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dc.contributor.authorFeitosa-Filho, Gilson Soares
dc.contributor.authorSena, Joberto Pinheiro
dc.contributor.authorGuimarães, Hélio Penna [UNIFESP]
dc.contributor.authorLopes, Renato Delascio [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:39:06Z
dc.date.available2015-06-14T13:39:06Z
dc.date.issued2009-03-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2009000100010
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Terapia Intensiva. Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, v. 21, n. 1, p. 65-71, 2009.
dc.identifier.issn0103-507X
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4917
dc.description.abstractCardiac arrest survivors frequently suffer from ischemic brain injury associated with poor neurological outcome and death. Therapeutic hypothermia improves outcomes in comatose survivors after resuscitation from out-of-hospital cardiac arrest. Considering its formal recommendation as a therapy, post-return of spontaneous circulation after cardiac arrest, the objective of this study was to review the clinical aspects of therapeutic hypothermia. Non-systematic review of articles using the keywords cardiac arrest, cardiopulmonary resuscitation, cooling, hypothermia, post resuscitation syndrome in the Med-Line database was performed. References of these articles were also reviewed. Unconscious adult patients with spontaneous circulation after out-of-hospital ventricular fibrillation or pulseless ventricular tachycardia should be cooled. Moreover, for any other rhythm or in the intra-hospital scenario, such cooling may also be beneficial. There are different ways of promoting hypothermia. The cooling system should be adjusted as soon as possible to the target temperature. Mild therapeutic hypothermia should be administered under close control, using neuromuscular blocking drugs to avoid shivering. The rewarming process should be slow, and reach 36º C, usually in no less then 8 hours. When temperature increases to more than 35º C, sedation, analgesia, and paralysis could be discontinued. The expected complications of hypothermia may be pneumonia, sepsis, cardiac arrhythmias, and coagulopathy. In spite of potential complications which require rigorous control, only six patients need to be treated to save one life.en
dc.description.abstractOs sobreviventes de parada cardiorrespiratória freqüentemente apresentam lesão cerebral isquêmica associada a piores desfechos neurológicos e óbito. A hipotermia terapêutica melhora os desfechos entre os sobreviventes comatosos após manobras de reanimação. Considerando sua recomendação formal para emprego terapêutico pós-recuperação da circulação espontânea na parada cardiorrespiratória, o objetivo deste estudo foi rever os principais aspectos clínicos relativos à hipotermia terapêutica. Foi feita revisão através de pesquisa não-sistemática de artigos através das palavras-chave parada cardiorrespiratória, resfriamento, hipotermia, síndrome pós-reanimação na base de dados MedLine. Adicionalmente, referências destes artigos foram igualmente avaliadas. Pacientes adultos inconscientes com circulação espontânea após parada cardiorrespiratória extra-hospitalar devem ser resfriados quando o ritmo inicial for fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular. Este resfriamento pode ser benéfico para os outros ritmos e para o ambiente intra-hospitalar. Existem várias formas diferentes de induzir a hipotermia. O sistema de resfriamento deve atingir a temperatura alvo o mais rápido possível. O reaquecimento para 36º C deve ser realizado em não menos do que 8 horas. Quando a temperatura aumenta para mais de 35º C, sedação, analgesia e paralisia podem ser descontinuadas. As complicações esperadas da hipotermia terapêutica podem incluir pneumonia, sepse, disritmias cardíacas e coagulopatias. A despeito de potenciais complicações que necessitam de cuidadosa monitoração, apenas seis pacientes precisam ser tratados com hipotermia induzida pós- parada cardiorrespiratória para salvar uma vida.pt
dc.format.extent65-71
dc.language.isopor
dc.publisherAssociação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Terapia Intensiva
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectHypothermia induceden
dc.subjectHeart arresten
dc.subjectCardiopulmonary resuscitationen
dc.subjectHipotermia induzidapt
dc.subjectParada cardíacapt
dc.subjectRessuscitação cardiopulmonarpt
dc.titleHipotermia terapêutica pós-reanimação cardiorrespiratória: evidências e aspectos práticospt
dc.title.alternativeTherapeutical hypothermia after cardiopulmonary resuscitation: evidences and practical issuesen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionSanta Casa de Misericórdia da Bahia Hospital Santa Izabel Clínica Médica e de Cardiologia
dc.contributor.institutionSanta Casa de Misericórdia da Bahia Hospital Santa Izabel
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institutionInstituto Dante Pazzanese de Cardiologia
dc.contributor.institutionDuke University Clinical Research Institute
dc.description.affiliationSanta Casa de Misericórdia da Bahia Hospital Santa Izabel Clínica Médica e de Cardiologia
dc.description.affiliationSanta Casa de Misericórdia da Bahia Hospital Santa Izabel
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationInstituto Dante Pazzanese de Cardiologia
dc.description.affiliationDuke University Clinical Research Institute
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP
dc.identifier.fileS0103-507X2009000100010.pdf
dc.identifier.scieloS0103-507X2009000100010
dc.identifier.doi10.1590/S0103-507X2009000100010
dc.description.sourceSciELO


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