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dc.contributor.advisorTrevisani, Virginia Fernandes Moca Trevisani [UNIFESP]pt
dc.contributor.authorGarcia, Ana Beatriz Andreo [UNIFESP]
dc.date.accessioned2018-07-27T15:49:57Z
dc.date.available2018-07-27T15:49:57Z
dc.date.issued2016-09-27
dc.identifierhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=4460398pt
dc.identifier.citationGARCIA, Ana Beatriz Andreo. Aterosclerose assintomática em síndrome de sjogren primária. 2016. 81 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46282
dc.description.abstractObjectives: To evaluate subclinical atherosclerosis in patients with Sjögren syndrome using non-invasive methods.Patients and methods: We assessed traditional risk factors such as hypertension, diabetes, dyslipidemia, smoking and family history of atherosclerosis. Patients with prior cardiovascular events and a history of atherosclerosis were excluded. Clinical and laboratory features were recorded, as well as the EULAR Sjogren?s Syndrome Activity Index (ESSDAI) calculation. The atherosclerosis evaluation was done by carotid intima-media thickness (CIMT), measured by ultrasonography, and ankle brachial index (ABI).Results: Fifteen patients (31%) had at least one traditiona risk factor and 65.3% had an ESSDAI score from mild to moderate. Only two patients had increased CIMT. However, 60% presented ABI alterations. The Multiple Correspondence Analysis (MCA) showed a clear correlation between low ABI and the positivity of autoantibodies (ANA, anti-SSA, RF). Conclusions: The subgroup of patients with positive autoantibodies is at a higher risk of early atherosclerosis, which indicates the need for more careful monitoring in this group.en
dc.description.abstractObjetivo: avaliar aterosclerose subclínica em quarenta e nove pacientes com síndrome de Sjogren primária usando metódos não invasivos. Pacientes eMétodos: estudo transversal, sem grupo controle. Fatores de risco tradicionais como hipertensão, diabetes, dislipidemia, tabagismo e história familiar de aterosclerose foram avaliados. Pacientes com eventos cardiovasculares prévios ou história pessoal de aterosclerose foram excluídos. Dados clínicos e laboratoriais foram adquiridos, assim como o cálculo do ESSDAI. A avaliação de aterosclerose foi realizada pelo espessamento medio-intimal (EMT), medido pela ultrassonografia, e pelo índice tornozelo braquial (ITB). Resultados: Quinze pacientes (31%) tinham pelo menos um fator de risco tradicional e 65,3% apresentavam ESSDAI de leve a moderado. Apenas duas pacientes mostraram espessamento médio-intimal. Entretanto, 66% apresentaram alteração no ITB. A análise de correspondência múltipla (ACM) mostrou uma clara correlação entre baixo ITB e positividade de autoanticorpos (FAN, anti SSA, FR). Conclusões: O subgrupo de pacientes com autoanticorpos positivos apresenta um maior risco de aterosclerose precoce, justificando maior monitoramento.pt
dc.format.extent81 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectatherosclerosisen
dc.subjectasymptomaticen
dc.subjectprimary sjogren's syndromeen
dc.subjectaterosclerosept
dc.subjectassintomáticapt
dc.subjectsíndrome de sjogren primáriapt
dc.titleAterosclerose assintomática em síndrome de sjogren primáriapt
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)pt
dc.identifier.file2016-0937.pdf
dc.description.sourceDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramSaúde Baseada em Evidênciaspt
unifesp.knowledgeAreaCiências da saúdept
unifesp.researchAreaMedicinapt


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