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dc.contributor.authorBaltieri, Danilo Antonio
dc.contributor.authorStrain, Eric C
dc.contributor.authorDias, João Carlos
dc.contributor.authorScivoletto, Sandra
dc.contributor.authorMalbergier, André
dc.contributor.authorNicastri, Sérgio
dc.contributor.authorJerônimo, Cláudio [UNIFESP]
dc.contributor.authorAndrade, Arthur Guerra De
dc.date.accessioned2015-06-14T13:31:20Z
dc.date.available2015-06-14T13:31:20Z
dc.date.issued2004-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462004000400011
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Psiquiatria. Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP, v. 26, n. 4, p. 259-269, 2004.
dc.identifier.issn1516-4446
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2280
dc.description.abstractThere is a relatively low prevalence of opioid use in Brazil, particularly involving the non-medical use of codeine and opiate-containing syrups. However, opioid dependence syndrome shows a significant total impact on mortality and morbidity. Over the past 20 years, scientific progress has changed our understanding of the nature of opioid addiction and its various possible treatments. Addiction is a chronic illness treatable if the treatment is well-delivered and tailored to the needs of the particular patient. There is indeed an array of treatments that can effectively reduce drug use, help manage drug cravings, prevent relapses and restore people to productive social functioning. The treatment of drug addiction will be part of long-term, medical, psychological, and social perspectives. This guideline aims at providing guidance to psychiatrists and other mental health professionals who care for patients with Opioid Dependence Syndrome. It comments on the somatic and psychosocial treatment that is used for such patients, and reviews scientific evidences and their strength. Also, the essential historical, epidemiological and neurobiological aspects of Opioid Dependence are reviewed.en
dc.description.abstractExiste uma prevalência relativamente baixa do uso de ópioides no Brasil, em particular envolvendo o uso não médico da codeína e de xaropes que contêm opióides. No entanto, a síndrome de dependência apresenta um significativo impacto total na mortalidade e morbidade. Nos últimos 20 anos, o avanço científico tem modificado nosso entendimento sobre a natureza da adição aos opióides e os variados tratamentos possíveis. A adição é uma doença crônica tratável se o tratamento for realizado e adaptado tendo em vista as necessidades do paciente específico. Há, de um fato, um conjunto de tratamentos que podem efetivamente reduzir o uso da droga, ajudar a gerenciar a fissura pela droga, prevenir recaídas e recuperar as pessoas para o funcionamento social produtivo. O tratamento da dependência de drogas será parte de perspectivas de longo prazo do ponto de vista médico, psicológico e social. Esta diretriz almeja fornecer um guia para os psiquiatras e outros profissionais de saúde que tratam de pacientes com Síndrome de Dependência de Opióides. Ela tece comentários sobre o tratamento somático e psicossocial que é utilizado nesses pacientes e revisa as evidências científicas e seu poder. Da mesma forma, os aspectos históricos, epidemiológicos e neurobiológicos da dependência de opióides são revisados.pt
dc.format.extent259-269
dc.language.isopor
dc.publisherAssociação Brasileira de Psiquiatria - ABP
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Psiquiatria
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectNarcoticsen
dc.subjectOpioid-related disordersen
dc.subjectSubstance-related disordersen
dc.subjectPractice guidelinesen
dc.subjectEntorpecentespt
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de opióidespt
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de substânciaspt
dc.subjectDiretrizes para a prática clínicapt
dc.titleDiretrizes para o tratamento de pacientes com síndrome de dependência de opióides no Brasilpt
dc.title.alternativeBrazilian guideline for the treatment of patients with opioids dependence syndromeen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionFaculdade de Medicina do ABC
dc.contributor.institutionJohns Hopkins University School of Medicine
dc.contributor.institutionAssociação Brasileira de Psiquiatria Departamento de Dependência Química
dc.contributor.institutionHospital Albert Einstein
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institutionUNIAD
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo Hospital de Clínicas Instituto de Psiquiatria
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina do ABC
dc.description.affiliationJohns Hopkins University School of Medicine
dc.description.affiliationAssociação Brasileira de Psiquiatria Departamento de Dependência Química
dc.description.affiliationHospital Albert Einstein
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationUNIAD
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP
dc.identifier.fileS1516-44462004000400011.pdf
dc.identifier.scieloS1516-44462004000400011
dc.identifier.doi10.1590/S1516-44462004000400011
dc.description.sourceSciELO


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