Reabilitação Em Saúdept
unifesp.researchAreaCiências Humanas, Sociais E Saúdept
dc.audience.educationlevelMestrado


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