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dc.contributor.authorLourenco, Dayse Maria [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:04:22Z
dc.date.available2015-12-06T23:04:22Z
dc.date.issued2003
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 2003. 205 p.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19760
dc.description.abstractO tromboembolismo venoso e causa frequente de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Felizmente podemos contar com medidas profilaticas eficazes e seguras, de modo que se tornou imperativo identificar individuos de maior risco de desenvolver trombose venosa, a fim de protege-los desta doenca. Dai a importancia do diagnostico preciso da trombofilia congenita e adquirida, assim como da afericao do risco de trombose conferido pelos defeitos associados a ela. As causas geneticas de trombofilia inicialmente reconhecidas representam mutacoes raras das moleculas dos inibidores da coagulacao, a antitrombina e as proteinas C e S. Ha cerca de uma decada reconheceu-se o papel de mutacoes dos genes do fator V de da protrombina, muito frequentes na populacao geral e com distribuicao particular em diversas etnias. No texto a seguir apresentamos resultados de estudos que realizamos no sentido de identificar fatores de risco em pacientes com tromboembolismo venoso e de verificar a existencia de ativacao da coagulacao em algumas situacoes associadas a trombofilia adquirida. Em nossa populacao normal miscigenada da cidade de São Paulo, observamos prevalencia de 3,3 por cento para o fator V de Leiden e de 1,1 por cento para a mutacao da protrombina FIIG20210A, o que e menor do que a observada em populacoes caucasoides, como era esperado. Entre pacientes com tromboembolismo venoso, esta prevalencia foi de 5,5 por cento para o fator V de Leiden e de 6,7 por cento para a mutacao da protrombina, o que correspondeu a risco relativo menor do que o observado nas populacoes europeias e estatisticamente significante apenas para a mutacao da protrombina. Estes dados sugerem que estas mutacoes tem papel limitado na genese de tromboembolismo venoso na nossa populacao. Da mesma forma, observamos que apenas a mutacao da protrombina mostrou ser fator de risco em pacientes com trombose venosa cerebrala(au)pt
dc.format.extent205 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectTrombofiliapt
dc.subjectTrombose venosapt
dc.subjectHemostasiapt
dc.titleAspectos diagnósticos da trombofilia congênita e hereditáriapt
dc.title.alternativeDiagnostic of congenital and acquired thrombophiliaen
dc.typeTese de livre-docência
dc.identifier.fileepm-11423.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt


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