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dc.contributor.authorSilva, Higor Lima da [UNIFESP]
dc.date.accessioned2022-02-07T17:31:29Z
dc.date.available2022-02-07T17:31:29Z
dc.date.issued2021
dc.identifierhttp://revistas.ufcg.edu.br/ch/index.php/RLR/article/view/2127pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/xmlui/handle/11600/62669
dc.description.abstractO eu-poético do texto convida, grosso modo, seu(s) enunciatário(s) a adentrar seu lamento. Ele passa por uma tragédia pandêmica que, psicológicamento o é interminável, causando uma percepção de velhice e morte - seja ela física e/ou espiritual -, além de um luto por algum amado(a) ou amigo(a), luto este aparentemente interminável que o faz refletir sobre a prepotência e destruição ambiental que, pode-se dizer ser uma das causas das epidemias e pandemias. Em paralelo, ele dialoga com todos e compreende as memórias que todos carregam, pois ele mesmo entrou no movente da dor da perda e do destino de toda uma população. No mais, o poema traz ecos da cultura chinesa (por ser sinófono, pelo ditado, Budismo, erhu, personagens reais e personagens do imaginário popular da China), da cultura indiana (Shiva e Yama) e das culturas influenciadas pela Grécia Antiga (Sísifo).pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.format.extent3pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherJosilene Pinheiro-Marizpt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectDesmatamentopt_BR
dc.subjectDoençapt_BR
dc.subjectLutopt_BR
dc.titleErhupt_BR
dc.title.alternative二胡pt_BR
dc.typeOutropt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.35572/rlr.v10i3.2127pt_BR
unifesp.campusEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)pt_BR
unifesp.graduateProgramNão se aplicapt_BR
unifesp.knowledgeAreaOutrapt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8850255868436208pt_BR
unifesp.departamentoNão se aplicapt_BR
unifesp.graduacaoLicenciatura em Letras-Português e Francêspt_BR


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