Autonomia da criança hospitalizada frente aos procedimentos: crenças da enfermeira pediatra

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Data
2006-12-01
Autores
Coa, Thatiana Fernanda [UNIFESP]
Pettengill, Myriam Aparecida Mandetta [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Artigo
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Resumo
OBJECTIVE: to understand pediatric nurses' beliefs and actions regarding hospitalized children's autonomy during therapeutic procedures. METHODS: A qualitative approach was used to observe and interview seven nurses from a public hospital at São Paulo. RESULTS: Content analysis revealed two themes: a child's potential to develop autonomy and a child's incapability to exercise autonomy. FINAL CONSIDERATIONS: Few opportunities are given to children in order to develop their autonomy. As a rule, in conflicting situations nurses do not consider children decision-making; there is a disconnection between nurse's speech and professional practice.
OBJETIVO: conocer las creencias y acciones de la enfermera pediátrica en relación a la autonomía del niño hospitalizado durante la realización de procedimientos terapéuticos. MÉTODOS: estudio de abordaje cualitativo, en el que fueron realizadas observaciones y entrevistas con siete enfermeras de un hospital público de São Paulo. RESULTADOS: fueron evidenciados dos temas que revelan las creencias de la enfermera y que fundamentan sus acciones en relación a la autonomía del niño hospitalizado: acreditando en el potencial del niño para ejercer la autonomía y considerando al niño incapaz de ejercer la autonomía. CONSIDERACIONES FINALES: Se ha dado al niño poca oportunidad para desarrollar su autonomía. Como regla, en situaciones de conflicto, el profesional no permite la participación del niño, permaneciendo distancia entre su discurso y la práctica.
OBJETIVO: conhecer as crenças e ações da enfermeira pediatra em relação à autonomia da criança hospitalizada durante a realização de procedimentos terapêuticos. MÉTODOS: estudo de abordagem qualitativa, em que foram realizadas observações e entrevistas com sete enfermeiras de um hospital público de São Paulo. RESULTADOS: foram evidenciados dois temas que revelam as crenças de enfermeira e que fundamentam suas ações em relação à autonomia da criança hospitalizada: acreditando no potencial da criança para exercer a autonomia e considerando a criança incapaz de exercer a autonomia. CONSIDERAÇÕES FINAIS: tem sido dada pouca oportunidade à criança para desenvolver sua autonomia. Como regra, em situações de conflito, o profissional não permite a participação da criança, permanecendo uma distância entre seu discurso e a prática.
Descrição
Citação
Acta Paulista de Enfermagem. Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), v. 19, n. 4, p. 433-438, 2006.