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dc.contributor.advisorSass, Nelson [UNIFESP]
dc.contributor.authorOliveira, Leandro Gustavo de [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:05:09Z
dc.date.available2015-12-06T23:05:09Z
dc.date.issued2004
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 2004. 75 p.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20278
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar as inter-relações recíprocas entre o transplante renal e a gravidez por meio da análise das intercorrências clínicas e obstétricas, bem como da investigação do desfecho perinatal. Métodos: Foi analisada uma série retrospectiva de 39 casos de gestação em 37 portadoras de transplante renal no período de janeiro de 1997 a dezembro de 2003. As variáveis estudadas foram relativas ao transplante, às intercorrências clínicas e obstétricas e aos resultados perinatais. Um grupo controle composto por 66 grávidas sem patologias prévias, que realizaram pré-natal e deram à luz em 2002 e 2003, foi estabelecido para possíveis avaliações de significância estatística. Foram utilizados os testes de qui quadrado (x2) e exato de Fisher. Resultados: A idade média das pacientes no momento da concepção foi de 27 anos. O doador vivo foi o mais freqüente. A ocorrência de disfunção do enxerto foi de 47,4 por cento, tendo sido a pré-eclampsia a sua principal causa. Perda do transplante ocorreu em 10,2 por cento dos casos. Entre os imunossupressores, a ciclosporina foi o mais utilizado. Hipertensão arterial 6 crônica incidiu em 82 por cento dos casos, anemia em 77 por cento e infecção do trato urinário em 38,5 por cento. Quanto à via de parto, a cesariana foi realizada em 53,8 por cento, tendo como principal indicação a insuficiência placentária. Pré-eclampsia incidiu em 28,2 por cento. Quanto às variáveis perinatais, prematuridade incidiu em 46,1 por cento dos casos, apresentando relação significativa com níveis de t creatinina maiores ou iguais a 1,5 mg/dL no primeiro trimestre da gestação. Não houve relação com o uso de ciclosporina. Outra intercorrência observada foi restrição de crescimento fetal, verificada em 41,0 por cento das gestações, não apresentando relação com os níveis iniciais de creatinina ou uso de ciclosporina. Conclusões: O grupo de estudo foi constituído por pacientes jovens. Disfunção do enxerto foi freqüente, havendo também casos de perda do transplante. Hipertensão arterial crônica, anemia e infecção do trato urinário foram as intercorrências clínicas mais freqüentes. Quanto à via de parto, a cesariana teve incidência elevada. Pré--eclampsia ocorreu de forma significativamente maior. Prematuridade e restrição de crescimento fetal foram as principais complicações perinatais.pt
dc.format.extent75 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectTransplante de rimpt
dc.subjectImunossupressorespt
dc.subjectGravidezpt
dc.titleAs intercorrências clínicas, obstétricas e os resultados perinatais em grávidas portadoras de transplante renalpt
dc.title.alternativeThe clinical and obstetric reports and perinatal outcomes in pregnant womem with renal transplanten
dc.typeDissertação de mestrado
dc.identifier.fileepm-20041207080704GARCIA.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt


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