Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos

Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos

Author Silva, Marcelo Alberti Paiva da Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Lee, Kil Sun Lee Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Ciências Biológicas (Biologia Molecular)
Abstract As espécies reativas de oxigênio (EROs) são produzidas nos sistemas biológicos, sendo o metabolismo de dopamina um exemplo onde ocorre a formação destas espécies. A Proteína Príon Celular (PrPC) é altamente expressa em neurônios e desempenha diversas funções importantes incluindo a função de antioxidante. A Prpc possui um domínio de estrutura flexível rico em aminoácidos com maior potencial de oxidação. Estas características moleculares podem favorecer a sua reação direta com as EROs, o que resultaria em alterações conformacionais da proteína. A Prpc estruturalmente alterada torna-se susceptível a formar agregados, o que desencadeia uma resposta adaptativa a proteínas mal enoveladas (UPR) e a ativação do processo de autofagia. Baseado nessas informações, tivemos como objetivo avaliar o efeito da Prpc no processo de degradação proteica durante a diferenciação de células N2a para neurónios dopaminérgicos. Para a diferenciação, tratamos as células N2a com 3',5'-monofosfato de N6,2' -O-dibutiril adenosina cíclica (dbcAMP). O aumento da exp.ressão de tirosina hidroxilase (TH) e o aumento de ácido 3,4-di-hidroxifenilacético (O'OPAC) indicaram a eficácia da diferenciação. Na primeira parte do estudo, as células tratadas com dbcAMP apresentaram uma diminuição dos níveis de Prpc e um aumento das proteínas envolvidas na autofagia e na UPR, sugerindo que a diminuição de Prpc pode estar relacionada com a degradação. Para verificar esta hipótese, fizemos o silenciamento da Prpc nas células N2a (N2aP-). Ambas as células, controle (N2aC) e silenciada (N2aP-), apresentaram aumento nos níveis de TH após a diferenciação celular. No entanto, os níveis de TH foram mais elevados nas células N2a P- quando comparadas às N2aC sugerindo que a Prpc pode reprimir a expressão de TH. Além disso, o silenciamento de Prpc reduziu a expressão de Beclina-1, p62 e atg12 de forma 16 independente do estado de diferenciação, suqerindo que a_Prpc pode participar da regulação da autofagia. 17
Keywords proteína prion celular
autofagia
metabolismo de dopamina
estresse do retículo iv
Language Portuguese
Date 2015-09-30
Published in SILVA, Marcelo Alberti Paiva da. Influência da prpc sobre a autofagia e no estresse do er induzidos durante a diferenciação de células n2 em neurônios dopaminérgicos. 2015. 59 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.
Research area Bioquímica
Knowledge area Ciências biológicas
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 59 p.
Origin https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2561031
Access rights Closed access
Type Dissertation
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48852

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