Estudo da prevalência do HIV em gestantes e fatores de risco de transmissão vertical

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Data
2007
Autores
Alves, Kelly Cristina de Lima Ramos Pinto [UNIFESP]
Orientadores
Barbosa, Dulce Aparecida [UNIFESP]
Tipo
Dissertação de mestrado
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Resumo
As mudancas nos padroes epidemiologicos do HIV/AIDS no seculo XXI tem evidenciado, cada vez mais, as mulheres em idade fertil, acarretando com isso maior exposicao perinatal. Priorizando a reducao da transmissao vertical, procuramos subsidios para melhor compreensao do processo que envolve este segmento da populacao. Objetivo: avaliar a prevalencia e os fatores de risco de transmissao vertical do HIV. Metodo: trata-se de um estudo epidemiologico transversal. Foram incluidas no estudo 873 gestantes admitidas no Hospital Estadual de Presidente Prudente no periodo de 01/03/2005 a 30/12/2005. Foi aplicado um questionario semi-estruturado e obtidas informacoes em prontuarios e carteiras de pre-natal. As variaveis consideradas foram as socio¬ demograficas, gestacionais, assistenciais do pre-natal e assistenciais especificas da populacao reagente. Na analise estatistica, para as variaveis categoricas foi utilizado o teste exato de Fisher. Para as variaveis nao categoricas foi utilizado o teste de Student ou Mann-Whitney, conforme apropriado. Os testes usados foram bicaudais, o nivel de significancia considerado foi de p<0,05 e o programa estatistico foi o SPSS (versao 14.0). Resultados: a prevalencia de gestantes infectadas pelo HIV foi de 2,1 por cento. As gestantes reagentes apresentaram escolaridades mais baixas e medias de idade e de numero de gestacoes superiores as nao reagentes. Foram reconhecidos como fatores de risco: a residencia fora do municipio de Presidente Prudente, dificultando a adesao ao tratamento, a nao realizacao dos exames de carga viral e CD4 no periodo determinado pelo medico e a baixa escolaridade o que dificulta a compreensao dos cuidados de Saúde e do tratamento. Conclusao: houve um aumento da prevalencia do HIV em gestantes em relacao a dados anteriores; a moradia fora do municipio de tratamento, a nao realizacao dos exames especificos solicitados e a baixa escolaridade comprometem a eficacia do tratamento de profilaxia da transmissao vertical
Descrição
Citação
São Paulo: [s.n.], 2007. 70 p.