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dc.contributor.advisorDib, Sergio Atala [UNIFESP]
dc.contributor.authorValente, Tatiana [UNIFESP]
dc.date.accessioned2019-06-19T14:58:22Z
dc.date.available2019-06-19T14:58:22Z
dc.date.issued2017-11-30
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=5248263pt
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/50754
dc.description.abstractAIMS: The aim of this study was to investigate the relationship between glycemic variability and oxidative stress in patients with type 1 diabetes mellitus (T1DM). METHODS: In a cross-sectional analysis, 76 T1DM patients without clinical chronic diabetes complications and 22 healthy individuals were studied. Overall glycemic control (GC) was the average of the glycated hemoglobin (HbA1c) of the last 3 years. Short-term glycemic variability (STGV) was the standard deviation (SD) of a continuous glucose monitoring system (CGMS) over 3 consecutive days and long-term glycemic variability (LTGV) was the glycemic SD of the last 3 months on AccuChek 360® (Roche). Oxidative stress biomarkers were estimated from 8-hours overnight urinary excretion rates of 8-isoprostaglandin-F2α (8-iso-PGF2α), plasmatic nitric oxide (NO), thiobarbituric acid reactive substances (TBARS) and erythrocytes reduced/oxidized glutathione (GSH/GSSG). Other laboratory tests as ferritin, C reactive protein, lipid profile and albuminuria were also evaluated. RESULTS: NO was significantly higher in T1DM than controls, even after adjusted for age and BMI. There were no significant differences between the groups for gender distribution, lipid profile, ferritin, 8-iso-PGF-2α, TBARS and GSH/GSSG. In T1DM the NO correlated with last year average of HbA1c (8.7 ± 1.6% or 71 ± 18 mmol) (rS = 0.278; p = 0.042) and the LTGV (rS = 0.283; p = 0.036). GSH/GSSG was inversely correlated with LDL-cholesterol (rS = -0.417; p = 0.047) and triglycerides (rS = -0.521; p = 0.013). NO and TBARS were significantly correlated (rS = 0.267; p = 0.049), (rS = 0.327; p = 0.015), respectively, with albuminuria. CONCLUSION: The single marker of oxidative stress correlated with glycemic variability was NO. Plasmatic TBARS, GSH/GSSG and urinary 8-iso-PGF-2α didn´t show correlation with glycemic variability. GSH/GSSG was correlated with the lipid profile, and NO and TBARS with albuminuria positivity. So the interrelationship between glycemic variability and oxidative stress in young adult T1DM is heterogeneous.en
dc.description.abstractOBJETIVO: O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre variabilidade glicêmica e estresse oxidativo em pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1). MÉTODOS: Em uma análise transversal, 76 pacientes com DM1 sem complicações crônicas clínicas e 22 indivíduos saudáveis foram estudados. O controle glicêmico global (CGG) foi avaliado pela média da hemoglobina glicada (HbA1c) dos últimos 3 anos. A variabilidade glicêmica de curto prazo (VGCP) foi obtida por meio do desvio padrão (DP) de um sistema contínuo de monitorização glicêmica (CGMS) ao longo de 3 dias consecutivos, e a variabilidade glicêmica de longo prazo (VGLP), pelo DP glicêmico dos últimos 3 meses, por meio do AccuChek 360® (Roche). Os biomarcadores de estresse oxidativo foram estimados a partir das taxas de excreção urinária, durante a noite de 8 horas, de 8-isoprostaglandina-F2α (8-iso-PGF2α), óxido nítrico plasmático (ON), substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) e glutationa reduzida/oxidada eritrocitária (GSH/GSSG). Outros testes laboratoriais como ferritina, proteína C reactiva, perfil lipídico e albuminúria também foram avaliados. RESULTADOS: O ON foi significativamente maior no grupo de DM1 do que nos controles, mesmo depois de ajustado para idade e IMC. Não houve diferença significativa entre os grupos para a distribuição de gênero, perfil lipídico, ferritina, 8-iso-PGF-2α, TBARS e GSH/ GSSG. Em DM1, o ON se correlacionou com a média do último ano da HbA1c (8,7 ± 1,6% ou 71 ± 18 mmol) (rS = 0,278; p = 0,042) e com a VGLP (rS = 0,283; p = 0,036). GSH/GSSG se correlacionou inversamente com LDL-colesterol (rS = -0,417; p = 0,047) e triglicerídeos (rS = -0,521; p = 0,013). ON e TBARS se correlacionaram positivamente com albuminúria (rS = 0,267; p = 0,049) e (rS = 0,327; p = 0,015), respectivamente. CONCLUSÃO: O único marcador de estresse oxidativo correlacionado com a variabilidade glicêmica foi ON. TBARS, GSH/GSSG e 8-iso-PGF-2α urinário não mostraram correlação com a variabilidade glicêmica. GSH/GSSG foi correlacionado com o perfil lipídico, enquanto que o ON e TBARS, com a presença de albuminúria. Portanto, a inter-relação entre a variabilidade glicêmica e o estresse oxidativo no DM1 adulto jovem é heterogênea.pt
dc.format.extent88p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectGlycemic Controlen
dc.subjectGlycemic Variabilityen
dc.subjectOxidative Stressen
dc.subjectType 1 Diabetes Mellitusen
dc.subjectControle Glicêmicopt
dc.subjectVariabilidade Glicêmicapt
dc.subjectEstresse Oxidativopt
dc.subjectDiabetes Mellitus Tipo 1pt
dc.titleRelação Entre A Variabilidade Glicêmica E Marcadores Do Estresse Oxidativo Em Paciente Com Diabetes Mellitus Tipo 1pt
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)pt
dc.identifier.file2017-0906.pdf
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2017)
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicinapt
unifesp.graduateProgramMedicina (Endocrinologia Clínica)pt
unifesp.knowledgeAreaDiabetespt
unifesp.researchAreaDiabetes Mellitus: Etiopatogenia, Fisiopatologia, Diagnóstico E Tratamentopt


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