PPG - Pediatria e Ciências Aplicadas à Pediatria

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    Avaliação dos níveis de anticorpos IgG, IgA e anticorpos totais anti-SARS-CoV-2 no leite materno de mulheres que tiveram COVID-19 durante a gestação
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-03-15) Dutra, Letícia Veríssimo [UNIFESP]; Souza, Fabíola Isabel Suano [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/4205596362106074; http://lattes.cnpq.br/0130269624579952
    Objetivo: Avaliar os níveis de IgA, IgG e anticorpos totais anti-SARS-CoV–2 no colostro e leite materno de gestantes que tiveram infecção por COVID-19 no parto/puerpério e com 90 dias pós-parto, além de descrever a evolução clínica e os indicadores antropométricos dos filhos dessas mulheres. Métodos: Foi realizado um estudo de coorte prospectiva no Hospital da Mulher de São Bernardo do Campo (HM-SBC), com gestantes e puérperas que tiveram infecção por COVID-19 e seus recém-nascidos (RN). As avaliações aconteceram em dois momentos. No momento do parto, foram identificadas 263 gestantes, no qual foram coletadas amostras de sangue materno e de cordão umbilical e colostro para a identificação de IgA e IgG anti-SARS-CoV-2 e coleta de dados sociodemográficos, antecedentes gestacionais, avaliação nutricional da gestante e avaliação do RN. Aos 90 dias após o parto, as duplas foram reconvocadas para nova avaliação, compareceram nesse momento 85 duplas, e foram coletadas novas amostras de sangue materno e do lactente e leite materno para identificação de IgA e IgG anti-SARS-CoV-2 e evolução clínica e antropométrica do bebê. Resultados: Sintomas clínicos neonatais durante a internação foram observados em 55 recém-nascidos (33,3%) e dois (1,6%) testaram RT-PCR positivo para COVID-19. Colostro positivo para IgA anti-SARS-CoV-2 foi encontrado em 117 (70,9%) mulheres. A mediana do tempo entre a infecção por COVID-19 e o parto foi de 86,0 dias (26,5; 179). Quinze (21,7%) dos recém-nascidos apresentaram intercorrências clínicas durante o período de hospitalização. Recém-nascidos que tinham RT-PCR positivo para SARS-CoV-2 tiveram mais de vinte vezes mais chance de apresentar síndrome do desconforto respiratório (OR = 21,31; IC 95% 2,24 a 201,68; p = 0,008) e para cada dia de infecção de COVID-19 na gestação mais próximo do parto aumentava em 0,07% a chance de positividade nos recém-nascidos (OR = 1,007; IC 95%1,001 a 1,014; p = 0,026). Aos 90 dias pós-parto, 61 (71,8%) dos lactentes estavam em aleitamento materno. Observou-se piores indicadores antropométricos em comparação ao padrão de referência. Observou-se aumento da positividade dos níveis séricos para Anti-SARS-CoV-2 IgG (p < 0,001) e Anti-SARS-CoV-2 IgA (p = 0,022) nas mulheres. Por outro lado, houve uma queda significativa do percentual de valores positivos de Anti-SARS-CoV-2 IgA no leite materno (p < 0,001). Quanto aos lactentes, pode-se verificar redução da positividade para Anti-SARS-CoV-2 totais entre os dois momentos (p = 0,008). Conclusões: A presença de IgA anti-SARS-CoV-2 no colostro foi detectada em mais de dois terços das mulheres avaliadas e foi associada a uma menor frequência de sintomas clínicos neonatais em seus recém-nascidos. Recém-nascidos, que testaram positivo para SARS-CoV-2 apresentaram maior risco de distúrbios respiratórios e a infecção materna mais próxima do parto aumentou a chance de positividade nos recém-nascidos. Lactentes aos 90 dias de vida apresentaram piores indicadores antropométricos e foi possível se detectar anticorpos totais e IgA Anti-SARS-CoV-2 no sangue e leite materno, além do lactente aos 90 dias pós-parto.
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    Estudo da usabilidade de um programa de promoção da saúde baseada em mindfulness para estudantes universitários aplicado de forma remota e síncrona
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-03-01) Fagundes, Heitor Gottberg [UNIFESP]; D'Almeida, Vania [UNIFESP]; Demarzo, Marcelo [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/9242996936416312; http://lattes.cnpq.br/7220411418339421; https://lattes.cnpq.br/4077236856466527
    A World Health Organization (WHO) avalia o estado da saúde mental no mundo através de indicadores de ansiedade e depressão. Estima-se que no mundo, 4,4% da população sofra de depressão e 3,6% de distúrbios de ansiedade (WHO, 2017). Considerando indivíduos entre 15 e 44 anos, três das dez maiores causas de incapacidade são distúrbios mentais, e as demais causas estão geralmente relacionadas de alguma forma a estes. (Merikangas, et al., 2009) Jon Kabat-Zinn define mindfulness como “desenvolvimento de um estado de consciência por meio do treinamento de atenção plena, no momento presente, e de uma atitude de não-julgamento ao desdobramento da experiência, monitorando-a momento a momento” (Kabat-Zinn, 2003). Para alunos universitários, um estudo que utilizou uma Intervenção Baseada em Mindfulness (IBM) distribuiu 148 participantes em 3 grupos: (1) IBM com 8 sessões de 2 horas, (2) IBM com 4 sessões de 2 horas e (3) nenhuma intervenção, mostrou que os grupos que receberam as intervenções tiveram resultados positivos em relação aos níveis de ansiedade e depressão (Demarzo, et al., 2017). Além disso, uma área de crescente interesse são as Terapias Aplicadas Remotamente (TAR), que oferecem possibilidades de expansão do acesso ao atendimento terapêutico, mas também existem preocupações sobre esta forma de cuidado (Cook & Doyle, 2004). O tema que pesquisamos nesta tese vem do fato de que a terapia sem a presença física do terapeuta, via internet, exige uma avaliação cuidadosa que deve ser realizada com critérios e metodologia científica e considerando as especificidades da prestação de atendimento à saúde. Notamos que a literatura oferece estudos sobre a usabilidade de diferentes intervenções remotas, mas em raros casos utiliza critérios que levam em conta temas como a compatibilidade da intervenção com o cenário clínico, a presença de ferramentas que facilitam ao usuário se envolver em atividades terapêuticas e o fornecimento de uma via terapêutica para crescimento. O objetivo geral desta tese foi ampliar conhecimento sobre a usabilidade de uma IBM incluindo critérios específicos do setor de saúde. Nós acompanhamos a realização de uma IBM ao longo de 8 semanas em um grupo de 23 estudantes universitários entre 18 e 31 anos, em sessões remotas e síncronas com duração de 1 hora nas quais foram apresentadas e ensinadas práticas formais de Mindfulness e foi oferecida psicoeducação. Utilizamos a metodologia da observação participante aliada ao uso de questionários ao final de cada sessão que nos permitiram avaliar quatro heurísticas. Na heurística de usabilidade, a facilidade de uso aumentou em 8 sessões, atingindo 100% nos últimos 2 encontros. Usar celular resultou em usabilidade igual ou inferior à do computador. Analisamos ainda o impacto na qualidade do sono, sendo que a análise estatística mostrou que 88,9% viram melhoria, mas não podemos afirmar que o dispositivo usado teve efeito nesta melhora. Na heurística de compatibilidade da intervenção com o cenário clínico, mapeamos que os participantes avaliaram a forma de aplicação remota e síncrona que utilizamos como adequada por esta foi a resposta de, no mínimo, 91,8% dos participantes em cada sessão. Quanto à heurística de presença de ferramentas que facilitam ao usuário se envolver nas atividades terapêuticas obtivemos entre 60% e 81% das respostas indicando que as ferramentas oferecidas ajudaram no processo. E na heurística do fornecimento de uma via terapêutica para crescimento questionamos se os participantes acreditavam ser viável a realização da sessão de modo assíncrono e, dependendo do conteúdo do encontro, as respostas positivas variaram entre 40% e 68,8%, as respostas negativas variaram entre 18,2% e 36,8% e as respostas “não sei” entre 18,2% e 25%. Nossa conclusão foi que a abordagem utilizada foi capaz de fornecer uma análise simplificada, porém efetiva e mais direcionada para estudos de aplicação remota de IBMs para a área da saúde e que esta avaliação servirá de referência para profissionais da saúde que pretendam indicar práticas de mindfulness ou desenvolver intervenções à distância como opção terapêutica.
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    Comportamentos modificáveis do estilo de vida associados aos indicadores de saúde mental em adolescentes: um estudo transversal
    (Universidade Federal de São Paulo, 2024-02-19) Victo, Eduardo Rossato [UNIFESP]; Solé, Dirceu [UNIFESP]; Ferrari, Gerson Luis de Moraes [UNIFESP]; Ferrari, Gerson Luis de Moraes [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/8630482126111425; http://lattes.cnpq.br/8630482126111425; http://lattes.cnpq.br/8188258243306974; http://lattes.cnpq.br/6304721974816118
    Objetivo: O objetivo do estudo foi avaliar a associação entre os comportamentos modificáveis do estilo de vida com diferentes indicadores de saúde mental de adolescentes (10 a 19 anos). Além disso, avaliou-­se a associação da atividade física e do comportamento sedentário com os principais comportamentos associados aos indicadores de saúde mental (consumo de tabaco e álcool). Métodos: Estudos transversais, com dados do obtidos pelo Global School­-based Student Health Survey (GSHS) e da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019. Fatores de estilo de vida (obesidade, alimentação, atividade física, tempo de tela, tempo sentado, tabagismo, álcool, drogas e frequência escolar) e os indicadores de saúde mental (ansiedade, solidão, pensamento suicida, planejamento de suicídio, quantidade de amigos próximos e autoavaliação da saúde mental) foram obtidos por questionários autorreferidos e categorizados. Para testar a associação dos comportamentos modificáveis com os indicadores de saúde mental foram utilizadas análises de regressão logística com e sem ajustes. O mesmo foi utilizado para avaliar a associação entre a atividade física e o comportamento sedentário com o consumo de tabaco e álcool. Resultados: Dados da GSHS mostraram que a obesidade, o consumo de frutas e vegetais, a inatividade física, o consumo de tabaco e álcool e a frequência escolar foram associados aos indicadores de pior saúde mental. Os consumos de tabaco e de álcool associaram-­se positivamente com a ansiedade, solidão, ideação suicida e o planejamento suicida comparado com aqueles que não consumiam tabaco e álcool, independentemente do sexo, idade e região. Dados da PeNSE mostraram que alimentação saudável infrequente, alimentação não saudável, não consumir álcool, ser inativo, fumar cigarros e ter frequência escolar inadequada foram associados ao baixo número de amigos próximos. Alimentação saudável pouco frequente, alimentação não saudável frequente, ser inativo, ter tempo excessivo de tela e sentado, consumir tabaco, álcool, drogas e frequência escolar inadequada foram associados a pior autoavaliação da saúde mental. Cumprir as recomendações de atividade física e o transporte ativo foram associados a menores chances do consumo de álcool e tabaco. Maior tempo sentado foi associado ao menor consumo de álcool e tabaco. Conclusão: Os comportamentos de estilo de vida estão associados aos indicadores de saúde mental entre os adolescentes. Ser ativo apresentou menores chances de consumir tabaco e álcool em relação aos inativos, principalmente para o consumo excessivo de álcool e embriaguez.
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    O perfil de sensibilização aos componentes alergênicos de ácaros e animais domésticos é associado à gravidade da asma em crianças?
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-18) Ferreira, Caroline dos Santos Cezar [UNIFESP]; Wandalsen, Gustavo Falbo [UNIFESP]; Solé, Dirceu [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/8188258243306974; http://lattes.cnpq.br/4807350957191775; http://lattes.cnpq.br/0026858060599389
    OBJETIVOS: Este estudo teve por objetivo avaliar a prevalência e o perfil de sensibilização aos principais componentes alergênicos do Dermatophagoides pteronyssinus (Der p), Blomia tropicalis (Blo t), Canis familiaris (Can f) e Felis domesticus (Fel d) em crianças e adolescentes brasileiros com asma e buscar associações com a gravidade da doença. CASUÍSTICA E MÉTODO: Estudo transversal com crianças e adolescentes (6 a 17 anos) com asma alérgica de quatro centros de referência. A asma foi classificada de acordo com a GINA (2022), em leve (etapas 1 e 2) e moderada/grave (etapas 3 a 5). Foram dosados os níveis de IgE específica (ImmunoCAP) para Dermatophagoides pteronyssinus, Blomia tropicalis, Canis familiaris e Felis domesticus, e de acordo com a positividade do alérgeno total, foram avaliados os seus seguintes componentes: Der p 1, 2 e 23; Blo t 5; Can f 1, 2, 3, 4, 5 e 6; Fel d 1, 2, 4 e 7. Valores ≥0,35kUA/L foram considerados positivos. Polissensibilização ao cão ou gato foi considerada nos casos com ≥2 componentes positivos. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da UNIFESP. RESULTADOS: A análise incluiu 163 pacientes (mediana de 12 anos; 60% sexo masculino; 68% asma moderada/grave). A sensibilização ao Der p foi a mais comum (99,3%), seguida de Blo t (94,4%), Fel d (39,2%) e Can f (39,2%). 87% foram sensibilizados ao Der p 1 e 85,8% ao Der p 2 e ao Der p 23; 77,1% eram sensibilizados aos três componentes. Blo t 5 foi presente em 79,2% dos sensibilizados à Blomia. Can f 5 (43,7%) e Can f 1 (39%) foram os principais componentes do cão e Fel d 1 (79,2%) e Fel d 7 (31,3%) do gato. Monossensibilização foi encontrada em 34,3% para cão e em 54,6% para gato, enquanto polissensibilização em 40,6% ao cão e em 34,3% ao gato. Os níveis de IgE para Can f 1 e Fel d 7 foram significantemente maiores nos pacientes com asma moderada/grave. Polisensibilização ao cão (57,5% vs 12,5%; p=0,001) e ao gato (45,0% vs 16,7%; p=0,02) foram mais frequentes no grupo com asma moderada/grave. CONCLUSÃO: Polissensibilização aos alérgenos de Der p foi muito comum e o Der p 23 demonstrou ser um alérgeno maior. Can f 1 e Fel d 7 foram identificados como marcadores de gravidade da asma em crianças e adolescentes, assim como a polissensibilização aos alérgenos de cão e gato.
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    Estudo prospectivo de resposta imunológica humoral e celular após a imunização contra a Covid-19 em pacientes com Erros Inatos da Imunidade (EII)
    (Universidade Federal de São Paulo, 2023-12-18) Silva, Vitor Gabriel Lopes da [UNIFESP]; Pinto, Maria Isabel de Moraes [UNIFESP]; Lago, Carolina Sanchez Aranda [UNIFESP]; http://lattes.cnpq.br/5724846317829655; http://lattes.cnpq.br/0967318191677557; http://lattes.cnpq.br/9128417177933976
    Objetivo: Avaliar a resposta imunológica humoral e celular após a vacinação para Covid-19 em pacientes com Erros Inatos da Imunidade (EII) em comparação com controles saudáveis. Métodos: Estudo de coorte prospectivo em que foram incluídos 55 pacientes com EII (13-61 anos) e 60 controles (13-71 anos) vacinados previamente para Covid-19 com: duas doses de vacina inativada contra SARS-CoV-2 (CoronaVac), vacina recombinante de vetor viral não replicante (Oxford-AstraZeneca ChAdOx1-nCoV-19) ou vacina de RNA mensageiro (Pfizer-BioNTech BNT162b2 monovalente), seguida de uma terceira dose de Pfizer monovalente. Pacientes com EII tiveram coletas de sangue em 1 e 3 meses após a 3ª dose, 1 e 6 meses após a 4ª dose (primeiro reforço) e 1 mês após a 5ª dose (segundo reforço). Os controles tiveram coletas de sangue em 1, 3 e 6 meses após a 3ª dose (primeiro reforço) e 1 e 6 meses após a 4ª dose (segundo reforço). Foram avaliados nos dois grupos: as subpopulações de linfócitos T CD4+, T CD8+, CD19+ e CD16+56+ por citometria de fluxo, a imunidade humoral por meio de ensaios imunoenzimáticos para a detecção de anticorpos neutralizantes para proteína Spike e nucleocapsídeo e a porção RBD de SARS-CoV-2 Wuhan, Delta, BA.1, BA.2 e BA.5 e a resposta das células T específicas para Spike e Nucleocapsídeo com ELISpot. Resultados: Os EII foram: Imunodeficiência Comum Variável (n=25); Deficiência de Anticorpo Específico (n=9); Ataxia-Telangiectasia (n=5); Agamaglobulinemia ligada ao X (n=4); Síndrome Hiper-IgM (n=4); mutações PIK3CD (n=4); Imunodeficiência Combinada (n=3) e STAT-1 GOF (n=1). Os EII e controles tiveram diferentes trajetórias temporais na resposta humoral para Nucleocapsídeo, Wuhan, Delta, BA.2 e BA.5 após o esquema primário e 1º reforço para os EII e após os dois reforços para os controles (p<0,05). Em geral, os controles apresentaram níveis mais elevados de anticorpos que os EII para Spike, Nucleocapsídeo e todas as variantes de SARS-CoV-2 avaliadas (p<0,001). Após o esquema dos dois reforços, as trajetórias distintas entre EII e controles ocorreram apenas para BA.1 e Nucleocapsídeo (p<0,05). A resposta de células T para Nucleocapsídeo e Spike foi semelhante entre EII e controles (p>0,05), mas os EII tiveram resposta para Spike mais robusta que os controles após os dois reforços (p=0,002). Os pacientes com EII apresentaram imunidade celular para Nucleocapsídeo mais robusta após cada vacinação entre a 3ª e a 5ª doses, bem como os Controles após a 3ª e 4ª doses (p=0,017), refletindo as infecções por SARS-CoV-2 ocorridas nesse período. A necessidade de hospitalização por Covid-19 dos indivíduos com EII reduziu-se de 5,45% (3/55) antes da vacinação para nenhuma hospitalização após a 4ª dose de vacina Covid-19. Conclusões: Pacientes com EII predominantemente humorais responderam a uma imunização de três doses contra SARS-CoV-2 com uma imunidade celular semelhante aos controles, que é mantida entre a terceira e a quinta dose nos EII. Entretanto, os EII apresentaram uma resposta humoral menor e com evoluções médias distintas dos controles. A imunidade celular específica pode estar envolvida na proteção de indivíduos com EII contra Covid-19 grave, hospitalização e morte.