Corantes Vitais e Fontes de Iluminação para Cromovitrectomia: análise in vitro de osmolaridade, potencial hidrogeniônico e espectrofotometria

Corantes Vitais e Fontes de Iluminação para Cromovitrectomia: análise in vitro de osmolaridade, potencial hidrogeniônico e espectrofotometria

Alternative title Vital dyes and Light sources for Chromovitrectomy: in vitro assessment of osmolarity, hydrogenionic potencial and spectrophotometry
Author Costa, Elaine de Paula Fiod Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Farah, Michel Eid Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Oftalmologia e ciências visuais - São Paulo
Abstract Objetivo: Avaliar o papel das propriedades do potencial hidrogenionico (pH), osmolaridade, espectrofotometria e interacao luz-corante de nove corantes vitais para cromovitrectomia na toxicidade retiniana. Metodos: Nove corantes u indocianina verde (ICV), azul tripan (AT), azul brilhante (BriB), azul de bromofenol (BroB), vermelho do Congo (CR), light green (LG), fast green (FG), indigo carmine (IC) e Evans blue (EB) u diluidos em solucao salina balanceada (BSS), glicose a 5% e agua destilada, foram submetidos a medicoes de osmolaridade, pH e espectrofotometria. O espectro de absorcao dos corantes foi comparado as curvas de emissao luminosa de sete fontes distintas para vitrectomia. Celulas do epitelio pigmentado da retina (EPR) humano, ARPE-19, foram expostas por 10 minutos a sete solucoes de BSS com diferentes valores de pH (4; 5; 6; 7; 7,5; 8; 9) e a diferentes concentracoes de glicose com osmolaridade entre 143 e 2530 miliosmois (mOsm), na presenca e ausencia de AT 0,5 mg/ml. Solucoes de manitol foram usadas como controle de osmolaridade. As celulas tambem foram expostas por 10 minutos a 0,05 mg/ml de seis dos nove corantes (AT, BriB, BroB, FG, LC, IC) e a duas fontes de endoiluminacao (xenonio de alto brilho e vapor de mercurio). A avaliacao de viabilidade celular foi realizada pelo teste de brometo de 3-[4,5-dimetil-tiazol-2-il]-2,5-difeniltetrazolio (MTT). Resultados: A osmolaridade dos corantes diluidos em BSS e glicose apresentou variacao entre 257 e 385 mOsm e na diluicao em agua destilada entre zero u 54 mOsm. Solucoes com diferentes concentracoes de glicose mostraram-se toxicas mesmo em condicoes isosmolares com ou sem AT (p<0,001). Os valores de pH dos corantes nas tres diluicoes variaram de 2,6 a 9,85. Solucoes com pH abaixo de 7 e acima de 7,5 foram toxicas as celulas do EPR (p<0,001). Os corantes ICV, LG, FG, EB, AT, BroB, CR e IC demonstraram diferentes absorbancias de acordo com o diluente; e todos os corantes com excecao da ICV e do IC tiveram importante sobreposicao com o espectro de emissao das fontes de endoiluminacao. Dentre os iluminadores,o xenonio de dupla emissao com laser integrado apresentou a maior sobreposicao e o vapor de mercurio, a menor sobreposicao. Apesar disso, a exposicao luminosa das celulas do EPR coradas nao revelou aumento na toxicidade. Conclusao: Corantes diluidos em agua destilada e glicose a 5% apresentaram maiores variacoes de pH que a diluicao em BSS. Somente as solucoes de pH entre 7,0 e 7,5 nao diminuiram a viabilidade das celulas ARPE-19. O BriB foi o unico corante que nao apresentou variacao do espectro de absorbancia de acordo com o diluente. A menor interacao luz-corante detectada foi entre a ICV e a fonte de vapor de mercurio. Os corantes LG e FG 0,05 mg/ml foram toxicos as celulas ARPE-19 independente da exposicao luminosa. A exposicao luminosa nao aumentou a toxicidade dos corantes as celulas do EPR
Keywords Humanos
Corantes
Retina/efeitos de drogas
Humanos
Language Portuguese
Date 2013
Published in São Paulo: [s.n.], 2013. 118 p.
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 118 p.
Access rights Closed access
Type Thesis
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22474

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