Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos

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dc.contributor.advisor Lee, Kil Sun Lee [UNIFESP] pt
dc.contributor.author Silva, Marcelo Alberti Paiva da [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2018-07-30T11:53:39Z
dc.date.available 2018-07-30T11:53:39Z
dc.date.issued 2015-09-30
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2561031 pt
dc.identifier.citation SILVA, Marcelo Alberti Paiva da. Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos. 2015. 59 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48852
dc.description.abstract As espécies reativas de oxigênio (EROs) são produzidas nos sistemas biológicos, sendo o metabolismo de dopamina um exemplo onde ocorre a formação destas espécies. A Proteína Príon Celular (PrPC) é altamente expressa em neurônios e desempenha diversas funções importantes incluindo a função de antioxidante. A Prpc possui um domínio de estrutura flexível rico em aminoácidos com maior potencial de oxidação. Estas características moleculares podem favorecer a sua reação direta com as EROs, o que resultaria em alterações conformacionais da proteína. A Prpc estruturalmente alterada torna-se susceptível a formar agregados, o que desencadeia uma resposta adaptativa a proteínas mal enoveladas (UPR) e a ativação do processo de autofagia. Baseado nessas informações, tivemos como objetivo avaliar o efeito da Prpc no processo de degradação proteica durante a diferenciação de células N2a para neurónios dopaminérgicos. Para a diferenciação, tratamos as células N2a com 3',5'-monofosfato de N6,2' -O-dibutiril adenosina cíclica (dbcAMP). O aumento da exp.ressão de tirosina hidroxilase (TH) e o aumento de ácido 3,4-di-hidroxifenilacético (O'OPAC) indicaram a eficácia da diferenciação. Na primeira parte do estudo, as células tratadas com dbcAMP apresentaram uma diminuição dos níveis de Prpc e um aumento das proteínas envolvidas na autofagia e na UPR, sugerindo que a diminuição de Prpc pode estar relacionada com a degradação. Para verificar esta hipótese, fizemos o silenciamento da Prpc nas células N2a (N2aP-). Ambas as células, controle (N2aC) e silenciada (N2aP-), apresentaram aumento nos níveis de TH após a diferenciação celular. No entanto, os níveis de TH foram mais elevados nas células N2a P- quando comparadas às N2aC sugerindo que a Prpc pode reprimir a expressão de TH. Além disso, o silenciamento de Prpc reduziu a expressão de Beclina-1, p62 e atg12 de forma 16 independente do estado de diferenciação, suqerindo que a_Prpc pode participar da regulação da autofagia. 17 pt
dc.format.extent 59 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject proteína prion celular pt
dc.subject autofagia pt
dc.subject metabolismo de dopamina pt
dc.subject estresse do retículo iv pt
dc.title Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file 2015-0101.pdf
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Ciências Biológicas (Biologia Molecular) pt
unifesp.knowledgeArea Ciências biológicas pt
unifesp.researchArea Bioquímica pt



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