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dc.contributor.advisorPetrilli, Antonio Sergio Petrilli [UNIFESP]pt
dc.contributor.authorEleuterio, Sabrina Jeane Prates [UNIFESP]
dc.date.accessioned2018-07-30T11:53:30Z
dc.date.available2018-07-30T11:53:30Z
dc.date.issued2013-07-18
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=900719pt
dc.identifier.citationELEUTERIO, Sabrina Jeane Prates. Caracterização do osteossarcoma em crianças no Brasil. 2013. 88 f. Dissertação (Mestrado Profissional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2013.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48771
dc.description.abstractIntrodução: O câncer infantil é relativamente raro, cerca de 1 a 2 crianças entre cada 10.000 crianças com idade igual ou inferior a 14 anos são diagnosticadas nos Estados Unidos, e tem tendência a apresentar distribuição etária específica, sendo fator prognóstico para algumas dessas doenças. O osteossarcoma (OS) é o tumor maligno primário ósseo mais comum na infância e adolescência e não há consenso na literatura de que a idade seja fator prognóstico independente. Objetivo: Identificar as principais características dos pacientes com OS e idade inferior a 12 anos e comparar os resultados com os pacientes com 12 anos ou mais. MÉTODOS: Estudo retrospectivo com revisão de banco de dados de 553 pacientes que participaram dos estudos de tratamento do Grupo Brasileiro de Osteossarcoma III, IV e V do período de 1991 a 2006. Definido criança, de acordo com o Estatuto da criança e adolescente, como pessoas com idade inferior a 12 anos. Resultados: As crianças apresentaram distribuição equivalente dos sexos e o tempo de espera para diagnóstico foi mais curto que os demais pacientes. A cirurgia conservadora, a sobrevida e o grau de necrose III e IV foram maiores nas crianças com tumores <12 cm, assim como os adolescentes /adultos jovens. As crianças apresentaram maior porcentagem de cirurgia conservadora biológica que os demais pacientes. As recidivas ocorreram em maior número em crianças com baixo grau de necrose e a sobrevida foi menor quando metastáticos ao diagnóstico. A recidiva local, a dose intensidade de quimioterapia e a porcentagem de cirurgia conservadora nos < 12 anos foram semelhantes aos pacientes mais velhos. Conclusão: As crianças apresentaram distribuição equivalente dos sexos, menor tempo de espera para o diagnóstico e foram submetidas a cirurgias conservadoras biológicas em uma frequência maior que os adolescentes/ adultos jovens. Em relação aos pacientes adolescentes/ adultos jovens, possuíram comportamento semelhante no que se refere à presença de metástases, local de tumor primário, tamanho tumoral, grau de necrose, dose intensidade e sobrevida. Estes dados justificam o uso de protocolo terapêutico equivalente para ambos os grupos etários.pt
dc.format.extent88 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectosteossarcomapt
dc.subjectcriançaspt
dc.subjectadolescentespt
dc.subjectneoplasia malignapt
dc.titleCaracterização do osteossarcoma em crianças no Brasilpt
dc.typeDissertação de mestrado profissional
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)pt
dc.identifier.file2013-0860.pdf
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramTecnologias e Atenção à Saúdept
unifesp.knowledgeAreaCiências da saúdept
unifesp.researchAreaMedicinapt


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