Avaliação da aptidão funcional, da qualidade de vida e da rede de suporte social de idosos participantes de práticas corporais da medicina tradicional chinesa

Avaliação da aptidão funcional, da qualidade de vida e da rede de suporte social de idosos participantes de práticas corporais da medicina tradicional chinesa

Author Tedeschi, Marcia Regina Martinez Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Souza, Karen Mendes Jorge De Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Enfermagem
Abstract Objective: To compare functional fitness, quality of life and social support between participating and non-participating elderly users of orientated body practices of Traditional Chinese Medicine. Methods: Observational case-control epidemiological study. A total of 118 elderly (≥ 60 years old), both sexes, participated in the research, being 59 participants of the body practices of Traditional Chinese Medicine (cases) and 59 non-participants (controls). All data collect was performed in four Specialized Units in Traditional Medicine of the Municipal Secretary of Health of the city of São Paulo, from July 2016 to August 2017. Sociodemographic, anthropometric and functional variables were collected. To identify the level of physical activity the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) was used in the long form. Quality of life was measured using the Medical Outcomes Study 36- Item Short-Form Health Survey (SF36) and the identification and characterization of the social support was based on Minimum Map of Relationships of the Elderly (in Portuguese, MMRI). Data analysis was initially performed descriptively, followed by univariate logistic regression and the Kruskal Wallis test. Results: There was a predominance of females (91.5% of cases; 89.8% of controls); mean age of 66.2 years for cases and 66.3 years for controls; average income of 2.4 minimum wages for cases and 2.3 minimum wages for controls; participated in regular physical activity and / or sport spontaneously 57.6% of the cases and 66.1% of the controls. Statistically significant differences were found in favor of the case group in the household chores domains (p=0.033); exercise / leisure-time physical activity (p <0.001) and overall domains (p=0.012) of the IPAQ questionnaire. The average component of the social support was 12.0 people in the case group and 10.6 people in the control group. In the assessment of quality of life (SF36), the case group had higher score in the mental health domain (p = 0.026) compared to the control group. Comparing the case groups with shorter (≤ 24 months) and longer (≥ 24 months) adherence time, with the control group, results were favorable for the case group with longer (≥ 24 months) adherence time in the pain domains (p=0.003), vitality (p=0.021), emotional aspects (p=0.034) and mental health (p=0.020). In the anthropometric variable body mass index there was no statistical significance in the comparison between the mean values of the case (28.8 kg/m2) and control groups (30.2 kg/m2). A better result was observed in the case group with longer (≥ 24 months) time of adherence in the functional test of rising and sitting of the chair (p=0.006). Conclusions: Associations between the body practices of Traditional Chinese Medicine were evidenced in the physical activity level and quality of life of the participants of the case group. Higher scores on quality of life and lower limb strength were found in elderly in the case group with longer (≥ 24 months) adherence time. Participation in the body practices of Traditional Chinese Medicine can contribute to the level of physical activity, quality of life and functional fitness of the elderly, especially lower limb strength.

Objetivo: Comparar a aptidão funcional, a qualidade de vida e a rede de suporte social entre usuários idosos participantes e não participantes das práticas corporais orientadas da Medicina Tradicional Chinesa. Métodos: Estudo epidemiológico observacional do tipo caso-controle. Participaram da pesquisa 118 idosos (≥ 60 anos), ambos os sexos, sendo 59 participantes das práticas corporais da Medicina Tradicional Chinesa (casos) e 59 não participantes (controles). A coleta foi realizada em quatro Unidades Especializadas em Medicina Tradicional da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo, no período de julho de 2016 a agosto de 2017. Foram coletadas variáveis sociodemográficas, antropométricas e funcionais. Para identificar o nível de atividade física foi utilizado o International Physical Activity Questionnarie (IPAQ), na forma longa. A qualidade de vida foi mensurada por intermédio do Medical Outcomes Study 36- Item Short-Form Health Survey (SF36) e para a identificação e caracterização da rede de suporte social utilizou-se o Mapa Mínimo de Relações do Idoso (MMRI). A análise dos dados foi realizada inicialmente de forma descritiva e, em seguida, efetuou-se uma regressão logística univariada e o teste Kruskal Wallis. Resultados: Houve predomínio do sexo feminino (91,5% dos casos; 89,8% dos controles); média de idade de 66,2 anos para casos e 66,3 anos para controles; renda média de 2,4 salários mínimos para casos e 2,3 salários mínimos para controles; participavam de prática regular de atividade física e/ou esporte de forma espontânea 57,6% dos casos e 66,1% dos controles. Foram encontradas diferenças estatisticamente significantes a favor do grupo caso nos domínios tarefas domésticas (p=0,033); exercício/atividade física no lazer (p<0,001) e no total geral dos domínios (p=0,012) do questionário IPAQ. A média de componentes da rede de suporte social foi de 12,0 pessoas no grupo caso e 10,6 pessoas no grupo controle. Na avaliação da qualidade de vida (SF36), o grupo caso apresentou maior escore no domínio saúde mental (p=0,026) em comparação ao grupo controle. Na comparação entre os grupos caso com menor (≤ 24 meses) e maior (≥ 24 meses) tempo de adesão, com o grupo controle, verificou-se resultados favoráveis ao grupo caso com maior (≥ 24 meses) tempo de adesão nos domínios dor (p= 0,003), vitalidade (p=0,021), aspectos emocionais (p=0,034) e saúde mental (p=0,020). Na variável antropométrica índice de massa corporal não houve significância estatística na comparação entre os valores médios dos grupos caso (28,8 kg/m2) e controle (30,2 kg/m2). Observou-se melhor resultado do grupo caso com maior (≥ 24 meses) tempo de adesão no teste funcional de levantar e sentar da cadeira (p=0,006). Conclusões: Foram evidenciadas associações entre as práticas corporais da Medicina Tradicional Chinesa no nível de atividade física e na qualidade de vida dos participantes do grupo caso. Maiores escores na qualidade de vida e força dos membros inferiores foram encontrados em idosos do grupo caso com maior (≥ 24 meses) tempo de adesão. A participação nas práticas corporais da Medicina Tradicional Chinesa pode contribuir no nível de atividade física, na qualidade de vida e na aptidão funcional de idosos, em especial, na força de membros inferiores.
Keywords Aging
Physical Fitness
Body Practices
Quality Of Life.
Envelhecimento
Aptidão Física
Práticas Corporais
Qualidade De Vida
Language Portuguese
Date 2019-10-31
Research area Cuidado Em Enfermagem E Saúde Na Dimensão Coletiva (Cesdc)
Knowledge area Enfermagem, Cuidado E Saúde
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 183 p.
Origin https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8109040
Access rights Closed access
Type Thesis
URI https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59914

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