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dc.contributor.authorCesar, Maria Auxiliadora Prolungatti
dc.contributor.authorKlug, Wilmar Artur
dc.contributor.authorBassi, Deomir Germano [UNIFESP]
dc.contributor.authorPaula, Pedro Roberto De [UNIFESP]
dc.contributor.authorCesar, Rosana Prolungatti
dc.contributor.authorOrtiz, Jorge Alberto
dc.contributor.authorSperanzini, Manilio Basilio
dc.date.accessioned2015-06-14T13:37:12Z
dc.date.available2015-06-14T13:37:12Z
dc.date.issued2007-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0101-98802007000400002
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Coloproctologia. Cidade Editora Científica Ltda, v. 27, n. 4, p. 364-373, 2007.
dc.identifier.issn0101-9880
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4015
dc.description.abstractINTRODUCTION: Hemorrhoids are very common and pain following their surgical treatment causes great suffering. Various alternatives have been studied for reducing postoperative pain. Among these is surgical sphincterotomy, which may in some cases cause some degree of fecal incontinence. For this reason, several studies have used chemical sphincterotomy, with nifedipine, diltiazem, glycerin trinitrate or botulinum toxin. The objective of the present study was to investigate the effects of topical nifedipine for reducing anal canal pressures and consequently reducing postoperative pain. MATERIAL AND METHOD: Topical gels of 0.2% nifedipine plus 2% lidocaine (Group 1) and 2% lidocaine alone (Group 2) were used following hemorrhoidectomy. Pressures were measured before the operation and on the first, fourth and seventh days after the operation. Pain was also evaluated on all of the first seven postoperative days using a visual analog scale. RESULTS: There were no differences in relation to anal canal pressures, but lower pain levels were reported in the group that received nifedipine. CONCLUSION: Nifedipine gel was efficient for postoperative analgesia, but did not alter anal canal pressures.en
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: As hemorróidas são muito freqüentes e após o seu tratamento cirúrgico tem se observado que a dor causa muito sofrimento. Várias alternativas tem sido estudadas para melhorar a dor pós-operatória dentre elas a esfincterotomia cirúrgica que pode em alguns casos causar algum grau de incontinência fecal. Por esse motivo vários estudos tem utilizado a esfincterotomia química com nifedipina, diltiazen, trinitrato de glicerina e toxina botulínica. O objetivo dessa pesquisa foi avaliar o efeito da nifedipina tópica nas diminuições das pressões do canal anal e consequente influência na melhora da dor pós-operatória. MATERIAL E MÉTODO: Utilização da nifedipina tópica gel 0,2% (Grupo 1) e lidocaina 2% (Grupo 2) no pós operatório de hemorroidectomia aferindo as pressões no pré, primeiro, quarto e sétimo dias de pós operatório, associado de medida de dor todos os dias do pós-operatório através de tabela analógica. RESULTADOS: Os autores não encontraram diferenças em relação às pressões de canal anal mas em relação à dor referida estas foram em menor intensidade no grupo que recebeu a nifedipina. CONCLUSÕES: a nifedipina gel foi eficiente na analgesia pós-operatória, no entanto não alterou as pressões do canal anal.pt
dc.format.extent364-373
dc.language.isopor
dc.publisherCidade Editora Científica Ltda
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Coloproctologia
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectNifedipineen
dc.subjectManometryen
dc.subjectAnal canalen
dc.subjectHemorrhoidsen
dc.subjectPostoperative painen
dc.subjectoperative surgical proceduresen
dc.subjectNifedipinopt
dc.subjectManometriapt
dc.subjectCanal analpt
dc.subjectHemorróidaspt
dc.subjectDor pós-operatóriapt
dc.subjectprocedimentos cirúrgicos operatóriospt
dc.titleEfeito da nifedipina gel 0,2% nas pressões de canal anal e na dor pós-operatória: estudo após hemorroidectomia pela técnica abertapt
dc.title.alternativeEffect of 0.2% nifedipine gel on anal canal pressures and postoperative pain: study following hemorrhoidectomy by open techniqueen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionFCMSCSP
dc.contributor.institutionUniversidade de Taubaté
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institutionHospital Universitário de Taubaté Serviço de Endoscopia e Motilidade Digestiva
dc.contributor.institutionFaculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionFaculdade de Medicina do ABC
dc.description.affiliationFCMSCSP
dc.description.affiliationUniversidade de Taubaté
dc.description.affiliationEscola Paulista de Medicina
dc.description.affiliationHospital Universitário de Taubaté Serviço de Endoscopia e Motilidade Digestiva
dc.description.affiliationFaculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
dc.description.affiliationUSP FM
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina do ABC
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, EPM
dc.identifier.fileS0101-98802007000400002.pdf
dc.identifier.scieloS0101-98802007000400002
dc.identifier.doi10.1590/S0101-98802007000400002
dc.description.sourceSciELO


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