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dc.contributor.advisorWillemart, Rodrigo Hirata [UNIFESP]pt
dc.contributor.authorFernandes, Nathalia da Silva [UNIFESP]
dc.date.accessioned2018-07-30T11:44:34Z
dc.date.available2018-07-30T11:44:34Z
dc.date.issued2015-07-30
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3208710pt
dc.identifier.citationFERNANDES, Nathalia da Silva. Uso de químicos no reconhecimento sexual de opiliões (arachnida: opiliones)". 2015. 44 f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Diadema, 2015.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47466
dc.description.abstractSeveral arthropod species use chemicals to detect sexual partners. In harvestmen (Arachnida, Opiliones) there are evidences that chemicals have an important role in intra-specific communication. Using the behavior of Discocyrtus prospicuus (Holmberg 1876) males of exposing the penis to females prior to engaging in mating posture, we tested the following hypotheses: (1) males detect females by contact (chemicals left on the substrate) and (2) males detect females by olfaction. To test hypothesis (1), we submitted males to three experimental groups: female chemicals/white control; male chemicals/white control; female/male chemicals. For hypothesis (2), we allowed that males had access simultaneously to volatiles of males, females and control. We predicted that males would expose the penis when approaching (3 cm) volatiles and chemicals deposited on the substrate by females. We also tested if males spent more time close to the source of female volatiles and, in the case of contact chemoreception, on the substrate with female chemicals. To control for chemical detection without penis exposure, we also tested if males tapped the substrate with female chemicals with the sensory legs I and II for more time than the others. The predictions were refuted, but males did tap for more time the female than the male chemicals. Finally, we put males and females together to observe if males would expose the penis upon touching the female´s cuticle. Our data does not support olfaction as a way to detect females and corroborate the idea that contact chemicals, either left on the substrate or on the female´s cuticle, play an important role in the detection and recognition of the opposite sex. This is the first evidence in Opiliones that males react differently to female/male chemicals.en
dc.description.abstractCapítulo 1: Detecção de parceiras sexuais no opilião Discocyrtus prospicuus (Arachnida: Opiliones: Laniatores) Muitas espécies de artrópodes usam químicos para a detecção dos parceiros sexuais. Em opiliões (Arachnida, Opiliones) há indícios de que os químicos desempenhem um papel importante na comunicação intra-específica. Usamos o comportamento de machos de Discocyrtus prospicuus (Holmberg 1876) exporem o pênis para as fêmeas antes da cópula para testar as hipóteses: (1) machos de D. prospicuus detectam fêmeas por contato (químicos deixados no substrato) e (2) machos de D. prospicuus detectam as fêmeas por olfato. Para testar a hipótese (1) submetemos machos receptores a três grupos experimentais: químico de fêmea/branco, químico de macho/branco e químico de fêmea/macho. Para a hipótese (2) permitimos que machos receptores tivessem acesso simultâneo aos químicos voláteis de machos, fêmeas e controle. Prevemos que os machos exporiam o pênis ao se aproximar (3 cm) dos químicos voláteis e ao tocar químicos das fêmeas no substrato. Além disso, testamos se machos ficariam mais tempo próximos (5 cm) à fonte dos voláteis das fêmeas e, no caso da quimiorrecepção de contato, sobre os químicos de fêmeas. Para controlar a eventual detecção dos químicos sem exposição do pênis, também testamos se machos tateariam com os pares de pernas sensoriais I e/ou II por mais tempo o substrato com químicos de fêmeas. As previsões foram refutadas, mas machos tatearam com as pernas I por mais tempo o lado com químicos de fêmeas do que o lado com químicos de machos. Finalmente, colocamos machos e fêmeas juntos para observar se eles expõem o pênis quando as tocam. Em todas as ocasiões em que os machos expuseram o pênis eles tocaram na cutícula das fêmeas. Nossos dados não sustentam a olfação como meio de detectar fêmeas e corroboram a ideia de que químicos de contato, tanto deixados no substrato, quanto os presentes na cutícula da fêmea, desempenham importante papel na detecção e reconhecimento de parceiros sexuais. Esta é a primeira evidência em Opiliones de que machos reagem a químicos de fêmeas de maneira diferente da que reagem a químicos de machos. Palavras chave: Opiliones, Laniatores, Eupnoi, comunicação sexual, feromôniospt
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)pt
dc.format.extent44 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectOpilionesen
dc.subjectLaniatoresen
dc.subjectEupnoien
dc.subjectSexual communicationen
dc.subjectPheromonesen
dc.subjectOpilionespt
dc.subjectLaniatorespt
dc.subjectEupnoipt
dc.subjectComunicação sexualpt
dc.subjectFeromôniospt
dc.titleUso de químicos no reconhecimento sexual de opiliões (Arachnida: Opiliones)"pt
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)pt
dc.identifier.file2015-0214.pdf
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campusInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)pt
unifesp.graduateProgramEcologia e Evoluçãopt
unifesp.knowledgeAreaBiodiversidadept
unifesp.researchAreaPadrões e Processos Ecológicospt


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