Respostas fisiológicas dinâmicas em adultos obesos e não obesos submetidos ao teste de exercício cardiopulmonar

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dc.contributor.advisor Dourado, Victor Zuniga [UNIFESP]
dc.contributor.author Gonze, Bárbara de Barros [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2021-01-19T16:32:00Z
dc.date.available 2021-01-19T16:32:00Z
dc.date.issued 2019-03-19
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7679387 pt
dc.identifier.citation GONZE, Bárbara de Barros. Respostas fisiológicas dinâmicas em adultos obesos e não obesos submetidos ao teste de exercício cardiopulmonar. 2019. 67f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Saúde e Sociedade, Universidade Federal de São Paulo, Santos, 2019. pt
dc.identifier.uri https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59246
dc.description.abstract Background/Introduction: Obese individuals present reduced performance in the cardiopulmonary exercise test (CPET), mainly considering the peak values of variables such as oxygen uptake (??O2), carbon dioxide production (??CO2), tidal volume (VT), minute ventilation (VE) and heart rate (HR). Despite the importance of peak values, the interpretation and prognostic value of the CPET can be enhanced by considering the simultaneous rates of change of key variables such as ΔHR/Δ??O2, Δ??E/Δ??CO2, ΔVT/Δ linearized (ln)VE, and oxygen uptake efficiency slope (OUES). However, the influence of obesity on the aforementioned dynamic responses has not been investigated in a sufficient sample. Purpose: To evaluate the impact of BMI on dynamic physiological responses, focusing on the submaximal variables, of adults during CPET. Methods: We reexamined 1594 normal CPET of adults (≥ 18 yrs) (889 women and 705 men), of which 755 obese (body mass index, BMI ≥ 30 kg/m2) (292 men and 463 women). We also excluded CPET with a diagnosis of exercise intolerance (peak ??O2 < 83% of predicted). After clinical evaluation, participants performed a treadmill CPET following a ramp protocol. Speed and inclination were continuously incremented by a computerized system, according to the estimated maximum ??O2. We stratified participants in eutrophic (BMI < 25 Kg/m2, n = 442), overweighted (BMI 25 to 29.99 kg/m2, n = 397), obese class 1 (BMI 30 to 34.99 kg/m2, n = 292), obese class 2 (BMI 35 to 39.99 kg/m2, n = 247), and obese class 3 (BMI ≥ 40 kg/m2, n = 216). All the variables obtained in the CPET were compared among BMI groups by a series of multivariate analysis of covariance (ANCOVA). We adjusted all the models for age, sex and cardiovascular risk factors. Results: Obesity negatively influenced almost all of the 40 metabolic, ventilatory, and cardiovascular variables investigated. On the other hand, we found no significant influence of obesity in some key measures of ventilatory efficiency such as the lowest VE/VCO2 (eutrophic, 26.5 ± 3.5; overweighted, 26.5 ± 3.1; obese class 1, 26.6 ± 3.1; obese class 2, 26.5 ± 2.8; obese class 3, 26.7 ± 3.1), ΔVE/ΔVCO2 slope (25.7 ± 4.1; 25.4 ± 3.8; 25.4 ± 3.3; 25.3 ± 3.5; 25.4 ± 4.4) and ΔVE/ΔVCO2 intercept (3.7 ± 1.9; 3.9 ± 1.9; 3.3 ± 2.0; 3.7 ± 2.5; 3.1 ± 2.5). Conclusions: Obesity is associated with an extremely negative impact on cardiorespiratory fitness assessed objectively through CPET. However, the prognostic values of key variables of ventilatory efficiency during CPET remains unchanged in obesity. These submaximal and dynamic responses do not depend on the maximum effort to be obtained and can be useful for detecting an incipient ventilatory disturb. Our results present great practical applicability to identify the ventilatory limitation to exercise regardless of BMI. en
dc.description.abstract Introdução: indivíduos obesos apresentam desempenho reduzido no teste de exercício cardiopulmonar (TECP), considerando principalmente os valores de pico de variáveis como consumo de oxigênio (??O2), produção de dióxido de carbono (??CO2), volume corrente (VC), ventilação minuto (VE) e frequência cardíaca (FC). Apesar da importância dos valores de pico, a interpretação e o valor prognóstico do TECP podem ser melhorados por meio da análise das relações submáximas obtidas no TECP, ou seja, considerando-se as taxas simultâneas de mudança de variáveis-chave como ΔFC/Δ??O2, Δ??E/Δ??CO2, ΔVC/Δlinearizado (ln)VE e inclinação da eficiência de consumo de oxigênio (OUES). No entanto, a influência da obesidade nas respostas dinâmicas acima mencionadas ainda não foi investigada em amostra suficiente. Objetivo: Avaliar o impacto do IMC nas respostas fisiológicas dinâmicas, com enfoque nas variáveis submáximas, de adultos durante o TECP. Métodos: Foram reexaminados 1594 TECP de indivíduos adultos (≥ 18 anos) (889 mulheres e 705 homens), dos quais 755 obesos (IMC ≥ 30 kg/m2) (292 homens e 463 mulheres). Excluímos os TECP com diagnóstico de intolerância ao exercício (??O2 máx. ≤ 83% do previsto). Após avaliação clínica, os participantes realizaram o TECP em esteira rolante seguindo protocolo de rampa. Velocidade e inclinação foram continuamente incrementadas por sistema computadorizado, de acordo com o ??O2 máx. estimado. Estratificamos os participantes em eutróficos (IMC < 25 kg/m2, n = 442), sobrepeso (IMC ≥ 25 a 29,99 kg/m2, n = 397), obesidade grau 1 (IMC ≥ 30 a 34,99 kg/m2, n = 292), obesidade grau 2 (IMC ≥ 35 a 39,99 kg/m2, n = 247) e obesidade grau 3 (IMC ≥ 40 kg/m2, n = 216). Todas as variáveis obtidas no TECP foram comparadas entre os grupos de IMC por uma série de análises de covariância multivariada (ANCOVA). Ajustamos todos os modelos para idade, sexo e fatores de risco cardiovascular. Resultados: A obesidade influenciou negativamente quase todas as 40 variáveis metabólicas, ventilatórias e cardiovasculares investigadas. Por outro lado, não encontramos influência significativa da obesidade em algumas medidas-chave de eficiência ventilatória, tais como, menor ??E/??CO2 (eutrófico, 26,5 ± 3,5; sobrepeso, 26,5 ± 3,1; obesidade grau 1, 26,6 ± 3,1; obesidade grau 2, 26,5 ± 2,8; obesidade grau 3, 26,7 ± 3,1), Δ??E/Δ??CO2 (25,7 ± 4,1; 25,4 ± 3,8; 25,4 ± 3,3; 25,3 ± 3,5; 25,4 ± 4,4) e o intercepto da Δ??E/Δ??CO2 (3,7 ± 1,9; 3,9 ± 1,9; 3,3 ± 2,0; 3,7 ± 2,5; 3,1 ± 2,5). Conclusões: A obesidade está associada com impacto extremamente negativo na aptidão cardiorrespiratória avaliada objetivamente por meio do TECP. No entanto, os valores prognósticos das principais variáveis de eficiência ventilatória durante o TECP permanecem inalterados na obesidade. Essas respostas submáximas e dinâmicas não dependem do esforço máximo e podem ser úteis para detectar distúrbio ventilatório incipiente. Nossos resultados apresentam grande aplicabilidade prática para identificar a limitação ventilatória ao exercício, independentemente do IMC. pt
dc.format.extent 67 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Obesity en
dc.subject Cardiorespiratory Fitness en
dc.subject Adult en
dc.subject Cardiopulmonary Exercise Testing. en
dc.subject Obesidade pt
dc.subject Aptidão pt
dc.subject Cardiorrespiratória pt
dc.subject Adulto pt
dc.subject Ergometria. pt
dc.title Respostas fisiológicas dinâmicas em adultos obesos e não obesos submetidos ao teste de exercício cardiopulmonar pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)
unifesp.campus Baixada Santista, Instituto de Saúde e Sociedade pt
unifesp.graduateProgram Interdisciplinar em Ciências da Saúde pt
dc.audience.educationlevel Mestrado
dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/2303420787732563
dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/1919368500743497



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