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dc.contributor.advisorChoueri, Rodrigo Brasil [UNIFESP]
dc.contributor.authorPazini, Bianca [UNIFESP]
dc.coverage.spatialSantospt_BR
dc.date.accessioned2022-03-22T16:51:27Z
dc.date.available2022-03-22T16:51:27Z
dc.date.issued2022-02-02
dc.identifier.citationPAZINI, Bianca. Avaliação ecotoxicológica do sedimento das áreas de mancha de petróleo de Pernambuco. 2022. 29 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Instituto do Mar, Universidade Federal de São Paulo, Santos, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/xmlui/handle/11600/63618
dc.description.abstractLiberações de petróleo nos oceanos tem sido eventualmente registradas ao redor do mundo. Em 2019, no Brasil cerca de 2.5 milhões de toneladas de petróleo bruto chegaram a costa brasileira, atingindo 11 estados e 130 municípios, incluindo áreas de importância biológica, como áreas marinhas protegidas, foz de rios, pontos de captação de água, manguezais, unidades de conservação e áreas de rodolitos. O petróleo é formado principalmente por hidrocarbonetos (alifáticos e aromáticos), nitrogênio, enxofre, oxigênio e metais-traço. Os hidrocarbonetos aromáticos compõem a fração mais tóxica do petróleo e são formados por anéis benzênicos, podendo ser monoaromáticos (BTEX) ou hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA). Os HPAs têm efeitos carcinogênicos, são resistentes à degradação e hidrofóbicos, podendo permanecer no ambiente por anos, sendo importante a realização de estudos sobre a qualidade ambiental nas áreas afetadas pelo derramamento de petróleo no litoral brasileiro em 2019, mesmo após um tempo do ocorrido. O petróleo no ambiente marinho está sujeito a influência de processos que alteram sua composição e impacto no ambiente. O óleo que chegou ao litoral brasileiro em 2019 possuía em sua composição hidrocarbonetos leves, indicando pouco intemperismo, o que aumenta a probabilidade de causar efeitos negativos em organismos e ecossistemas costeiros. Visto esta problemática, o objetivo deste trabalho foi avaliar a toxicidade do sedimento contaminado com o óleo que chegou em Pernambuco em 2019. Este estudo é uma avaliação da toxicidade dos sedimentos das áreas afetadas utilizando organismos do gênero Nitokra sp.. Foram selecionadas 7 áreas afetadas pelas manchas de óleo e uma que não foi afetada (área de referência) para coleta de sedimento. Algumas das áreas estudadas apresentaram diferença significativa entre si em relação ao índice de reprodução de Nitokra sp.. As áreas estudadas podem ter múltiplas fontes de poluição, fazendo-se necessário a realização de mais estudos de quantificação de contaminantes e ecotoxicidade.pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE)pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)pt_BR
dc.format.extent29 f.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectHidrocarbonetos Policíclicos Aromáticospt_BR
dc.subjectContaminação marinhapt_BR
dc.subjectToxicidadept_BR
dc.subjectÓleo brutopt_BR
dc.titleAvaliação ecotoxicológica do sedimento das áreas de mancha de petróleo de Pernambucopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduaçãopt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
unifesp.campusInstituto do Mar (IMar)pt_BR
unifesp.knowledgeAreaOceanografiapt_BR
unifesp.researchAreaEcotoxicologiapt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9647096253133785pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0408418557980214pt_BR
dc.contributor.advisor-coFerraz, Mariana Aliceda
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/7483226970911964pt_BR
unifesp.graduacaoEngenharia Ambientalpt_BR


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