As vilas pombalinas das capitanias do Rio Negro e Pará (1755 – 1798) : políticas de integração dos índios, negociações e conflitos

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Data
2018-06-12
Autores
Paula, Augusto Nalini Aigner de [UNIFESP]
Orientadores
Machado, André Roberto de Arruda [UNIFESP]
Tipo
Trabalho de conclusão de curso de graduação
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Resumo
Este monografia discute as tentativas de integração das populações indígenas ao mundo português, a partir do desdobramento das políticas pombalinas nas capitanias do Rio Negro e Pará na segunda metade do século XVIII. Para tanto, toma as recém criadas vilas e lugares destas duas capitanias como espaços de análise, tratando especificamente dos papeis sociais indígenas, construídos e reinventados, quando da publicação das leis de 1755 e do Diretório Pombalino, em vigor de 1757 a 1798. Lembre-se que, entre outras coisas, essa legislação buscava colocar em prática o interesse da metrópole em fortalecer a ocupação territorial, especialmente no norte e nas regiões de fronteira, e converter o índio em vassalo do rei, em uma tentativa de incluí-lo nesse projeto colonial. Durante muitos anos, a historiografia se concentrou em análises que simplesmente decretavam o fim desses povos indígenas, fosse pelos enfrentamentos armados ou pelo entendimento que a simples incorporação desses indivíduos às vilas pombalinas significava a perda da sua condição de indígena. Ao contrário disso, esta monografia se alinha aos novos estudos que pretendem ver como os indígenas interpretaram essas aproximações e reinventaram suas identidades e hierarquias.
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