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dc.contributor.authorLopes, Antonio Carlos [UNIFESP]
dc.contributor.authorMathis, Maria Eugênia de
dc.contributor.authorCanteras, Miguel Montes
dc.contributor.authorSalvajoli, João Victor
dc.contributor.authorPorto, Jose Alberto Del [UNIFESP]
dc.contributor.authorMiguel, Euripedes Constantino
dc.date.accessioned2015-06-14T13:30:19Z
dc.date.available2015-06-14T13:30:19Z
dc.date.issued2004-03-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462004000100015
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Psiquiatria. Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP, v. 26, n. 1, p. 62-66, 2004.
dc.identifier.issn1516-4446
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2027
dc.description.abstractResponses to pharmacotherapy and psychotherapy in obsessive-compulsive disorder (OCD) range from 60 to 80% of cases. However, a subset of OCD patients do not respond to adequately conducted treatment trials, leading to severe psychosocial impairment. Stereotactic surgery can be indicated then as the last resource. Five surgical techniques are available, with the following rates of global post-operative improvement: anterior capsulotomy (38-100%); anterior cingulotomy (27-57%); subcaudate tractotomy (33-67%); limbic leucotomy (61-69%), and central lateral thalamotomy/anterior medial pallidotomy (62.5%). The first technique can be conducted as a standard neurosurgery, as radiosurgery or as deep brain stimulation. In the standard neurosurgery neural circuits are interrupted by radiofrequency. In radiosurgery, an actinic lesion is provoked without opening the brain. Deep brain stimulation consists on implanting electrodes which are activated by stimulators. Literature reports a relatively low prevalence of adverse events and complications. Neuropsychological and personality changes are rarely reported. However, there is a lack of randomized controlled trials to prove efficacy and adverse events/complication issues among these surgical procedures. Concluding, there is a recent development in the neurosurgeries for severe psychiatric disorders in the direction of making them more efficacious and safer. These surgeries, when correctly indicated, can profoundly alleviate the suffering of severe OCD patients.en
dc.description.abstractO transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) responde aos tratamentos habituais (fármacos e psicoterapia) em cerca de 60 a 80% dos casos. Existe, assim, uma parcela de pacientes resistente aos tratamentos usuais, mesmo que adequadamente conduzidos, com grave prejuízo psicossocial. Nestas situações, a neurocirurgia pode ser indicada. Existem cinco técnicas cirúrgicas disponíveis, com as seguintes taxas de melhora global pós-operatória: capsulotomia anterior (38 a 100%); cingulotomia anterior (27 a 57%); tractotomia subcaudado (33 a 67%); leucotomia límbica (61 a 69%) e talamotomia central lateral com palidotomia anteromedial (62,5%). A capsulotomia anterior pode ser realizada através de diferentes técnicas: neurocirurgia padrão, radiocirurgia ou estimulação cerebral profunda. Na neurocirurgia padrão, circuitos neurais são interrompidos por radiofreqüência via trepanação no crânio. Na radiocirurgia, uma lesão actínica é induzida sem a necessidade de abertura do crânio. A estimulação cerebral profunda consiste na implantação de eletrodos ativados a partir de estimuladores. A literatura indica taxas relativamente baixas de eventos adversos e complicações, sendo raramente descritas alterações neuropsicológicas e de personalidade. Cumpre ressaltar, no entanto, a falta de ensaios clínicos randomizados que comprovem a eficácia e investiguem os eventos adversos ou complicações dos procedimentos cirúrgicos acima mencionados. Concluindo, há um recente aprimoramento das neurocirurgias dos transtornos psiquiátricos graves no sentido de torná-las cada vez mais eficazes e seguras. Estas cirurgias, quando adequadamente indicadas, podem trazer alívio substancial ao sofrimento de pacientes com TOC grave.pt
dc.format.extent62-66
dc.language.isopor
dc.publisherAssociação Brasileira de Psiquiatria - ABP
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Psiquiatria
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectObsessive-compulsive disorderen
dc.subjectPsychosurgeryen
dc.subjectNeurosurgeryen
dc.subjectSurgeryen
dc.subjectReviewen
dc.subjectTranstorno obsessivo-compulsivopt
dc.subjectPsicocirurgiapt
dc.subjectNeurocirurgiapt
dc.subjectCirurgiapt
dc.subjectRevisãopt
dc.titleAtualização sobre o tratamento neurocirúrgico do transtorno obsessivo-compulsivopt
dc.title.alternativeUpdate on neurosurgical treatment for obsessive compulsive disorderen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionInstituto de Radiocirurgia Neurológica
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo Faculdade de Medicina Departamento de Psiquiatria
dc.description.affiliationInstituto de Radiocirurgia Neurológica
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Psiquiatria
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Depto. de Psiquiatria
dc.identifier.fileS1516-44462004000100015.pdf
dc.identifier.scieloS1516-44462004000100015
dc.identifier.doi10.1590/S1516-44462004000100015
dc.description.sourceSciELO


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