Adesão e barreiras à terapêutica medicamentosa: relação com o risco de queda em idosos

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Data
2022-02
Autores
Soares, Cristiane Regina [UNIFESP]
Fukujima, Marcia Maiumi [UNIFESP]
Costa, Paula Cristina Pereira [UNIFESP]
Neves, Vanessa Ribeiro [UNIFESP]
Rosa, Anderson da Silva [UNIFESP]
Okuno, Meiry Fernanda Pinto [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
Objetivo: verificar a associação da adesão e das barreiras à terapêutica medicamentosa com o risco de quedas e as variáveis sociodemográficas, clínicas e econômicas. Método: estudo transversal, realizado com 117 idosos em um Ambulatório Médico de Especialidades do Idoso na Região Sudeste de cidade de São Paulo (SP), no período de março a novembro de 2019. Foram aplicadas as escalas: Risco de Queda de Downton, teste de Morisky-Green e Brief Medication Questionnaire. Para verificar a associação entre a adesão ao tratamento e tipos de barreiras a essa adesão e o risco de quedas, foi utilizada a regressão logística. Foi utilizado um nível de significância de 5%. Resultados: os idosos com baixa adesão ao tratamento medicamentoso apresentaram chance de 5,57 vezes de ter alto risco de queda em relação aos idosos com maior adesão, e aqueles com barreira no domínio recordação apresentaram chance de 22,75 vezes de ter alto risco de queda, em relação aos idosos sem barreira no domínio recordação. Conclusão: a baixa e média adesão à terapêutica medicamentosa e a barreira relacionada ao domínio recordação se associaram a alto risco de queda nos idosos.
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