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dc.contributor.advisorAjzen, Sergio Aron [UNIFESP]
dc.contributor.authorSouza, Soraia Ale [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:46:57Z
dc.date.available2015-12-06T23:46:57Z
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 2007. 46 p.
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23466
dc.description.abstractObjetivos: avaliar a profundidade das fossas olfatorias, segundo a classificacao de Keros; determinar a frequencia de assimetria na altura e na inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa entre os lados do mesmo individuo; identificar os reparos anatomicos que caracterizam o trajeto da arteria etmoidal anterior (AEA) na parede medial da orbita e na parede lateral da fossa olfatoria; verificar a correlacao entre a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria e o trajeto do canal da AEA (canal etmoidal anterior). Metodos: analise retrospectiva de 200 tomografias computadorizadas dos seios da face no plano coronal, realizadas de agosto a dezembro de 2006. Foram feitas medidas da profundidade da fossa olfatoria e determinadas as alteracoes de simetria do teto dos seios etmoidais quanto a altura e a inclinacao lateral das lamelas laterais da lamina crivosa. Verificou-se a frequencia de identificacao dos reparos anatomicos para a localizacao da AEA, na parede medial da orbita (forame etmoidal anterior) e do sulco etmoidal anterior na parede lateral da fossa olfatoria. Foi correlacionada a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria com o trajeto do canal da AEA. Resultados: o tipo de Keros mais encontrado foi o tipo 11 (73 por cento), seguido do tipo I (26,3 por cento) e do tipo 111 (0,5 por cento). Em 12 por cento (24 exames) havia assimetria entre os lados quanto a altura do teto do seio etmoidal e em 48,5 por cento (97 exames) observou-se assimetria do contorno do teto, com inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa de um dos lados. Pneumatizacao supra-orbitaria foi identificada em 35 por cento (70 exames). O canal da AEA foi caracterizado em 40,5 por cento (81 exames). O sulco etmoidal anterior foi visualizado em 98 por cento (196 dos exames) e o forame etmoidal anterior foi identificado em todos os exames (100 por cento). Houve diferenca estatisticamente significante entre a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria e a visualizacao do canal da AEA (p<0,001). Conclusao: Em relacao a profundidade da fossa olfatoria, o tipo 11 de Keros foi o mais frequente. Verificou-se assimetria do teto do seio etmoidal, na maioria dos casos relacionada com a inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa. Para estudo do trajeto da AEA, a identificacao do forame etmoidal anterior e o sulco etmoidal anterior foram referencias anatomicas confiaveis, presentes em quase 100 por cento dos exames avaliados. Notou-se que a posicao da AEA foi variavel e que na presenca de pneumatizacao supra-orbitaria, o canal da arteria foi observado abaixo da base do cranio em todos os exames, estando mais vulneravel a lesoespt
dc.format.extent46 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectArtériaspt
dc.subjectCavidade Nasalpt
dc.subjectTomografia Computadorizada por Raios Xpt
dc.subjectArteriesen
dc.subjectNasal Cavityen
dc.subjectTomography, X-Ray Computeden
dc.titleAvaliação da fossa olfatória e da artéria etmoidal anterior pela tomografia computadorizada no plano coronalpt
dc.title.alternativeOlfatory fossa and anterior ethmoidal artery evaluation by coronal computed tomographyen
dc.typeDissertação de mestrado
dc.identifier.fileepm-709111446476.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramMedicina (Radiologia Clínica)


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