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dc.contributor.advisorRibeiro, Mauricio Serejo [UNIFESP]
dc.contributor.authorJanuzzi, Eduardo [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:06:30Z
dc.date.available2015-12-06T23:06:30Z
dc.date.issued2005
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.]: 2005. 43 p.
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/21046
dc.description.abstractObjetivo: Revisar a literatura dos últimos treze anos referente a estudos publicados sobre o tratamento do deslocamento do disco articular sem redução da articulação temporomandibular, assim como o curso natural desta condição, e analisá-los criticamente. Métodos: Os seguintes critérios foram utilizados para considerar os estudos incluídos nesta revisão: (1) pacientes com deslocamento do disco articular da articulação temporomandibular sem redução; (2) estudos publicados sobre o tratamento conservador, tratamento invasivo e o curso natural desta condição. Esta estratégia de busca foi utilizada nas seguintes bases de dados: Medline, Lilacs, 880, Cochrane, no período de 1990 a 2003, suplementada por pesquisa manual em revistas e capítulos de livros, bem como pelo exame da bibliografia dos artigos selecionados. A pesquisa foi limitada a estudos sobre tratamento do deslocamento do disco articular sem redução e o curso natural desta condição, realizados em humanos, escritos nos seguintes idiomas: inglês, português e espanhol. Resultados e Conclusões: Após revisão e análise crítica dos estudos selecionados, sobre o tratamento do deslocamento do disco articular sem redução da articulação temporomandibular assim como o curso natural desta condição, chegou-se às seguintes conclusões: 1. é importante procurar restabelecer a biomecânica da articulação temporomandibular, mesmo que o disco articular esteja deslocado permanentemente; 2. a biomecânica funcional da articulação temporomandibular sem dor e o aumento da efusão intraarticular parecem promover uma lubrificação adequada minimizando os danos degenerativos que acompanham grande parte desta condição; 3. quando a dor e a limitação da função estiverem presentes nesta condição, o tratamento conservador deve ser primariamente instituído e apresenta bom prognóstico; 4. o tratamento invasivo só deve ser instituído depois de considerar falho o tratamento conservador; 5. ao instituir o tratamento invasivo, devemos priorizar os procedimentos mais conservadores como infiltrações e artrocentese, uma vez que existem evidências comprovando sua eficácia; 6. até o presente momento, não existem muitos ensaios clínicos aleatórios para cada modalidade terapêutica, além de existirem diversas falhas metodológicas nos existentes. Sendo assim, devemos nos guiar com a necessária cautela pelos estudos existentes, porém, com boa qualidade metodológica.
dc.format.extent43 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectArticulação temporomandibularpt
dc.subjectDeslocamento do disco intervertebralpt
dc.subjectSíndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibularpt
dc.titlePossibilidades de controle para o deslocamento do disco articular sem redução da articulação temporomandibularpt
dc.title.alternativeControl possibilities for the articular disc displacement without reduction of the temporomandibular jointen
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.identifier.fileepm-20060418100158GARCIA.pdf
dc.identifier.filePublico-21046.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramMorfologia e Genética


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