Insulin resistance index (HOMA-IR) in the differentiation of patients with non-alcoholic fatty liver disease and healthy individuals

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Data
2010-06-01
Autores
Salgado, Ana Lúcia Farias de Azevedo [UNIFESP]
Carvalho, Luciana de [UNIFESP]
Oliveira, Ana Claudia de [UNIFESP]
Santos, Virgínia Nascimento dos [UNIFESP]
Vieira, Jose Gilberto [UNIFESP]
Parise, Edison Roberto [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
CONTEXT: Due to its good correlation to glycemic clamp, HOMA-IR has been widely utilized as insulin resistance index in clinical and epidemiological studies involving non-alcoholic fatty liver disease carriers. However, values used for this parameter have shown large variability. OBJECTIVE: To identify the HOMA-IR cut value that best distinguishes non-diabetic non-alcoholic fatty liver disease patients from a control group. METHODS: One hundred sixteen non-alcoholic fatty liver disease patients were studied, diagnosed by clinical, biochemical, and liver image or biopsy criteria, and 88 healthy individuals, without any liver disease and testing for oral glucose tolerance within normality. These groups did not differ in age and gender. All were submitted to oral glucose tolerance test and blood samples were collected for glucose and insulin measurements by immunofluorometric method. HOMA-IR was calculated according to the formula: fasting insulin (µU/L) x fasting glucose (nmol/L)/22.5. RESULTS: NAFLD patients showed higher insulin, glycemia, and HOMA-IR values than control group, even when excluding glucose intolerant and diabetes mellitus patients by their glycemic curves. HOMA-IR 75th percentile for control group was 1.78 and the best area under the curve index was obtained for HOMA-IR values of 2.0 [AUC= 0.840 (0.781-0.899 CI 95%), sensitivity (Se): 85%, specificity (Sp): 83%] while value 2.5 showed best specificity without important loss in sensitivity [AUC=0,831 (0.773-0.888) Se = 72%, Sp = 94%]. CONCLUSION: HOMA-IR values above or equal to 2.0 or 2.5 show enhanced diagnostic value in distinguishing non-alcoholic fatty liver disease carriers from control group individuals.
CONTEXTO: Pela sua boa correlação com o clamp glicêmico, o HOMA-IR tem sido largamente utilizado como índice de resistência insulínica em estudos clínicos e epidemiológicos em pacientes com doença hepática gordurosa não-alcoólica. Porém os valores utilizados para esse parâmetro têm sido muito variáveis. OBJETIVO: Identificar o valor de corte do HOMA-IR que melhor diferencie pacientes com doença hepática gordurosa não-alcoólica não-diabéticos, de um grupo controle. MÉTODOS: Foram estudados 116 pacientes com doença hepática gordurosa não-alcoólica, diagnosticados por critérios clínicos, bioquímicos e de imagem ou biopsia hepática e 88 indivíduos saudáveis, sem doença hepática e com teste de tolerância oral à glicose dentro da normalidade. Esses grupos não diferiam quanto à idade e gênero. Todos foram submetidos ao teste de tolerância oral à glicose e coletadas amostras de sangue para dosagem de glicemia e de insulina através de método imunofluorimétrico. Foi feito o cálculo do HOMA-IR de acordo com fórmula = insulina de jejum (µU/L) x glicemia de jejum (nmol/L)/22.5. RESULTADOS: Os pacientes com doença hepática gordurosa não-alcoólica apresentaram valores mais elevados de insulina, glicemia e HOMA-IR que o grupo controle, mesmo quando excluídos os pacientes com diagnóstico de intolerância à glicose ou de diabetes mellitus pela curva glicêmica. O percentil 75 para HOMA-IR no grupo controle foi de 1.78 e o melhor índice de área sob a curva foi obtido para os valores de HOMA-IR de 2,0 [ASC = 0,840 (0,781-0,899 IC95%), sensibilidade: 85%, especificidade: 83%] enquanto o valor de 2,5 foi o que apresentou melhor especificidade, sem perda importante de sensibilidade [ASC = 0,831 (0.773-0.888) sensibilidade: 72%, especificidade: 94%] . CONCLUSÃO: Valores de HOMA-IR acima ou iguais a 2.0 ou 2.5 mostram elevado valor diagnóstico na distinção entre os doentes com doença hepática gordurosa não-alcoólica e indivíduos do grupo controle.
Descrição
Citação
Arquivos de Gastroenterologia. Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBGSociedade Brasileira de Hepatologia - SBHSociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED, v. 47, n. 2, p. 165-169, 2010.
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