Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis

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    Relatório de acompanhamento da evasão de estudantes de graduação 2019-2022
    (UNIFESP, 2022) Leonardi [UNIFESP], Fabrício Gobetti; Rosa [UNIFESP], Anderson da Silva; Marchezi [UNIFESP], Carla Cristina; Silva [UNIFESP], Lidiane Cristina da; Azzalis [UNIFESP], Ligia Ajaime; Amaral [UNIFESP], Fernanda Gaspar do; Borcato [UNIFESP], Marcelo Curci; Cespedes [UNIFESP], Juliana; http://lattes.cnpq.br/3004028271204597
    Este relatório é um esforço conjunto entre as Pró-Reitorias de Planejamento, Graduação e Assuntos Estudantis, bem como do Setor de Tecnologia da Informação, no sentido de identificar e agir sobre a evasão de estudantes de graduação da Universidade Federal de São Paulo. A mudança no perfil dos/as estudantes tem sido bastante evidenciada nos diversos relatórios do perfil de estudantes de graduação, especialmente após a implantação de ações afirmativas na Universidade.Nesse sentido, e entendendo que as dificuldades de permanência e evasão prejudicam o projeto institucional de elevar as oportunidades educacionais, surge a necessidade de mapear os determinantes desses fenômenos. Esta necessidade se potencializa e adquire contornos específicos a partir de 2020 no período em que passamos pela grave crise sanitária em decorrência da COVID-19 no Brasil e no mundo. Nesse período, as atividades acadêmicas da graduação da universidade passaram a funcionar em “Atividades Domiciliares Especiais”. Apesar de sabermos que o isolamento social trouxe inúmeras consequências institucionais, pedagógicas e relacionais, era preciso formalizar e aprofundar a análise das questões que permearam este difícil contexto. Os dados analisados neste relatório foram obtidos por meio de aplicação de um questionário on-line, elaborado pela Comissão de Estudos do Perfil do Estudante de Graduação (CEPEG), aos/às estudantes que tiveram a matrícula cancelada no período de 2019 a 2022. O tratamento, a análise dos dados e a produção do relatório foram realizados pela mesma comissão. A mesma metodologiafoi utilizada no estudo anterior da CEPEG realizado com estudantes que evadiram entre os anos de 2007 a 2018. Todas as informações fornecidas no momento do preenchimento do formulário possuem caráter confidencial e foram analisadas de forma agregada, não sendo possível a identificação de nenhum ex-estudante. Ademais, a Unifesp tem o compromisso de utilizar os dados somente para fins administrativos ou acadêmicos, em respeito à Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral deProteção de Dados Pessoais – LGPD).
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    Do acesso a permanência estudantil: políticas de apoio material, acadêmico e simbólico no Brasil
    (Faculdade de Educação da UFRJ, 2024-04-30) Heringer, Rosana [UFRJ]; Dias, Carlos Eduardo Sampaio Burgos [UNIFESP]; Toti, Michelle Cristine da Silva [UNIFAL]; Prado, Ruth Maria Moraes Oliveira [IFMA]; Silva, Ana Paula dos Santos da [UNIFESP]; Abdalla, Amanda Aparecida [UNIFAL]; Oliveira, Camila Viviane de [UNIFAL]; http://lattes.cnpq.br/5525365551841212
    Este estudo faz parte do projeto “Affirmative action and the right to higher education: recent changes, outcomes and political action in Brazil”, desenvolvido pelo LEPES (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação Superior), da Faculdade de Educação da UFRJ, em conjunto com a Ação Educativa, com apoio da Open Society Foundation. A pesquisa teve como objetivo mapear as ações de permanência e assistência estudantil aos estudantes nas sessenta e nove (69) universidades federais (UF) brasileiras, por meio das informações disponíveis nos websites das universidades e dados coletados diretamente com as instituições. Para este trabalho foi reunido um grupo de pesquisadores brasileiros com experiência de pesquisa nos temas propostos. Partimos de um referencial teórico baseado nos seguintes aspectos: emergência dos estudos sobre assuntos estudantis nas universidades federais brasileiras; políticas de permanência e assistência estudantil; histórico das ações de assistência e permanência estudantil nas universidades federais a partir do Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES); permanência e assistência como direito; financiamento das ações de permanência e assistência; permanência, assistência e apoio pedagógico; ações afirmativas e demandas por assistência estudantil e apoio pedagógico, entre outros temas (Vargas e Heringer, 2016; Heringer, 2022; Dias et al, 2020; Toti, 2022; Dias, 2021, Prado, 2021; Santos, 2009). Tomamos como ponto de partida o trabalho de Vargas e Heringer (2016) que analisa um levantamento, realizado no primeiro semestre de 2015, das políticas de assistência estudantil nos websites das 63 universidades federais existentes à época. A partir dos dados e revisão bibliográfica realizada, consideramos que as concepções adotadas pelas Pró-Reitorias e suas equipes amadureceu ao longo dos anos (Dias, 2021) na direção daquilo que Vargas e Heringer (2016) já haviam colocado, apresentando, hoje, a concepção de políticas de permanência como responsável por iniciativas mais abrangente do que, simplesmente, as ações de transferência de recursos ou de apoio material. Com base nas estruturas institucionais e ações encontradas na nossa pesquisa, podemos afirmar que a permanência, ou os assuntos estudantis, é concebida como a política voltada a promover a inserção plena dos estudantes na vida universitária, favorecendo a aprendizagem, integração e conclusão do curso. Portanto, ratificamos a definição de que as políticas de assistência estudantil estão contidas nas políticas de permanência, sendo específicas e voltadas a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, mas não esgotando a abrangência das ações voltadas à permanência (Honorato, Vargas e Heringer, 2014).
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    Experiências em tutoria e acolhimento estudantil nas instituições de ensino de engenharia.
    (ABENGE, 2024) Cunha , Cristiane Pessoa da [ITA]; Dias, Carlos Eduardo Sampaio Burgos [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/5525365551841212
    O ensino superior no Brasil, recentemente passou por significativas mudanças, através de programas governamentais que, consequentemente, ampliaram o número de matrículas, tanto nas instituições públicas como nas instituições privadas. Assim, além do acréscimo no número de alunos, houve forte mudança no perfil do corpo discente. Essas mudanças provocaram a propositura e estabelecimento de novas políticas de permanência e assistência estudantil, que têm como marco a publicação da Portaria Normativa 39/2007, que criou o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), fortalecido pelo Decreto 7234/2010. Nesses instrumentos legais o apoio pedagógico passou a ser visto como lócus de atuação para as políticas institucionais de permanência, criando as condições para que as instituições fortalecessem seus serviços e propostas. A consequência do ingresso de estudantes com diferentes perfis no ensino superior foi a necessidade de as instituições passarem a dar atenção a novas demandas (ALTBACH; HADDAD, 2009). Os autores observam que, foi somente a partir de meados do século XX que as instituições de ensino, pressionadas pelo aumento e pela diversificação da população discente, buscaram entender as demandas psicossociais dos seus alunos. É nesse contexto que os serviços de assuntos estudantis passam a desempenhar e ter seu papel reconhecido no sucesso acadêmico e permanência dos estudantes. No contexto da institucionalização da assistência estudantil no Brasil, o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (FONAPRACE, 2012) apresenta importante protagonismo desde sua criação em 1987, realizando movimentos importantes para chamar a atenção da relevância da assistência estudantil no âmbito das instituições de ensino superior. Sobre experiências estrangeiras em assistência aos estudantes universitários, a literatura destaca o "programa de tutoria por pares" (EBY, RHODES, & ALLEN, 2007). A estratégia é reconhecida em instituições renomadas ao redor do mundo, como por exemplo, nas universidades portuguesas (FARIA et al, 2014), italianas (PEDICCHIIO & FONTANA, 2000; MUNLEY, GARVEY, & MCCONNELL, 2010), belgas (DE SMET, VAN KEER, & VALCKE, 2009), dinamarquesas (LUEG & LUEG, 2014), norueguesas (QURESHI, & STORMYHR, 2012), do Sul da África (UNDERHILL & MCDONALD, 2010) e universidades da América Latina, como uruguaias (COLLAZO, HERNÁNDEZ, & SEOANE, 2014) e colombianas (CARDOZO-ORTIZ, 2011). A literatura mostra que, ao longo dos últimos anos, e sobretudo a partir da segunda metade do século XX, a tutoria tem sido utilizada numa ampla gama de situações na educação por todo o mundo: para auxiliar a aprendizagem; para ajudar os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem ou os que têm necessidades específicas de aprendizagem; para auxiliara inclusão de alunos em risco de exclusão; para capacitar os alunos a se beneficiarem do apoio dos seus pares, para citar apenas algumas. Na contramão dos registros acima, percebemos que no Brasil, os estudos sobre o tema ainda são escassos e a discussão do papel que a tutoria desempenha, estão muito atreladas à compreensão de sua utilidade na Educação à Distância. Embora não esteja a ela restrita, a tutoria é entendida no país como a modalidade empregada nas atividades de ensino não presencial, exercendo o papel de interlocutor para essa modalidade de ensino muito disseminada hoje no país. Assim, considerando os benefícios na oferta de apoio no processo de adaptação à vida universitária apresentados pela literatura, este capítulo congrega os trabalhos sobre experiências em tutoria e acolhimento do aluno, principalmente o ingressante, das instituições de ensino superior, apresentados na Seção Dirigida (SD) intitulada “Experiências em Tutoria e Acolhimento Estudantil nas Instituições de Ensino de Engenharia”, que ocorreu durante o Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia – COBENGE, na cidade do Rio de Janeiro, em 2023.
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    Dados do Perfil de Estudantes Ingressantes da Universidade Federal de São Paulo - 2021 e 2022
    (UNIFESP, 2022) Leonardi [UNIFESP], Fabrício Gobetti; Rosa [UNIFESP], Anderson da Silva; Azzalis [UNIFESP], Lígia Ajaime; Cespedes [UNIFESP], Juliana Garcia; Borçato [UNIFESP], Marcelo Curci; http://lattes.cnpq.br/3004028271204597
    A Cepeg (Comissão de Estudos do Perfil do/a Estudantes de Graduação) apresenta o relatório com o perfil socioeconômico, cultural e acadêmico dos ingressantes do ano de 2020 nos cursos de graduação da Unifesp. O relatório também inclui, quando possível, comparações com o perfil dos ingressantes dos anos anteriores.
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    Análise do Perfil de Estudantes Ingressantes da Universidade Federal de São Paulo - 2020
    (UNIFESP, 2020) Leonardi [UNIFESP], Fabrício Gobetti; Floriano [UNIFESP], Ana Claudia; Rosa [UNIFESP], Anderson da Silva; Quadros [UNIFESP], Isabel Marian Hartmann de; Cespedes [UNIFESP], Juliana Garcia; Azzalis [UNIFESP], Lígia Ajaime; Borçato [UNIFESP], Marcelo Curci; http://lattes.cnpq.br/3004028271204597
    A Cepeg (Comissão de Estudos do Perfil do/a Estudantes de Graduação) apresenta o relatório com o perfil socioeconômico, cultural e acadêmico dos ingressantes do ano de 2020 nos cursos de graduação da Unifesp. O relatório também inclui, quando possível, comparações com o perfil dos ingressantes dos anos anteriores.