Use of CD25 as an immunohistochemical marker for acquired ocular toxoplasmosis

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Data
2010-10-01
Autores
Miyamoto, Cristina [UNIFESP]
Belfort, Rubens Neto [UNIFESP]
Cesare, Sebastian Di
Belfort, Rubens Junior [UNIFESP]
Burnier Júnior, Miguel Noel Nascente [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
PURPOSE: Toxoplasmosis is the most common cause of posterior infectious uveitis worldwide. It is often impossible to determine its congenital or acquired nature. Interleukin-2 (IL-2) in peripheral blood has been described as a possible marker for acquired toxoplasmosis. The purpose of this study is to evaluate the histopathological characteristics of ocular toxoplasmosis cases using CD25 as a marker for the expression of interleukin-2. METHODS: Ten formalin-fixed, paraffin-embedded enucleated globes from ten immunocompetent patients with clinical diagnosis of toxoplasmosis were evaluated. Four patients had the acquired form of ocular toxoplasmosis (positive IgM) while six were IgM negative and IgG positive for toxoplasmosis. Histopathological slides were reviewed for the extension of the retinal necrosis, number of toxo cysts, the granulomatous inflammatory reaction, the presence of T and B cells within the choroid and the IL-2 expression. Immunohistochemistry using monoclonal antibodies was performed to observe the expression of CD4, CD8, CD20, CD25, and CD68. RESULTS: The histopathological evaluation disclosed no differences between acquired and the other ocular toxoplasmosis cases regarding the characteristics studied. However, CD25 showed a higher expression of IL-2 on the 4 acquired cases of ocular toxoplasmosis compared to the remainders. CONCLUSIONS: To the best of our knowledge, this is the first report showing that the use of CD25 as a marker for interleukin-2 could differentiate acquired ocular toxoplasmosis.
OBJETIVO: Toxoplasmose é a causa mais comum de uveíte posterior no mundo. Em grande parte dos casos, não é possível determinar se a doença ocular é devida a um quadro congênito ou adquirido. Interleucina-2 (IL-2) no sangue periférico foi descrita como um possível marcador de toxoplasmose adquirida. O objetivo deste estudo foi avaliar as características de casos de toxoplasmose usando CD25 como um marcador da expressão de interleucina-2. MÉTODOS: Dez olhos enucleados fixados com formalina e embebidos em parafina de dez pacientes imunocompetentes com diagnóstico clínico de toxoplasmose ocular foram examinados. Quatro pacientes tinham a forma adquirida (IgM positivo) enquanto 6 eram IgM negativo e IgG positivo para toxoplasmose. Cortes histopatológicos foram avaliados quanto a extensão de necrose retiniana, número de cistos de T. gondii, reação granulomatosa e presença de células B e T na coróide, bem como a expressão de interleucina-2. Estudo imuno-histoquímico utilizando anticorpos monoclonais foi realizado para determinar a expressão de CD4, CD8, CD20, CD25 e CD68. RESULTADOS: A avaliação histopatológica não mostrou diferenças entre os casos de toxoplasmose ocular com relação às características avaliadas mencionadas anteriormente. Entretanto, CD25 revelou maior expressão de interleucina-2 nos 4 casos adquiridos comparado com os demais. CONCLUSÕES: Expressão elevada de CD25 foi encontrada em todos os casos de toxoplasmose ocular adquirida. Assim, o uso de CD25 como marcador da interleucina-2 pode ser uma ferramenta útil para diferenciar toxoplasmose ocular congênita de adquirida.
Descrição
Citação
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 73, n. 5, p. 443-446, 2010.
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