Educação Física

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    Impacto do exercício físico regular no sono e no humor: uma revisão integrativa da literatura
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-14) Falasco, Pedro [UNIFESP]; Antunes, Hanna Karen Moreira [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/1464519773053362; http://lattes.cnpq.br/8671084434246805; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    O objetivo deste estudo foi investigar o que a literatura tem mostrado sobre o impacto do exercício físico regular no sono e no humor. Tratando-se de uma revisão integrativa da literatura que utilizou de artigos científicos encontrados na base de dados Pubmed utilizando os descritos: "Sleep", "Sleep Quality", "Mood", "Mood Disorders", "Mental Health", "Exercise", "Aerobic Exercise", "Anaerobic Exercise", "Physical Activity". Os dados coletados foram referentes a estudos dos últimos 15 anos. Livros também foram utilizados para a análise. Ao final da análise é possível afirmar que o exercício físico regular possui efeitos positivos significativos no combate e prevenção dos transtornos de humor e distúrbios do sono. Trazendo melhor qualidade de vida, do sono em geral, saúde mental e outras adaptações positivas para o corpo dos indivíduos, como melhora do tônus muscular, saúde cardiovascular, entre outros benefícios. Isso faz com que o exercício físico regular se torne uma boa ferramenta não medicamentosa para o tratamento e prevenção dos distúrbios de sono e transtornos de humor.
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    O impacto da pandemia de Covid-19 na prática de atividades físicas: revisando os marcadores sociais da diferença
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-15) Tazem, Carla Marcela [UNIFESP]; Terra, Vinícius Demarchi Silva [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/9363038565270698; https://lattes.cnpq.br/7372438495226637; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    A pandemia da COVID-19 modificou o comportamento do ser humano, impactando principalmente sua rotina diária, seja na alimentação, sua convivência social, vida profissional e processos de autocuidado. As medidas sanitárias de distanciamento social afetaram negativamente as condições para a atividade física e lazer, prejudicando um modo importante de produzir saúde. Frontalmente contra o mito da epidemia democrática, estudos epidemiológicos críticos demonstram que o impacto da COVID-19 foi significativamente marcado por desigualdades sociais. O presente estudo tem como objetivo investigar a influência dos determinantes sociais da saúde e marcadores sociais da diferença, frente às barreiras sanitárias impostas. A metodologia utilizada foi uma revisão de escopo, no qual foi utilizada as palavras chaves: physical activity; sedentary behaviour; health disparities, social determinants of health; covid 19 e pandemic, por meio de consulta em três bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Serviço da U.S. National Library of Medicine (Pubmed) e Elsevier (ScienceDirect). A partir da seleção e tratamento analítico de 13 artigos, foram discutido como as atividades físicas e/ou lazer foram influenciados por marcadores sociais como renda, escolaridade, gênero, raça, moradia e condição socioeconômica e refletiu-se sobre a importância de se realizar paradigmas relacionais, como a interseccionalidade, para elaborar políticas públicas para a promoção da saúde pela atividade física e lazer, significativamente impactada em períodos pandêmicos.
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    “EM QUE PÉ ANDA” o futebol de mulheres em São Paulo: a representação do Campeonato Paulista de Futebol Feminino em jornais impressos
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-20) Hune, Gabriel Petille [UNIFESP]; Dalben, André [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/0743727143543352; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    O Campeonato Paulista de Futebol Feminino ou “Paulistão Feminino” é uma competição que ocorre desde 1984 e que vem se tornando cada vez mais competitiva com o aumento de investimentos e do número de times participantes. A pesquisa buscou as matérias sobre o Campeonato Paulista de Futebol Feminino de 2021 publicadas pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo ao longo do ano da competição. O presente trabalho se trata de uma pesquisa qualitativa. O levantamento das matérias será realizado pelos sítios eletrônicos dos respectivos jornais com o emprego dos seguintes termos de busca: “campeonato paulista feminino” e “paulista feminino”. No levantamento realizado, foram encontradas sete matérias no jornal Folha de S. Paulo e nove no jornal O Estado de S. Paulo ao longo de 2021. Após o levantamento, seleção e armazenamento das matérias jornalísticas foi realizada a sua análise quantitativa, separando-as por período do campeonato e dividindo-as em sub categorias de acordo com seu conteúdo. Ao final da análise e discussão dos resultados obtidos, foi concluído haver um pequeno número de matérias sobre este campeonato, ainda mais quando comparados a campeonatos de mesma proporção da modalidade masculina. Também foi destacado um número, proporcional ao total, grande de matérias aprofundadas em algumas temáticas interessantes, mas ainda sim, um distanciamento sobre aspectos técnicos e táticos do jogo.
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    Análise das capacidades físicas e perfil antropométrico de praticantes de futevôlei amador
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-14) Lopes, Mariana Ciasca [UNIFESP]; Guerra, Ricardo Luís Fernandes [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/3856113753837921; http://lattes.cnpq.br/6476915409698462; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    O futevôlei é uma modalidade esportiva genuinamente brasileira e o número de praticantes vem crescendo cada vez mais. De caráter intermitente, é caracterizada por exigir diversas capacidades físicas de seus praticantes, como potência muscular, agilidade, tempo de reação e técnica, para o desenvolvimento dos fundamentos e boa prática, porém, a literatura pouco trata sobre o perfil antropométrico e capacidades físicas, especialmente em atletas amadores. Assim, o objetivo do presente estudo foi analisar o perfil antropométrico e de capacidades físicas de atletas amadores de futevôlei, e se há ralação entre essas variáveis. Foram recrutados trinta praticantes de futevôlei amador com média de idade de 22,73 ± 3,05, anos e mensuradas a estatura (Est), massa (MC) e composição corporal, além da agilidade (AGL), velocidade (Vel) e potência no salto vertical (Squat Jump –SJ e Counter Movement Jump-CMJ). Os resultados demonstraram que o grupo teve em média 176,13 ± 6,96m de Est, 74,70 ± 11,14kg de MC, 24,03 ± 2,88 kg/m² de IMC, 14,31 ± 3,15 % de MG, 60,62 ± 7,58kg de MM, 61,68 ± 2,37 % de Água Corporal, TMB de 1888,60 ± 241,02 Kcal, Potência Relativa do SJ de 51,48 ± 9,10 e Potência Relativa do CMJ de 53,37 ± 9,13. Também demonstrou haver correlação negativa entre % de MG e potência relativa do SJ (-0,49) e CMJ (-0,52) e, correlação positiva entre MM e potência relativa do SJ (0,88), CMJ (0,86) e Tempo de prática (0,37). Conclui-se que o perfil antropométrico e de capacidades físicas está dentro da normalidade e é similar ao de atletas amadores de outras práticas e, que há relação entre composição corporal e capacidades físicas dos atletas.
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    Diferentes volumes de treinamento em idosos: efeitos sobre força muscular e capacidade funcional
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-15) Munhoz, Emilly do Prado Prestes [UNIFESP]; Botero, João Paulo [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/5429159170761764; http://lattes.cnpq.br/9350006466173000; Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
    O processo de envelhecimento é fisiológico e afeta as funções musculares e cardiovasculares dos indivíduos, ocasionando diminuição da capacidade funcional. Apesar de a prática regular de exercícios físicos ser reconhecida por seus benefícios, a baixa adesão devido à falta de tempo é um desafio. Portanto, é importante entender se um volume abaixo das recomendações internacionais (OMS e ACSM) de exercícios semanais pode impactar as funções muscular e cardiovascular e ser positivo para a saúde dos idosos. O objetivo do estudo foi comparar os efeitos de dois volumes de treinamento: 1- estabelecidos pelas recomendações internacionais (OMS); e 2- abaixo dessas recomendações, em dois tipos diferentes de exercícios de intensidade vigorosa (resistido terrestre e resistido aquático) na força muscular e na capacidade funcional de idosos. Para tanto, 92 voluntários cadastrados na Secretaria de Esportes do Município de Praia Grande, que atenderam aos critérios de inclusão foram alocados em um dos 5 grupos experimentais: 1-grupo de treinamento de força na água com volume de 40 minutos/dia (Água40’) e 2- com volume de 20 minutos/dia (Água20’); 3- grupo de treinamento resistido terrestre com volume de 40 minutos/dia (Terra40’) e 4- com volume de 20 minutos/dia (Terra20’); e 5- Grupo Controle (GC). Os voluntários realizaram duas sessões de exercícios semanais durante 12 semanas com intensidade moderada-vigorosa, com os dois volumes distintos para cada um dos 2 tipos de exercícios: um totalizando 40 min semanais e o outro, 80 minutos semanais. Antes e após a intervenção foram verificados e comparados indicadores de função muscular, capacidade funcional e antropometria. Resultados: não demonstraram diferença significativa para a capacidade de força de membros superiores e inferiores nos períodos pré e pós treinamento. Apenas os grupos de treinamento terrestre apresentaram diferenças significativas para os testes de agilidade (TUG), independente dos volumes. A normalidade dos dados foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk e teste de Levene para analisar a homogeneidade das variâncias. Foi considerado significante o valor de p<0,05. Conclusão: concluímos que apenas o treinamento resistido terrestre foi capaz de promover alteração nas capacidades funcionais, independente do volume. Os dos tipos de exercícios não alteraram significativamente a força muscular de membros superiores e inferiores em ambos os volumes.