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dc.contributor.authorSampaio, Karla Jimena Araujo de Jesus [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:45:47Z
dc.date.available2015-12-06T23:45:47Z
dc.date.issued2012
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 2012. 96 p.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22417
dc.description.abstractO estudo tem como objetivo apreender a vivencia do processo de paternidade entre adolescentes do sexo masculino da zona rural do municipio de Barbalha Ceara. A pesquisa fundamentou-se na metodologia qualitativa, realizada com 25 jovens da zona rural de Barbalha-Ceara, na faixa etaria de 16 a 19 anos, que experienciam a paternidade pela primeira vez. A selecao dos sujeitos deu-se por meio do levantamento das gestantes cadastradas pelos SIS Pre Natal (Sistema de Acompanhamento do Programa de Humanizacao no Pre-Natal e Nascimento), levantamento pelo prontuario familiar das idades dos parceiros e por indicacao de outros entrevistados. Foram realizadas entrevistas gravadas e anotacoes no diario de campo. Apos transcricao dessas entrevistas, procedeu-se a analise de conteudo de onde emergiram tres categorias: a noticia da gravidez; gravidez na adolescencia u um olhar do jovem pai; experiencias e sentimentos relativos a paternidade. Resultados: Conforme mostrou a analise das falas organizadas nessas categorias o exercicio da paternidade e vivido como uma grande responsabilidade, uma ocorrencia positiva referente a assuncao da masculinidade. Identificaram-se estereotipos de genero nos quais se destacam papeis de guardiao e mantenedor, que emergem na perspectiva dos entrevistados acerca do trabalho como marcador de ser homem e provedor da familia. Entretanto, para alguns jovens o trabalho ja fazia parte da sua rotina. Os jovens pais nao se veem como adolescentes; a paternidade os transforma em homens adultos. O conhecimento de pelo menos um metodo contraceptivo, nao foi capaz de em alguns casos evitar a ocorrencia da gravidez considerada inesperada. Ser pai para os sujeitos oe responsabilidadeo. Eles nao percebem a gravidez e a paternidade na adolescencia como um problema, apesar de relatarem sentimentos diversos e contraditorios. Ao mesmo tempo em que e bom ser pai, um sentimento de satisfacao e autoafirmacao, ha tambem o de que e ruim, pelas perdas: da liberdade, das curticoes e dos amigos. As familias dos sujeitos revelaram-se como grandes apoiadoras no processo da paternidade. Consideracoes finais: O estudo possibilitou que evidenciar um pai adolescente satisfeito em ser pai, com visao predominante positiva do evento, induzindo-o ao trabalho e a assuncao do fato, apesar da visao unilateral de genero acerca de responsabilidades no processo e consequencias para a parceira. O estudo contribui como um alerta para a necessidade de uma construcao em Saúde sexual e reprodutiva tanto nos servicos de educacao quanto nos de Saúde que incluam tambem os jovens do sexo masculino, com seus sentimentos e potencialidades diante ao exercicio da paternidadept
dc.format.extent96 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectAdolescentept
dc.subjectPaternidadept
dc.subjectGravidez na Adolescênciapt
dc.subjectIdentidade de Gêneropt
dc.subjectPesquisa Qualitativapt
dc.titlePaternidade adolescente em zona ruralpt
dc.title.alternativeAdolescent fatherhood in rural zone: experiences and conceptionsen
dc.typeTese de doutorado
dc.identifier.fileepm-3021916273761.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusUniversidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, Programa de Pós-graduação em Saúde Coletivapt
dc.subject.decsAdolescentept


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